Quem é o seu Pai?


O aspecto mais fundamental de Deus não é uma qualidade abstrata, mas o fato de ele ser Pai. Ele não é apenas o Criador ou Soberano, todos os seus caminhos são formosamente paternais. Nas Escrituras repetidas vezes os termos “Deus” e “Pai” são equiparados: no Êxodo, o Senhor chama Israel de “meu primogênito” (Êx 4.22); em Dt 1.31 ele conduz o povo “como um homem conduz o próprio filho”; Dt 8.5 os corrige “como um homem corrige o filho”.

E ele os chama dizendo:

“Como um pai se compadece de seus filhos, assim o Senhor se compadece dos que o temem” (Sl 103.13)

Isaías ora “Mas tu és nosso Pai […] Ó Senhor, tu és nosso Pai” (Is 63.16 e 64.8). Uma palavra bastante popular no Antigo Testamento era “Abias” que significa, o Senhor é meu Pai. Jesus nos direciona para o Pai diversas vezes e enfaticamente na oração do Pai nosso. O livro de Hebreus aconselha: “Deus vos trata como filhos. Pois qual é o filho a quem o pai não disciplina?” (Hb 12.7)

Não é que esse Deus “assume o papel” de Pai, como um emprego, apenas para retornar à tarde como o bom e velho “Deus”. Não é como se Ele tivesse uma cereja paternal no topo do bolo. Ele é Pai. O tempo todo. Assim, tudo que ele faz, ele o faz como Pai. Trata-se da sua identidade e não apenas uma das suas características! Ele cria como Pai e ele governa como Pai.

Calvino fala em suas Institutas:

É preciso considerar diligentemente na própria ordem das coisas criadas o amor paternal de Deus […] assumindo o cuidado de um chefe de família provido e zeloso, mostrou Deus sua mirífica (admirável, maravilhosa) bondade para conosco… Por fim, para que se conclua definitivamente: sempre que chamarmos a Deus o Criador do céu e da terra, ao mesmo tempo nos venha à mente que […] realmente somos seus filhos, aos quais ele tomou sob seu patrocínio e proteção para prover-lhes sustento e instrução… De modo que, atraídos pelo dulçor (doçura) tão ingente (enorme, desmedido, retumbante) de sua bondade e beneficência, diligenciemos por amá-lo e servi-lo de todo o coração.

Se conseguirmos mudar a nossa visão quanto à Deus o conhecendo e entendendo que Deus governa a criação como Pai dócil e amoroso. Só assim seremos levados a deleitar-nos em sua providência.

Aconteceu uma coisa muito bacana com meu filho David na escola, mas vou contar isso lá no Vida Boa de Pai!!

Seria possível reconhecer que o governo de algum “policial celestial” seja justo; no entanto, jamais poderíamos nos deleitar em seu regime como podemos deleitar-nos no gentil cuidado de um pai. E isso é lindo, pois somos os filhos amados desse Pai de amor!!

Deus é esse Pai que dá vida, que gera filhos! João escreve que “Deus é amor” e isso traz para nós clareza sobre o Pai.

“O amor de Deus para conosco manifestou-se no fato de Deus ter enviado seu Filho unigênito”. (I João 4.9)

Então esse Deus que é amor é o Pai que envia o Filho. Ser o Pai, portanto, significa amar, dar vida, gerar o Filho. Por toda eternidade, esse Deus estava amando, dando vida e deleitando-se no Filho.

C.S. Lewis fala que existe uma dança entre a Trindade e é nessa relação de cumplicidade, comunhão, sintonia é que somos chamados para viver, deleitar e servir a vida toda.

Quando o Espírito desceu sobre o Filho no batismo, Jesus ouviu o Pai declarar do céu: “Este é o meu Filho amado, de quem me agrado”. Mas agora que o mesmo Espírito de filiação desce sobre mim, as mesmas palavras aplicam-se a mim: em Cristo, meu sumo sacerdote, sou filho adotado, amado, ungido pelo Espírito. Como Jesus diz ao Pai em João 17.23 “Tu os amaste, assim como me amaste”. Assim, quando o Filho me leva diante do Pai, com seu Espírito em mim, posso declarar com ousadia: “Aba”, porque agora partilho com liberdade de sua comunhão: o Altíssimo, meu Pai; o Filho, meu irmão maior; o Espírito, não mais apenas o Consolador de Jesus, mas também o meu!!

E assim fica mais fácil entender o que Paulo escreve para os Gálatas 4.6: E, porque sois filhos, Deus enviou aos vossos corações o Espírito de seu Filho, que clama: Aba, Pai.

Conhecer Deus como nosso Pai não só embeleza de maneira maravilhosa nossa visão dele; isso nos dá o mais profundo conforto e alegria. Essa é uma honra estonteante! Ter algum rei rico como pai seria ótimo; mas ser filho amado do Imperador do universo está além das palavras!

“A todos que o receberam, aos que creem no seu nome, deu-lhes a prerrogativa (direito especial) de se tornarem filhos de Deus.” (Jo 1.12)

Isso não é uma brincadeira de bem me quer, mal me quer, isso é desfrutar do seu amor para sempre!!

James I. Packer diz:

Se quiser julgar até que ponto uma pessoa entendeu o que é cristianismo, descubra que valor ela dá ao fato de ser filha de Deus e ter a Deus por Pai. Se este pensamento não dominar e controlar suas orações, adoração e toda a sua atitude perante a vida, isso demonstra não ter entendido bem o cristianismo.

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos,” (1 Pedro 1:3)

Fonte principal: Bíblia Sagrada + ‘Deleitando-se na Trindade’ de Michael Reeves da Editora Monergismo

Um “mix” de Natal


Segue um pouco daquilo que li e ouvi nesses dias e que me edificou bastante. Certeza que também te fará muito bem!

Na capa acima a linda arte feita em quadro negro e giz de escola pelo brother Alexandre Gonzaga durante o Adventus. São muitos detalhes a serem observados e admirados…
Parte do que Mayron Pereira compartilhou
Não deixemos que as dificuldades da vida diária nos desmotive em relação ao Natal! Facilmente, pela quantidade de dificuldades e catástrofes que enfrentamos em 2015, escolheríamos não ver motivos para Celebrar! Mas existe sim!!! O Natal foi instaurado justamente no pior desastre que a humanidade já viveu: a separação de Deus! Foi nesse exato momento que o Redentor foi prometido! Natal é para ser Relembrado com o Sentimento de Esperança – que quem entende que é possível caminhar firme diante das mais severas ameaças porque há uma Redenção conquistada pelo menino Jesus, o filho de Deus!
Parte da newsletter da Editora Ultimato
Ao lermos e meditarmos atentamente nos versos que contam a história do nascimento de Jesus, talvez uma forte sensação de espanto tomará conta de nós. Uma virgem que engravida, um noivo que aceita esta condição e permanece fiel, anjos que anunciam o mistério a conhecidos e desconhecidos, os primeiros visitantes são pastores e não familiares, o homem mais poderoso sentindo-se ameaçado por um bebê.

Que espanto saber que este garoto é o Cristo concedido por Deus para ser nosso! É o Verbo que não tem início nem fim!

Que incrível saber que o Menino cresceria, cumpriria sua missão e morreria para nos reconciliar com Deus! Que assombro saber que este bebê nasceu por mim e por você! E que posso crer, pois Deus nos chama a isto!
Nesta época tão especial, que o espanto – o bom e santo espanto – seja a tônica em nossos corações. Que o espanto nos prepare para a celebração e adoração do “Verbo feito carne”, do Deus-homem que veio salvar o mundo.
Parte do sermão de Natal, ministrado pelo Marcos Rocha na Sal da Terra 90.
Deus deliberadamente e soberanamente decide entrar na humanidade no mais profundo do ser humano. O Salvador é concebido não pela vontade humana, não pelo acerto humano, não pela motivação humana, mas sim pelo amor. O amor do Pai celestial ao homem, a você e a mim, a nossa família. O Deus Emanuel, o Deus conosco é gerado por uma semente santa, um DNA perfeito dentro de uma estrutura humana. E esse é o mistério! E o mistério é que Ele é 100% Deus e 100% humano.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha pernas. Ganha pernas para nos encontrar na distância da nossa solidão, pernas que correm ao nosso encontro.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha braços. Braços para nos amparar em cada tropeção, braços que nos acolhem em nossos momentos de confusão. Braços que nos levantam a lugares mais altos do que nunca imaginamos alcançar.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha olhos, olhos que enxergam cada detalhe de quem somos, olhar sereno e terno, que nos acalma no meio da tempestade.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha ouvidos para discernir o suspirar da nossa alma, ouvidos pacientes para ser o nosso maior confidente.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha mãos, para nos conduzir bem de perto no caminho que nós devemos andar. Mão de graça para nos resgatar das enrascadas que nos metemos na vida.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha voz, para nos aconselhar em toda verdade. Voz que nos adverte do mal e nos incentiva ao bem.
  • Em Cristo o amor do Pai habita em nosso meio e nos revela toda a sua glória. Cristo em nós é a esperança de toda glória!
Partes escritas pelo Igor Miguel
… Definitivamente nenhum ser humano poderia “inventar” a narrativa e o evento natalino, ele vai de encontro a nossa obstinação polarizada entre o misticismo ou o materialismo. A encarnação consegue conciliar transcendência e imanência, céu e terra na pessoa de Jesus Cristo, em um único evento.
Enfim, o natal significa que cristãos insistem em lembrar, ou deveriam fazê-lo, ano após ano, durante milênios que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Anunciamos e lembramos que Deus se intrometeu em nosso mundo, história e realidade, para inaugurar um novo mundo, uma nova história e uma nova realidade em Jesus. Por isso, o natal não é uma festa pagã de maneira alguma. É uma festa radical, típica e fundamentalmente cristã.
Celebremos com a santa mulher, Maria, mãe de Jesus, que cantou após o menino saltar em seu ventre: “A minha alma engradece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador!”.
… Finalmente, você tem todo direito de não celebrar o natal, obviamente, a data não é uma ordenança bíblica. Mas você considerar ou acusar de pagão ou neopagão cristãos reunidos em família para celebrar e agradecer a Deus pelo que João disse: “O Verbo se fez carne e habitou entre nós.” Isto sim é pagão, muito pagão, é a mais pura perda de discernimento histórico e da noção de que Deus deu riquezas às nações, e que o cristianismo teve o poder de redimir seu sentido para Cristo.

“Esta noite, em Belém, a cidade de David, nasceu o Salvador – sim, o Cristo, o Senhor. É assim que o reconhecerão: encontrarão a criancinha envolvida em panos e deitada numa manjedoura. E eis que, de repente, se juntou outro grande grupo de anjos, louvando Deus: Glória ao Senhor, no mais alto dos céus, paz na Terra aos homens a quem Deus quer bem.” São Lucas

Um Natal diferente e prática da nossa missão. Lindo o engajamento de jovens de vários movimentos, como o Movimento Mosaico, tornando a ceia de Natal de moradores de rua de Goiânia mais humano e cheio do amor de Cristo na prática. Clica no link e saca só: http://g1.globo.com/goias/videos/t/…

Criança, consumo e espiritualidade


Esse foi o Fórum de Pais realizado pela Ibab, com o tema “Criança, consumo e espiritualidade.

Vale a pena tirar um tempinho para assistir esse vídeo amigos! Foram abordados temas que vão muito além do próprio título do evento. Recomendo!

Participantes:

Ed René Kivitz
Daniel Barros
Dra. Ana Olmos

Se quiser saber mais sobre paternidade e os desafios dessa jornada acesse o VIDA BOA DE PAI. Mais que um blog, mais que boas sacada nas redes sociais… Uma plataforma relacional de pais que não terceirizam o seu papel na família e na sociedade. Te espero por lá!

1º Encontro Vida Boa de Pai


Quem acompanha o projeto Vida Boa de Pai sabe que ele não nasceu para ser algo apenas virtual, mas para que através da nossa conexão, possamos nos despertar para temas importantes e relevantes na construção de uma sociedade melhor. Acreditamos que a paternidade é fundamental para isso!

É com muita satisfação que teremos o nosso 1º encontro no mês de Agosto, logo após o Dia dos Pais! Será em Goiânia e com a grande parceria da ONG Total Educação e Cultura.

Quem vai falar pra gente é o Paulo Júnior, que é um paizão e coordenador da Total Educação e Cultura. Ele vai falar sobre “A paternidade e os dias de hoje”, um tema urgente e relevante para nós amigos!

Será um encontro inédito de homens (pais ou não) que entendem a importância de se conversar sobre família e principalmente PATERNIDADE nos dias de hoje. Quais são os nossos maiores dilemas e desafios? Como enfrentá-los? Qual o nosso papel, como homem e pai, na construção de uma sociedade mais justa, saudável e sustentável?

Teremos um coffee break e outras surpresas, por isso será cobrado uma pequena taxa de R$ 20,00 para cobrir as despesas, mas se tivermos mais entradas financeiras todas elas serão revertidas para a ONG Total. Bom demais né paizão!?

Vamos participar, divulgar e engajar nessa causa que é a nossa!! PATERNIDADE saudável, participativa e inteligente!

VIDA BOA DE PAI

Entendemos que o pai tem o poder de moldar o caráter de seus filhos. E assim esses cidadãos “moldados” causam impactos, sejam eles positivos ou negativos, em sua geração. Vivemos uma realidade desafiadora para os homens (pais), pois liderar uma família em meio ao caos reinante na sociedade atual, para muitos tem sido como nadar de forma incessante sem encontrar uma praia sequer para descansar os seus braços cansados.

O termo “Vida Boa de Pai” não foi criado com a ilusão de que a paternidade envolve apenas momentos bons. Em sua totalidade vivemos mais com o coração na mão do que dentro do peito! Mas ele vem da inspiração do ‘todo’, de que ser pai é muito bom em todos os sentidos! E que não são os momentos ruins ou os desafios que parecem invencíveis que nos fará desanimar nessa “missão”! Por isso a ideia de andar junto com outros pais, equipando, ouvindo e aprendendo.

A PATERNIDADE E OS DIAS DE HOJE

Em uma sociedade globalizada e repleta de desafios contemporâneos, precisamos exercer a arte do diálogo e da troca de experiências entre nós mesmos. Como afirma o médico, cientista e escritor Augusto Cury: “Nossas crianças e adolescentes estão sendo saturadas de informação. Uma criança de sete anos tem mais informação do que um Imperador Romano tinha no auge de Roma.” Diante dessa realidade a pergunta é: E nós os pais? Como reagimos a essa nova realidade?

Para o também médico Içami Tiba os filhos são como navios. E eles foram feitos para singrar os mares e a maior segurança para os navios está no porto. Quando começamos a identificar navios sem rumo, deficientes e sem noção de papel e propósito, só podemos entender que estamos em uma época de poucos e capacitados portos para eles. Os desafios dos mares são enormes, não podemos como pais terceirizar o nosso papel ou simplesmente sermos omissos nessa jornada.

Pesquisadores da Universidade de Connecticut (EUA) estudaram o poder da rejeição e esse novo estudo sugere que a figura paterna na infância pode ser mais importante para a criança do que a materna! Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Paulo Borges Júnior é casado com Lana Borges e pai de cinco filhos. Preside a Total Educação e Cultura, uma instituição educacional sem fins lucrativos, que tem o propósito de cooperar com a transformação da sociedade. Com projetos e serviços que operam junto à iniciativa privada, a Total Educação e Cultura promove princípios e valores de coparticipação e responsabilidade mútua das pessoas físicas, jurídicas e públicas para uma vida melhor para todos. Também é escritor e pastor, sendo um dos fundadores e coordenador do Ministério Sal da Terra.

*Teremos coffee break durante o evento.
**Vagas limitadas.

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Revolução afetiva, amizade e os 4 Amores de C. S. Lewis


Tempo que não passo por aqui amigos. Sei disso e tenho saudades de perambular por essas bandas “bloguianas” com vocês.

Pois bem… Como tenho pensado em passar mais vezes por aqui (não é uma promessa e sim um pensamento, ok?) escolhi postar um vídeo sensacional de um amigo. E posso dizer isso porque ler o que ele escreve e ouvir o que ele fala nos faz sentir amigos íntimos ou inimigos públicos (risos). No meu caso, virei amigo íntimo mesmo sem conhecê-lo pessoalmente.

Neste breve vídeo o Guilherme de Carvalho fala sobre os 4 Amores de C. S. Lewis. Guilherme é pastor, pai, esposo, e responsável pelo L’abri Brasil em Belo Horizonte.

O vídeo foi gravado pela galera do Movimento Mosaico (prazer enorme fazer parte desse movimento) que trabalha em cima de um tripé sensacional: Amor >> Serviço >> Reino. Conteúdos de muita qualidade buscando sempre reatar as redes da fé.

Blog Vida Boa de Pai


Pensei no nome Vida Boa de Pai no exato momento que tirei essa foto dos meus filhos Ana Clara (8) e David (5). Na época morávamos em Lisboa – Portugal e eu sempre pratiquei a cultura de ir ao parque com eles. Tínhamos, ou melhor, temos um lema “Sábado é dia de parque”! E pensei… “como eles voam”! E logo depois… “tenho que ser grato, pois ser pai torna a minha vida muito boa! Eu tenho uma vida boa de pai” #vidaboadepai.

vida boa de pai

Sou marido apaixonado e um pai babão! Amo minha família com toda a força do meu coração! Só quem é pai sabe do que estou falando. Como essa nova etapa mexe com a gente! Não tem homem, por mais durão que seja, que não encha os olhos de água e o coração de alegria quando vê pela primeira vez o seu filho ou filha na maternidade.
Mas o que fazer a partir de agora? Como agir? Como prosseguir?

 
O blog Vida Boa de Pai nasceu para conversarmos, partilharmos e aprendermos mais sobre paternidade. Por lá você vai encontrar artigos, depoimentos, histórias, dicas, eventos, vídeos, produtos e muito mais coisas para nós os ‘Pais’. Acredito piamente que “Ser pai é a melhor coisa do mundo!”

O termo “Vida Boa de Pai” não foi criado com a ilusão de que a paternidade envolve apenas momentos bons. Em sua totalidade vivemos mais com o coração na mão do que dentro do peito! Mas ele vem da inspiração do ‘todo’, de que ser pai é muito bom em todos os sentidos! E que não são os momentos ruins ou os desafios que parecem invencíveis que nos fará desanimar nessa “missão”!

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O blog busca inspirar pais e futuros pais, conectar pessoas, resgatar elos quebrados e porque não ajudar famílias inteiras… Acredito que “Ser pai é a melhor coisa do mundo!” Junte-se a nós na comunidade #vidaboadepai e se você tem interesse em compartilhar momentos especiais, inspirar outros pais, contar histórias ou fazer um depoimento, quero te incentivar a nos enviar um e-mail para: eutenho@vidaboadepai.com.br.

Brasil no atoleiro


Antes de ler o que escrevo abaixo é melhor ler essa matéria AQUI da Infomomey ou a matéria completa do Economist em português AQUI no Estadão.

Importante destacar alguns pontos dessa matéria (além da capa que ficou sensacional!):

  1. Bagunça desde anos 90 (sério?)
  2. Um verdadeiro atoleiro (e dos grande sô)
  3. Realmente vendida como uma falsa promessa (sabe de nada inocente)
  4. Sair dessa seria difícil p/ uma grande liderança, imagina pra ela (que é fraca)
  5. Dos BRICS estamos melhores que a Rússia (e?)
  6. Os problemas podem ir mais fundo (imagina só! Não, melhor não)
  7. O tempo de reagir é agora (concordo, mas… como? quem? quando mesmo?)

Que a coisa está feia… Está! Mas o que fazer? Será que já não tínhamos que ter feito nas urnas meu povo? Impeachment por impeachment agora resolve? Vamos aos substitutos por ordem:

No cenário atual, se a Presidente Dilma sofresse impeachment quem assume é o seu Vice-Presidente Michel Temer. E se este também sofresse um impeachment, quem assume é Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Se Cunha também saísse, quem assume é Renan Calheiros (PMDB-AL). Na linha de sucessão o próximo seria Ricardo Lewandowski.

Com certeza tem aqueles que não concordam (tem gente até que acha a Dilma e o PT ótimos para o Brasil) mas essa linha de sucessão é ou não é uma verdadeira confusão!! E sinceramente em uma areia movediça dessa que estamos assentados, esses caras só vão mexer, mexer, mexer e nos afundar ainda mais!

Impunidade não! E deixar como estar, impunes, nunca! Mas vamos lutar para que a justiça seja feita em prol de um Brasil realmente democrático e com mais justiça social (será utopia?). Tem muita gente nossa morrendo a toa e por conta dessa bagunça. Na omissão do Estado o povo sofre, mas também se levanta! Mas se levanta consciente, entendido dos seu atos e responsável pelos mesmos. Temos memória muito curta e insistimos em não aprender com os nossos erros! A nossa urna não reflete a revolta ou o clamor de um povo, mas reflete as tramóias e estratégias publicitárias de campanhas milionárias de ilusão de ótica e de emoções.

Somos novos como país, como República, democracia e aí vai… Mas não precisamos ser tão “inocentes”, ao ponto de cairmos no conto da “carochinha” de quatro em quatro anos.

O grande amor de Deus por Max Lucado


Centenas de metros abaixo da minha cadeira há uma lagoa, uma caverna subterrânea de água cristalina conhecida como o Lençol Freático de Edwards. Nós Texanos do sul do estado sabemos muito sobre este lençol. Nós conhecemos seu comprimento (280 quilômetros). Nós conhecemos seu fluxo (de oeste para leste, exceto debaixo de San Antonio, onde corre de norte para sul). Nós sabemos que a água é pura. Fresca. Ela irriga fazendas e gramados e abastece piscinas e sacia a sede. Nós sabemos muito sobre o lençol d’água.

Mesmo conhecendo tantos fatos, há um essencial que não fazemos idéia. Nós não sabemos seu tamanho. A profundidade da caverna? Um mistério. Número de litros? Incomensurável. Ninguém sabe a quantidade de água que o lençol contém.

Assistindo o boletim meteorológico noturno você pensaria o contrário. Os meteorologistas dão atualizações regulares no nível do lençol freático. Dá-se a impressão que a quantidade de água é calculada. “A verdade é”, um amigo me explicou, ‘ninguém sabe quanta água tem lá embaixo.”

Será que é possível? Eu decidi descobrir. Eu chamei um técnico em conservação hídrica. “É verdade”, ele confirmou. “Nós fazemos estimativas. Nós tentamos medir. Mas a quantidade exata? Ninguém sabe.” Impressionante. Nós a usamos, dependemos dela, pereceríamos sem ela …mas, Medi-la? Nós não conseguimos.”

Isto lhe faz lembrar outra piscina imensurável? Pode ser. Não uma piscina de água, mas uma piscina de amor. O amor de Deus. Lençol freático fresco. Tão puro como a neve de abril. Um gole relaxa a garganta sedenta e amolece o coração endurecido. Deixe uma vida imergir no amor de Deus e veja-a emergir limpa e transformada. Nós conhecemos o impacto do amor de Deus.

Mas o volume? Ninguém jamais o mediu.

Meteorologistas morais, preocupados se nós poderíamos esvaziar a provisão, sugerem o contrário. “Não beba profundo demais”, eles acautelam, recomendando porções racionadas. Afinal de contas, algumas pessoas bebem além da sua conta. Terroristas e traidores e aqueles que batem nas esposas, deixe tais vilões (salafrários, cafajestes ?) começar bebendo, e eles podem tomar demais.

Mas quem já conheceu as profundidades do amor de Deus? Somente Deus. “Quer ver o tamanho de meu amor?” ele convida. “Suba pelo caminho sinuoso de fora de Jerusalém. Siga os pontos de terra ensangüentada até chegar à colina. Antes de olhar para cima, pare e ouça-me sussurrar, ‘Isto é quanto amo eu você.’”

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Músculos rasgados por chicote cobrem suas costas. Regatos de sangue descem pelo rosto dele. Os olhos e lábios dele estão fechados pelo inchaço. Punhados de barba foram arrancados. A dor é incendiante. Enquanto se enverga para aliviar a agonia das pernas, sua via aérea fecha. Ao ponto de sufocar, ele empurra músculos perfurados contra o prego e se arrasta para cima na cruz. Ele faz isso por horas. Dolorosamente, para cima e para baixo, até a força dele e as nossas dúvidas acabarem.

Deus lhe ama? Veja a cruz e veja sua resposta.

Deus o Filho morreu por você. Quem poderia ter imaginado tal presente? Na época quando Martinho Lutero estava tendo a Bíblia dele impressa na Alemanha, a filha de um tipógrafo encontrou o amor de Deus. Ninguém tinha lhe falado sobre Jesus. Por Deus, ela sentia nenhuma emoção, senão o medo. Um dia, ela juntou pedaços da Escritura caídos no chão. Num papel ela achou as palavras, “Porque Deus amou o mundo de tal forma que ele deu…” O resto do versículo ainda não havia sido impresso. Mesmo assim, o que ela viu foi o bastante para a comover. A idéia que Deus daria qualquer coisa a moveu de medo para alegria. A mãe dela notou a mudança de atitude. Quando perguntou a causa da felicidade dela, a filha tirou o pedaço amassado de parte do versículo do seu bolso. A mãe leu e perguntou, “O que foi que ele deu?” A criança estava perplexa por um momento e depois respondeu, “Eu não sei. Mas se Ele nos amou o bastante para nos dar qualquer coisa, nós não devemos ter medo dEle.”

Se Deus tivesse dado uma grande idéia, ou uma mensagem lírica, ou um cântico infinito … mas ele se deu. “Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.” (Efé 5:2 NVI). Que espécie de devoção é esta? Procure a resposta na categoria “infalível.” A santidade de Deus exigia um sacrifício sem pecado, e o único sacrifício sem pecado era Deus o Filho. E, desde que o amor de Deus nunca deixa de pagar o preço necessário, ele o fez. Deus lhe ama com um amor infalível.

Inglaterra vislumbrou um amor parecido em 1878. A segunda filha da Rainha Victoria era a Princesa Alice. O filho dela, aos quatro anos, ficou infectado com uma aflição horrível conhecida como difteria preta. Os médicos quarentenaram o menino e avisaram a mãe para se manter afastada dele.

Mas ela não pôde. Um dia ela o escutou sussurrando para a enfermeira, “Por que minha mãe não me beija mais?” As palavras derreteram o coração dela. Ela correu ao filho e o cobriu de beijos. Dentro de alguns dias, ambos foram enterrados.

O que levaria uma mãe a fazer algo assim? O que levaria Deus a fazer algo maior? Amor. Ligue a maior ação de Deus ao maior atributo de Deus – o seu amor.

Mas como é que o amor de Deus se enquadra com o tema deste livro? Afinal de contas, “Não gira em torno de mim.” Se não gira em torno de mim – será que Deus se preocupa comigo? A prioridade de Deus é a glória dele. Ele ocupa o centro do palco, eu carrego as peças do cenário. Ele é a mensagem, eu sou apenas uma palavra. Isto é amor?

Sem dúvida. Você realmente quer o mundo revolvendo ao seu redor? Se “tudo gira em torno de você”, então “tudo é por sua conta”. Seu pai lhe poupa de um fardo tão grande. Enquanto você é valioso, você não é essencial. Você é importante, mas não indispensável.

Ainda não acha que isso é boa notícia?

Talvez uma história seria útil. Meu pai, um mecânico de campo de petróleo, nunca conheceu um carro que ele não pôde consertar. Esqueça de tacos de golfe ou raquetes de tênis, os brinquedos de meu pai eram alicates e chaves de fenda. Ele apreciava uma máquina acabada. Uma vez, enquanto ele estava nos dirigindo para visitar a irmã dele no Novo México, o carro soltou uma válvula. A maioria dos homens teria gemido todo o caminho até a oficina mecânica. Meu Pai, não. Ele chamou um caminhão de reboque e sorriu o resto do caminho até a casa da minha tia. Até hoje eu desconfio de sabotagem paterna. Uma semana de bate-papo familiar o repulsava. Mas uma semana debaixo do capuz? Esqueça do café e biscoitos. Dê-me o escape. Pai fez com um motor V-8 o que Patton fez com um pelotão–ele o fez funcionar.

Ó, se o mesmo pudesse ser dito do filho mais novo dele! Não pode. Meu problema com mecânicos começa com as duas extremidades do carro. Eu não consigo lembrar onde fica o motor. Qualquer um que confunde a estepe com a correia do ventilador provavelmente não tem talento para conserto de carro.

Minha ignorância deixou meu pai em uma posição precária. O que faz um mecânico qualificado com um filho que é qualquer coisa menos isso? Enquanto você começa a formular uma resposta, eu posso fazer esta pergunta – o que faz Deus conosco? Sob o cuidado dele, o universo funciona como um relógio Rolex. E os filhos dele? A maioria de nós temos dificuldade em manter as contas num talão de cheques. Então, o que é que ele faz?

Eu sei o que meu pai fazia. Muito para o crédito dele, ele me deixava ajudá-lo. Segurando alicates, limpando velas de ignição – ele me dava trabalhos para fazer. E ele sabia dos meus limites. Jamais ele disse, “Max, desmonte aquela transmissão, certo? Uma das engrenagens está quebrada.” Nunca disse isso. Em primeiro lugar, ele gostava da transmissão dele. Também, ele me amava. Ele me amava demais para me dar demais.

Deus faz assim. Ele conhece suas limitações. Ele está bem atento às suas fraquezas. Da mesma forma que você não poderia morrer pelos seus próprios pecados, você nem tampouco pode resolver a fome mundial. E, de acordo com ele, está tudo bem. O mundo não está dependendo de você. Deus lhe ama demais para dizer que é tudo gira em torno de você. Ele mantém o cosmos funcionando. Você e eu jogamos serragem nas manchas de óleo e o agradecemos pelo privilégio. Nós espiamos debaixo do capuz. Nós sabemos o que custa cuidar do mundo e sábios somos ao deixar nas mãos dele.

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Dizer que não gira em torno de você não é dizer que você não é amado, muito pelo contrário. É porque Deus o ama que não gira em torno de você.

E, ó que amor isto é. É “maravilhoso demais para ser medido” (Efé. 3:19). Mas embora não possamos medi-lo, eu posso lhe exortar a confiar nele? Alguns de vocês têm tanta fome de um amor como este. Aqueles que deviam ter lhe amado não fizeram. Aqueles que poderiam ter-lhe amado não queriam. Você foi deixado no hospital, abandonado no altar. Deixado com uma cama vazia, deixado com um coração quebrado. Deixado com sua dúvida, “Será que alguém me ama”?

Por favor escute a resposta do céu. Enquanto você o observe na cruz, ouça Deus assegurar, “Eu lhe amo”.

Provavelmente um dia alguém achará o limite do lençol freático de água do Sul do Texas. Um submarino robótico, ou até mesmo um mergulhador; descerá pela água até que bata no chão firme. “Nós descobrimos as profundidades”, jornais anunciarão. Alguém dirá o mesmo do amor de Deus? Não. Quando o assunto é água, nós acharemos o limite. Mas quando é o amor dele, nós nunca o iremos.
Copyright © 2004 Max Lucado.
Integrity Publishers, Nashville, Tn.

Superação para 2015 – você pode!


Por Craig Ballantyne

“Saiba que a mudança positiva na sua vida É POSSÍVEL. Em qualquer idade, em qualquer situação, em qualquer área da sua vida.

Apesar de poder parecer que está piorando ou você sentir-se soterrado/a, apesar de todos os obstáculos, você PODE SUPERAR essas dificuldades.

As coisas vão melhorar, acredite.

Flores podem crescer em pequenos buracos na calçada ou na parede. Pessoas em situações bem piores do que a sua foram capazes de superar e ter sucesso.

Então… chega de desculpas!

Você consegue, você é capaz.

Mesmo que seja um pequeno passo, avance.

Siga em frente. Um passo por vez, um passo para a frente.

Comece hoje.

Comece agora.

Não importa tudo que já aconteceu. Importa o que VOCÊ vai fazer AGORA.

Olhe para a frente.

Tome a decisão certa.

Procure o apoio das pessoas certas.

Busque as metas e objetivos certos.

Faça o que é certo. Faça o que pode.

Você pode.

Eu acredito em você!”

Recebi esse pequeno (mas excelente!) texto na E-zine da Venda Mais que o Raul Candeloro prepara todas as semanas. Espero que gostem!