Não basta ser gestor, tem de participar


lideranca-compartilhada-veraResultados, reuniões, indicadores, orçamento são palavras muito comuns nos corredores do mundo corporativo. Nesta dinâmica, muitos gestores se veem pressionados pelo negócio e caem na armadilha da falta de tempo, na busca incansável de suas metas e se esquecem de suas equipes, que participam deste corre-corre, muitas vezes não compreendendo os objetivos corporativos e como podem contribuir.

Mas será que a equipe conhece estas metas? Sabe o que é esperado do time? Recebe um retorno sobre seu trabalho? “Não tenho tempo e tempo é dinheiro”, muitos gestores pensam. Outros acreditam que os funcionários que não estão informados e não entendem o ritmo corporativo, possuem falta de comprometimento e baixa performance.

Esta pode ser uma variável importante, mas antes o gestor deve se perguntar: Será que estou fazendo meu papel? Não basta ser gestor, tem de participar.

Para um processo de gestão efetivo, o gestor deve avaliar se está exercendo o kit básico da liderança de pessoas: conhecer sua equipe, estabelecer metas claras, definir métricas e formas de acompanhamento, saber ouvir e dar / receber feedback. São 5 atitudes que fazem a diferença para uma equipe comprometida e com ótimos resultados.

O gestor que conhece sua equipe extrai as potencialidades de cada integrante de forma a agregar para as atividades e projetos realizados, desenvolvendo um plano de ação efetivo e consistente para melhoria de competências essenciais para o negócio e seus objetivos de carreira.

Um gestor que conhece sua equipe pode desenvolver metas desafiadoras em parceria com seu time criando comprometimento, alinhamento e clareza. Todos conhecem suas metas organizacionais e caminham para o mesmo lugar e podem como equipe se apoiar. Muitos gestores não comunicam as metas para sua equipe, acreditando que estes possuem informação e clareza onde ao invés, estão perdidos e muitas vezes com foco em atividades não produtivas. Se eu conheço o que preciso alcançar, o caminho terá mais foco.

Metas claras precisam de indicadores alinhados, pois assim o gestor co-participa e co-responsabiliza sua equipe, desenvolvendo um planejamento eficaz, com atividades e prazos desafiadores e tangíveis. Com sua equipe no caminho certo, o gestor pode dar foco em ações estratégicas e acompanhar a performance de sua equipe.

Através de um bom acompanhamento, o gestor atua com feedbacks pontuais e claros ao colaborador ao invés de aguardar apenas duas vezes ao ano, a avaliação de desempenho para pontuar melhorias e ajustes, surpreendendo o colaborador que entendia que sua performance estava bem. O feedback é uma poderosa ferramenta no processo de gestão. É um retorno de como a performance, metas e comportamentos estão; um alinhamento entre duas partes – gestor e liderado, uma ajuste e revisão de planos onde o gestor alimenta o colaborador com pontos que caminham bem e ajustes e o próprio gestor se retroalimenta, recebendo observações em sua liderança e reforça pontos importantes do seu exemplo para a equipe.

Para que este processo de gestão possa fluir, a atitude de saber ouvir é essencial, pois cria uma via de mão dupla como um oxigênio, uma vez que constrói confiança, respeito, sinergia e parceria.

O kit básico da gestão de pessoas apresenta atitudes importantes para que o gestor crie sua identidade fortalecida e com proximidade de sua equipe, assim como um pai e seus filhos, que oferece de forma consciente e pertinente o que o colaborador precisa para se desenvolver, crescer na empresa e não apenas o que cada colaborador gostaria individualmente. É uma relação de ganha-ganha onde ambos crescem, se apoiam e geram valor para sua carreiras e resultados na organização.
Portanto, não basta ser gestor, tem de participar.

Por: Aline Gomes- Executive coach
Via: Blog Hunter
Imagem Fonte: Reprodução

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5 formas de usar mídias sociais para vender mais


Costumo ler e gosto bastante das Revistas e Newsletters da Venda Mais e da Revista da Liderança (mesmo grupo). O Raúl Candeloro é um grande palestrante, consultor, autor, editor chefe, CEO, empreendedor e acima de tudo vendedor. Ele resolveu então, com certeza não teria como deixar de falar, escrever um artigo com dicas de Social Media para se vender mais. Como o cara é “o cara” das vendas, é claro que a gente presta atenção. E eu resolvi postar aqui no blog as dicas que ele deu. Na minha opinião estão na corrente do assunto e de forma simples, prática e direta ele deixou excelentes dicas para o pessoal. E aqui vão elas:

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1) Infográficos no Pinterest/Facebook/Linkedin: uma coisa simples que pode ser muito melhor trabalhada pelas empresas são infográficos. (Uma busca rápida por “Como fazer um infográfico” no Google vai lhe dar excelentes ideias).

Minha sugestão aqui é fazer um infográfico de “7 coisas que você precisa saber/perguntar antes de comprar… (seu produto ou serviço)”. Ou seja, 7 (ou 5, ou 10) perguntas que todo cliente deveria fazer ANTES de comprar.

Sugestões parecidas poderiam ser “X coisas que você deve tomar cuidado ao comprar…”, “X maiores erros ao comprar…” e coisas do estilo.

A ideia aqui é EDUCAR os compradores, e fazer isso de maneira visualmente atraente. Infográficos são ótimos para isso.

Você então cria uma lista de coisas que o comprador deveria fazer/saber, cria o infográfico e posta nas suas redes sociais (Pinterest é perfeito para isso, assim como Facebook. Pode ser aproveitado também no Linkedin).

Esse infográfico post deveria levar a uma página do seu site em que a pessoa pode:

a) fazer um teste rápido (respondendo se o seu fornecedor atual tem essas 7 coisas, por exemplo) ou
b) ler um artigo mais completo sobre o assunto, com mais dicas.

Essa página do site termina sempre com um chamado à ação: deixe seus dados para que nós entremos em contato, clique e compre, etc.

2) Twitter + hashtags: a hashtag (símbolo #) virou uma mania entre os twitteiros, que a usam às vezes de maneira errada e exagerada (esta paródia do Justin Timberlake e Jimmy Fallon tira um ‘sarro’ desse exagero: http://www.youtube.com/watch?v=57dzaMaouXA).

Mas quando usada corretamente, a hashtag pode ser bem eficiente. Uma ideia criativa aqui é criar uma campanha de vendas com a sua própria hashtag, mas com um toque social.

Você cria uma hashtag promocional e coloca um contador no seu site. Cada vez que alguém twitta ou retwitta uma mensagem com a sua # promocional, o contador avança +1. Quando o contador chega a 1000, dispara automaticamente a promoção (20% de desconto, por exemplo).

Um outro pró desta promoção é que, como a pessoa tem que usar a hashtag para receber o benefício, essa hashtag acaba servindo como código de controle – você sabe exatamente de onde esse cliente veio.

Note que a ideia toda é fazer com que as pessoas participando, principalmente as mais ativas e mais interessadas, queiram divulgar a promoção. Afinal de contas, ela só passa a valer quando chegar-se a um número mínimo.

A mesma lógica pode ser usada no Facebook (usando likes/compartilhamentos), Youtube (likes/compartilhamentos), etc.

3) A 3ª ideia é mais simples, mas como vejo que nunca é utilizada, vou falar sobre ela. É simplesmente uma questão de organização e foco.

Nas suas mensagens em mídias sociais, recomendo que você categorize os posts. Assim fica fácil as pessoas filtrarem melhor o que querem, sem irritá-las com material desnecessário (o que faz com que elas acabem parando de seguir você ou descadastrem seu e-mail).

A melhor forma de fazer isso é usando palavras-chave no começo da mensagem, de preferência no título. Funciona muito bem em mídias sociais.

Exemplos de categoria de post/informação que você pode usar:

– [Pré-venda]
– [Lançamento]
– [Novidades]
– [Assista/Vídeo]
– [Brinde]
– [Sorteio/Promoção]
– [Cupom de desconto]
– [Oferta especial]
– [Artigo]

Esse tipo de categorização faz com que, na média, sua taxa de abertura/leitura de mensagens melhore.

4) Ofertas especiais: Crie uma promoção no Facebook só para quem dá ‘likes’ na sua página.

A melhor maneira de fazer isso é criando o que se chama de ‘landing page’, uma página inicial customizada que as pessoas encontram quando visitam sua página no Facebook pela primeira vez. Ao dar o ‘like’, ela pode receber um cupom, um e-book, um brinde, etc.

5) Kit surpresa: A 5ª ideia é uma das que mais gosto e que uso com frequência. É o uso de pesquisas entre clientes usando mídias sociais como ferramenta de divulgação.

Exemplo que usei recentemente com sucesso foi a pesquisa que fiz sobre os maiores erros cometidos pelos vendedores (na opinião dos próprios vendedores). O resultado da pesquisa virou um artigo, um vídeo e vários posts no FB/twitter. Também usei os resultados no e-mail marketing que vendia o curso on-line Alta Performance em Vendas. O resultado foi um sucesso: chegamos a 700 inscritos.

Você também pode fazer o mesmo: basta fazer uma pesquisa rápida com seus clientes sobre algum tema relacionado à sua área (maiores dificuldades é sempre um tema que repercute) e depois você posta resultados nas mídias sociais.

Isso posiciona você como expert , mas para realmente provocar vendas (ou pelo menos geração de leads/prospects qualificados) você precisa ir um passo além: oferecer algo para download que permita que você capture o nome/e-mail (e, se possível, telefone de contato) dos interessados. Isso entra num ‘funil de vendas’ onde se faz o follow-up com uma sequência de contatos (geralmente via e-mail).

Isso pode ser feito oferecendo para download/baixar um check-list em pdf, por exemplo, ou uma planilha, uma apresentação em slides, um vídeo, um e-book… enfim, qualquer coisa que ajude o cliente a saber mais (educando o cliente, mais uma vez) ou que ele/ela valorize.

Essas são 5 ideias rápidas e simples para vender mais usando mídias sociais po Raúl Candeloro da Venda Mais.

Sucesso e ARREBENTA!

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Fonte imagem: Reprodução

Saia da zona de conforto e seja proativo


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 Entrevista da jornalista Diana Araujo, que foi publicada na revista Liderança Digital, com Cristiano Kanashiro. Ele é CEO e fundador da Kanamobi com mais de 14 anos de experiência nos mercados de publicidade, telecomunicações e tecnologia. Ele já atendeu clientes como Nestlé, Unilever, HBO, Mastercard, Itaú, Globo entre outros. Na entrevista, Kanashiro falou sobre como liderar e motivar seus colaboradores com criatividade e inovação.

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1. Como você se define?

Um profissional arrojado e decidido. Acordo todos os dias de manhã com vontade de trabalhar, amo o que faço e isso é fundamental em qualquer segmento. Trabalhar por prazer, o dinheiro ou reconhecimento é a consequência de um bom desempenho. Procuro sempre buscar o melhor de mim e a cada não que recebo, é uma grande oportunidade para aprender, entender e aprimorar o trabalho.

 2. Você acredita que só motivar-se por algo resolve?

Isso é bem relativo. Quando falamos de motivação de uma empresa em relação aos seus colaboradores não podemos tratar como único ou generalizado, é pessoal. Agora, quando tratamos da nossa motivação por algo, eu acredito que vamos fazer o máximo para desempenhar o melhor trabalho e assim tentar alcançar os nossos objetivos.

3. Em sua opinião, o que é mais importante para se superar?

Saia da zona de conforto e seja proativo. Os pontos mais importantes para você se superar é a motivação por algo pessoal ou profissional, percepção de como está o seu desempenho e de como pode melhorar, seja crítico consigo mesmo.

4. Como você define o seu perfil de liderança?

Procuro ouvir mais os colaboradores independente da hierarquia, não preciso saber todas as respostas, mas preciso fazer todas as perguntas. Procuro conhecer as pessoas e respeitar as diferenças culturais. Faz parte do meu perfil delegar boa parte das atividades, pois é desta forma que podemos dar a oportunidade para que os profissionais cresçam e se sintam motivados com as novas responsabilidade adquiridas.

5. Qual é a melhor estratégia para motivar uma equipe?

A melhor estratégia para motivar uma equipe ou profissional e conhecendo-os. Saber quem são e o que buscam. Procuro desenvolver um plano de incentivo e reconhecimento de acordo com a area de atuação.

6. Como você estabelece as metas para os trabalhos que lidera?

Primeiramente as metas estabelecidas devem ser factíveis, procuro apresentar os cenários e sempre discutir com os colaboradores. Por exemplo, toda empresa busca um faturamento arrojado, mas não adianta você planejar uma meta que esteja fora do alcance do profissional, a pressão pela busca do resultado irá gerar um desconforto. É importante analisar a condição mercadológica e habilidade do profissional para cada meta definida.

7. As empresas precisam inovar para continuar crescendo no mercado. Qual é a importância das equipes estarem atentas à necessidade de novas estratégias?

As empresas precisam inovar para continuar crescendo, entretanto, quando falamos de inovar não é somente no desenvolvimento de um novo produto ou tecnologia. As empresas devem inovar em tudo, na forma do atendimento, no processo interno, inovar em novos modelos de negócios e condições de trabalho. O conjunto da inovação agrega valor a empresa e traz grandes resultados.

8. Como você escolhe os seus desafios?

Quando penso em desafio, logo vem em minha cabeça algo que pretendo contribuir ou agregar a empresa. Geralmente os desafios são definidos dentro de um plano no qual desejo alavancar os negócios da empresa, inovar ou reestruturar. Em cima de um objetivo definido podem surgir inúmeros desafios o qual escolho sempre o que me trará retorno recorrente e não pontual.

9. É possível liderar com criatividade?

Entendo como liderança criativa a forma do líder interagir com as pessoas e se relacionar de forma diferenciada. O meu pensamento e atitude em relação aos profissionais é a seguinte: eles ficam mais tempo na empresa do que em casa com a sua família, logo, o ambiente que proporcionarmos deve permitir um clima onde se sintam felizes, motivados  e vejam a empresa não apenas como um emprego, e sim um local de crescimento onde possam contribuir e ser reconhecidos profissionalmente, realizados pessoalmente e/ou financeiramente.

10. Qual a importância da inovação na liderança?

Inovar na liderança é fundamental para encontrar novos caminhos para motivar, engajar e aproveitar ao máximo a produção da equipe de forma diferenciada.

Sucesso e ARREBENTA!

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Fonte imagem: Reprodução Internet

Comprar o que não se vê


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O setor de serviços cresce no Brasil e em boa parte dos países ditos industrializados. Estima-se que em 2014 nos EUA, de cada cinco novos empregos criados, quatro serão no setor de serviços.

No Brasil, o PIB em 2012 (IBGE – março/2013), atingiu R$4.403 trilhões, sendo o setor de serviços responsável por 68,4% do PIB total, dividindo os 31,6% restantes entre a indústria e o agronegócio. É uma importância e tanto!

Os serviços estão por toda parte em quase tudo do que realizamos. Não passamos uma hora sequer, sem consumir alguma modalidade de serviços.

Para avaliarmos melhor como funciona o marketing aplicado a serviços, é interessante entender que serviços, diferente de produtos – coisas físicas, palpáveis –, têm suas  características particulares.

Serviços são intangíveis, não conseguimos pegar, cheirar ou sentir o seu peso, ao passo que serviços são esforços, ações ou desempenhos e contam com a presença do usuário e a produção-consumo é simultânea.

A intangibilidade significa que serviços não podem ser tocados, cheirados ou experimentados antes do ato da compra. Os espectadores de uma peça de teatro, por exemplo, não tem a certeza de que sairão satisfeitos do espetáculo, antes de assisti-lo. Não conseguimos determinar o peso dessa sensação numa balança. Para reduzir a incerteza, vendedores de serviços devem criar cenários e as condições para transmitir sinais que sejam interpretados como indicadores de qualidade pelos potenciais clientes. Quem oferece serviços deve impressionar na tangibilização, por meio de instalações caprichadas, um site de fácil consulta, um folder bem elaborado, um depoimento, um testemunhal reconhecido pelo público-alvo ajudam na redução da incerteza.

A percepção do usuário deve ser tocada de forma que ele sinta que receberá algo alinhado com suas necessidades e expectativas.

Adquirir um serviço é antes de tudo acreditar numa promessa!

O que pretende demonstrar o médico que exibe nas paredes do seu consultório, os vários diplomas que obteve estudando ou participando de congressos e palestras da sua especialidade? Certamente pretende transmitir ao paciente a credibilidade de um profissional experiente e capaz, que vai tratar da sua saúde com zelo e perícia.

O marketing de serviços precisa focar a qualidade na execução, dispondo de pessoas que gostem de pessoas, treinadas na difícil tarefa de satisfazer as necessidades, as expectativas e os desejos do usuário ou cliente.

Atender clientes de serviços com qualidade depende de bom planejamento, conhecimento das etapas quando o serviço estará vulnerável, dispondo de atendentes treinados e engajados no processo.

Outra característica importante dos serviços é que não são estocáveis. Se numa empresa aérea, um voo tem metade dos assentos vagos, esses assentos não poderão ser aproveitados num voo futuro. A receita foi perdida para sempre, não é possível recuperá-la.

Os compradores de serviços precisam de uma promessa clara do serviço e não é difícil comprar “gato por lebre”. O bom vendedor de serviços em sua essência deve acima de tudo, saber o que prometer.

Por Gilberto Cavicchioli (http://www.profissionalsa.com.br) para a E-zine da revista Venda Mais.
Fonte imagem: Reprodução

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Ler The Startup of You do Reid Hoffman é uma obrigação muito mais que agradável.



Estou a ler este livro e é fantástico, incrível e fabuloso!

Reid Hoffman é CEO e co-Founder do LinkedIn e ele é “o cara”! Se você não tem ideia de quem ele é, leia aqui.

Se tem alguém que pode nos ensinar sobre networking é ele!  As suas experiências Silicon Valley e não só são altamente inspiradoras e desafiadoras!

O livro The Startup of You é incrível! Trata-se de um manual da vida profissional e um apelo ao empreendedorismo!

O foco está na networking e menosprezar a sua rede de contatos é um erro imaturo e fatal! Nela está a solução que precisa, por isso, abra os olhos e principalmente a sua mente!

Vou “destrinchar” mais esse assunto em um outro post, mas por agora acompanhe esse vídeo com o Reid a fazer-nos uma apresentação do seu livro! Enjoy!

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

ARREBENTA!

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O empreendedor é sempre um super-herói


Você, empreendedor, faz tantas coisas e resolve tantos problemas que, no fim do dia, acha que só pode ser um super-herói? Pois saiba que pessoas como você compartilham muitas qualidades (e missões) com esses nobres personagens.

Jason Nazar, cofundador e CEO da Docstoc.com, site americano que fornece ferramentas para a criação e o crescimento de empresas, adaptou a missão e os valores do seu negócio para um formato de aventura épica. O resultado foi publicado no site do Young Entrepreneur Council e mostra, de maneira divertida, valores que todos os empreendedores podem ler quando precisam de uma força extra.

1. Os super-heróis nunca desistem. Como o Batman, você precisa insistir até o último suspiro. Os desafios são superados quando você se compromete de corpo e alma à persistência sem fim.

2. Os super-heróis sempre cumprem a tarefa. Se você não salva a garota da casa que está pegando fogo, não tem justificativa. Não existem motivos, somente resultados. Ou você salva todo mundo ou não. As zonas cinzentas são para Kafka, não para heróis de quadrinhos.

3. Os super-heróis são os melhores naquilo que fazem. O Flash é o mais rápido, e todos sabem disso. Se você é desenvolvedor, então você é o melhor do mundo, e todos na sua equipe sabe disso. Deixe que o talento floresça nas áreas em que aqueles superpoderes são mais necessários.

4. Os super-heróis têm objetivos muito claros. O Capitão Marvel pode ser meio atrapalhado, mas sabe qual é seu propósito. As startups morrem quando não têm missões claras.

5. Os super-heróis não são perfeitos. Eles têm falhas, assim como todos os membros do seu time. O objetivo não é a perfeição, e sim a busca pela perfeição.

6. Os super-heróis não buscam a glória – mas a alcançam de qualquer maneira. Não faça nada porque querem atenção. Se você fizer certo, conseguirá atenção de qualquer forma.

7. Os super-heróis ajudam uns aos outros. Eles ajudam a resolver os problemas das pessoas. As startups devem ser obcecadas com a maneira como vão ajudar clientes a solucionar problemas.

8. Os super-heróis podem fazer as coisas sozinhos, mas são mais poderosos em grupo. Montar o seu próprio time de super-heróis – com respeito mútuo, lealdade e camaradagem – é vital.

9. Os super-heróis obtêm força do seu caráter. Não importa o quão “super” você ache que é, a sua força vem do seu caráter, não do seu talento. Seja corajoso, respeitoso, honrado e altruísta.

10. Os super-heróis podem realizar façanhas enormes. O esforço para começar uma barraca de limonada ou para mudar o mundo é o mesmo. A sua meta não é desenvolver um produto ou conseguir audiência; é alcançar a maior façanha do mundo. Faça o produto, salve o mundo.

Via Papo de Empreendedor

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

ARREBENTA!

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O ‘Águia Poderosa’ dos ANGRY BIRD


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Não foi a produção de um 1° jogo que fez de Peter Vesterbacka o ‘Águia Poderosa’ e a sua empresa, alcançarem literalmente o espaço sideral (com uma ajudinha da NASA, claro!). Mas foi ao produzir o seu 52° jogo (incrível isso), o famoso e viciante ‘ANGRY BIRD’, que os lançou em órbita!

Esse cara tem muito o que dizer e ensinar e a malta já despertou para isso! Eu já escrevi algo sobre eles aqui no blog <<Marketing: Angry Birds querem dominar o mundo>>, mas vale a pena esse adendo especial, concorda?

Dá só uma olhada como ele explica a sua estratégia de marketing:

“Quando não se tem milhões para atirar à televisão tem de se ser esperto. Somos uma empresa de 300 pessoas de um país pequeno. Por necessidade, temos de fazer as coisas de forma diferente e com uma maior inteligência. Marketing não é sobre dinheiro.” Peter Vesterbacka ‘Águia Poderosa’ – criador do Angry Birds em entrevista para o Jornal Metro.

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

ARREBENTA!

@fottoni

Digital MKT in the wall


Passo todos os dias a caminho do trabalho em frente a um talho (açougue) no centro de Lisboa. Parecia um talho normal, até que hoje reparei em algo que chamou minha atenção! Literalmente… digital mkt in the wall!

Por mais que não seja talvez a melhor e a mais eficaz forma de divulgar a page do facebook da empresa, comigo funcionou e fui lá conferir…não tem nada demais e está desactualizada (erro mais comum do que se imagina), mas o potencial deste empreendedor é grande e merece respeito. Não sei quem é, mas vou fazer questão de conhecê-lo (depois publico aqui o resultado disso), pois tem iniciativa e está atento a evolução do mercado e a necessidade de adaptar-se ao mesmo.

#ARREBENTA

@fottoni

Vamos sujar as mãos!


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O futuro pertence aqueles que não têm xiliques pessoais e mentais com relação a “sujar as mãos” para trabalhar.

Exemplos:

1. Se for necessário bater perna na rua para encontrar clientes, o vendedor vai fazer!

2. Se for necessário distribuir santinho da empresa no semáforo, o marketeiro da empresa vai fazer!

3. Se for necessário vender a sua Pajero 2011 para pagar a conta de um fornecedor, o empresário vai fazer!

4. Se for necessário colocar o pedido do cliente no porta-malas do carro para entregar para o cliente, o cara de TI vai fazer!

5. Se for necessário trazer as próprias revistas que assina para atualizar a recepção da empresa, o cara do financeiro vai fazer!

VAMOS SUJAR AS MÃOS, PORRA!

By em BIZREVOLUTION

Classe Facebook – A treinar os empresários do futuro


Mark Zuckerberg quê? Na Universidade de Stanford, os alunos aprendem a criar empresas de sucesso. Os licenciados criaram companhias que valem milhões. “Vocês devem ter a capacidade de criar uma ideia de negócio e torná-la viável em apenas 40 minutos”, diz um dos professores.

A empresa fundada e gerida por Evan Reas tem dez trabalhadores e 6 milhões de dólares de fundos já investidos. O conceito do negócio é simples: No site lal.com há “flirt” entre os alunos. Ao que parece, os universitários dos EUA não “flirtam” o suficiente na vida real: milhares já visitaram o site.

O autor do site tem apenas 26 anos é um dos super-empresários treinados pela “Classe Facebook” da Universidade de Stanford. “A disciplina foi dada de uma forma extremamente prática”, diz Reas. “O professor Bj Fogg ensinou-nos o empreendedorismo na teoria, mas queria que o usássemos no mundo real, e que testássemos com pequenas experiências do que tínhamos aprendido.”

A disciplina, fundada por Foog e Dave MacClure em 2007, não criou apenas Reas e o lal.com. Na verdade, o seu grande resultado foi uma nova geração de empresa que fazem dinheiro através das aplicações do Facebook. Os alunos do primeiro ano criaram”apps” que têm já 16 milhões de utilizadores.

“O conceito é pioneiro”, explica o professor Fogg. “Os alunos controem algo real e põem-no a funcionar. Disse-lhes logo para desistirem se não gostassem de desafios. Cinquenta desistiram, 75 ficaram comigo.” Este curso é um treino para as futuras estrelas de Silicom Valley. Muitos deles são agora milionários, pelo menos no papel.

“O que fazíamos eram protótipos e produtos simples”, explica Akshay Kothari, 25 anos, que frequentou esta turma em 2010. Kothari fundou a Pulse.me, uma aplicação que permite aos utilizadores criar um “mosaico” com os seus sites de notícias favoritos. Desde o lançamento, há 14 meses, o Puls já te 5 milhões de utilizadores. Segundo Fogg, começar uma empresa de sucesso é mais fácil do que parece. “O maior erro das empresas é pensar de mais”, afirma. “Fazem produtos muito complicados. As aplicações de sucesso são simples. Digo aos meus aluno que têm 40 minutos para criar uma ideia e executá-la.”

Stress, novo foco

Algumas semanas depois da classe de 2007 ter terminado, as aplicações dos alunos Facebook tinham 24 milhões de utilizadores.

“Mas os visitantes rapidamente se aborreceram”, diz o professor BJ Fogg. “Então temos de os guiar através de uma nova experiência”. Assim, muitos destes alunos venderam as suas ideias a companhias já existentes – ou fundaram empresas.

O próprio professor Fogg, que dirige o Stanford´s Persuasive Technology Lab, muda o objectivo da classe todos os anos. Este ano ele ensina como usar tecnologia para reduzir o stress das pessoas.

Por Elisabeth Braw Metro Word News