Como a geração Y influencia na redefinição de políticas de uso de mídias sociais


geracaoY_redes-sociaisDois terços dos funcionários da Geração Y utilizam dispositivos ou aplicações pessoais no trabalho, diz estudo. A política de uso de mídias sociais de sua organização está preparada?

A geração Millenium é digital. Esses jovens cresceram rodeados pela tecnologia e são dependentes delas, e as mídias sociais não são exceção. Esses hábitos são construídos antes mesmo de entrarem no mercado de trabalho, e é muito improvável que sejam abandonados quando estão trabalhando.

Segundo recente estudo “Estudo das Gerações na Tecnologia e seu Impacto no Ambiente de Trabalho”, conduzido pela CompTIA, quase dois terços dos trabalhadores da Geração Y usam um dispositivo ou aplicação pessoal para fins de trabalho, enquanto apenas um terço dos baby boomers fazem o mesmo.

Além disso, cerca de 90% dos funcionários na casa dos 20 anos usam o Facebook para fins pessoais e de trabalho. É possível que a geração Millenium esteja contornando toda a política organizacional de sua empresa, mas é mais provável que esses jovens não estejam tão conscientes assim sobre a gravidade do assunto – ou talvez até mesmo sobre a existência de uma política específica.

Erros comuns

As empresas podem cometer uma série de erros na elaboração e aplicação de políticas de uso de mídia social. Aqui estão os três casos mais recorrentes:

Concentrar na perda de produtividade, ao invés de considerar os benefícios: 64% dos funcionários que participaram do estudo concordaram que o uso de mídias sociais no trabalho para fins pessoais era uma ameaça à produtividade, no entanto, ignorar os benefícios da mídia social pode parar o crescimento global da empresa. Uma pesquisa produzida pela  Harvard Business Review descobriu que quase 80% das organizações estão usando ou pretendem usar plataformas sociais como ferramentas de negócios. E esse número ainda deve crescer muito.

Estabelecer uma política para todos: cada funcionário tem um papel ou uma função diferente e, provavelmente, tem acesso exclusivo a informações corporativas confidenciais. No entanto, muitas empresas criam apenas uma política de mídia social. As organizações deveriam ter cláusulas sociais separadas para os empregados com base no acesso que possuem a informações importantes e em suas responsabilidades.

Ignorar implicações de TI: a política de mídia social, como a maioria das políticas de TI, deve proteger os dados corporativos de sua empresa. As mídias sociais são ferramentas orientadas para o consumo, por isso o comportamento tido nelas pode ser muito mais informal do que no e-mail e em outras tarefas online de trabalho. Mas uma certa displicência pode colocar dados corporativos e a reputação da marca em risco.

Para promover um comportamento melhor nas mídia sociais, estabeleça um programa de treinamento que acompanhe uma política bem trabalhada. O objetivo da política deve ser evitar os erros descritos acima. Assim, gostamos de recomendar uma abordagem em duas vertentes. Comece com uma política com base na responsabilidade de trabalho e acesso a dados sensíveis. Isso significa segmentar os funcionários em grupos e desenvolver uma política que reflete com precisão as necessidades de cada um. Então, para proteger os dados da sua empresa, certifique-se de que seus funcionários sabem exatamente o que é esperado deles e como usar as plataformas sociais de acordo com as definições da política de uso.

Quando as empresas falham ao colocar em prática todos as diretrizes de uso de mídias sociais, os empregados podem acabar abusando do uso tecnologia. Isso poderia resultar em problemas de produtividade, lacunas de segurança, e até mesmo em problemas de reputação da marca.

geracao-yOs responsáveis pela política de mídia social devem voltar atrás e entender como cada plataforma é usada dentro da empresa e como funciona o controle de segurança referente a cada uma. Por exemplo, se o seu CFO está no LinkedIn, será importante ter orientações ou até mesmo um processo de aprovação para se certificar de que nenhuma informação proprietária seja liberada antes de tornar pública. Por outro lado, o uso do Pinterest pelo departamento de marketing para fins de relações públicas ou de recrutamento interno pode não precisar de tanta regulamentação.

Ajustar a política de mídia social com muita frequência pode dificultar a educação dos funcionários sobre os procedimentos de mudança. Mas esperar muito tempo entre as avaliações de políticas pode colocar sua empresa em risco de perder uma nova tendência ou, até mesmo, expor vulnerabilidades dentro do mundo social.

Uma abordagem equilibrada é revisitar a política de mídia social a cada seis meses. Não é nececessário fazer mudanças radicais (ou alguma mudança) em cada ponto de verificação. No entanto, é inteligente tornar essas avaliações regulares um hábito.

Via: InformationWeek Brasil

Fonte imagens: Reprodução

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CEO na @iBasicDigital

Os 10 países que mais investem em publicidade digital


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Segundo um estudo do eMarketer,  divulgado nesta semana, a Noruega pode ser considerada lar dos anunciantes digitais. A pesquisa mapeou os 10 países que mais investem em publicidade digital do mundo, e a nação escandinava figura no topo da lista.

Na prática, a pesquisa considera uma estimativa de investimento em publicidade digital por usuário de internet em cada país. Com isso, os anunciantes digitais na Noruega investem, em média, US$ 209.

O resultado coloca o país a frente de outras grandes nações, como EUA (2º), Reino Unido (7 º) e Alemanha (10º).

Confira abaixo a lista completa:

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Via: eMarketer

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@fottoni

CEO @iBasicDigital

Diversos atalhos para você usar as redes sociais de forma mais rápida [INFOGRÁFICO]


Se você é um dos mais de 1 bilhão de usuários da maior rede social do mundo, o Facebook, provavelmente deve passar um bom tempo bisbilhotando a vida dos seus amigos, publicando fotos, atualizando seu status ou até mesmo procurando o amor da sua vida.

E para facilitar a sua vida, a empresa de análises Quintly elaborou uma infográfico bem bacana com diversos atalhos para você usar as redes sociais de modo mais rápido e intenso. As dicas são para Facebook, Twitter, YouTube e Google Plus.

Por exemplo, se você quer mandar uma nova mensagem na rede de Zuckerberg, basta apertar ctrl + alt + m para quem tem Mac e alt + m para quem usa Windows. No YouTube, além do tradicional esc para fechar um vídeo maximizado, é possível apertar a letra F no decorrer do vídeo e maximizá-lo, sem a necessidade de ficar procurando pelo “quadradinho” para aumentar a tela.

Confiram essas e outras dicas no infográfico abaixo:

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Via: BlogMidia8.com

A Ética nas Redes Sociais. Ainda dá tempo?


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Após mais de um ano de pesquisas, quero oferecer a você um paralelo traçado entre a vida dentro e fora das redes sociais, através de dez passos. Vamos analisar os benefícios e prejuízos do uso desta poderosa ferramenta mundial.

1) Gerentes da Rede Social: O seu perfil nas redes de relacionamento requer um toque pessoal. Portanto, se hoje você delega para alguém a incumbência de administrar sua página, saiba de algo: ninguém, em nenhuma escala de relacionamento, está tão preparado quanto você para lidar com sua imagem, ideias e convicções. Portanto, pense na possibilidade de reservar algumas horas por semana e assuma as rédeas de sua rede social. Afinal, os seus leitores não querem falar com seu “gerente de imagem”. Eles querem falar com você!

2) Oportunismo: Se você tem o hábito de marcar pessoas em fotos e posts de grande repercussão, para desta forma pegar carona viral com as pessoas de seu relacionamento, não pense que esta prática é ignorada. As pessoas percebem qualquer movimento de inidoneidade e automaticamente, se distanciam de quem assim o faz. Além disso, a própria rede social é dotada de ferramentas de denúncia destas práticas abusivas.

3) Imagem: Não importa qual é a sua profissão. Se você é seu próprio patrão, uma foto a beira da piscina segurando uma lata de cerveja, ao lado da namorada ou esposa com um microbiquíni, as pessoas que fecham negócios com você pensarão duas vezes antes de fazê-lo, pois a sua reputação pessoal repercute diretamente no mundo dos negócios.

4) Banalização emocional: A rede social tornou-se uma grande terapia de grupo. As pessoas procuram desabafar e compartilhar sentimentos  que muitas vezes não são divididos nem com as pessoas mais queridas de suas relações. A exposição de seus sentimentos é como a nudez física, só que neste caso emocional. Procure as pessoas que você ama para compartilhar profundos sentimentos e deixe a rede social para fotos, reflexões, vídeos e entretenimentos de toda sorte, preservando sempre a sua caríssima intimidade, que inclusive deixa de ter esta característica quando é exposta tal qual carne em vitrine de açougue.

5) Energia negativa: Se você não pode ajudar, não atrapalhe. As pessoas se especializaram em ofender pela rede social. Falam de pessoas falsas, egoístas, mesquinhas, adúlteras e procuram lavar toda a roupa suja por ali. Vejo posts na rede social, como por exemplo: “eu detesto pessoas egoístas”. Ok, tudo certo, não estou afirmando que a partir de hoje você deve amar pessoas com perfil individualista, quero apenas afirmar que NINGUÉM gosta de pessoas assim. Portanto, não precisa ficar repetindo esta redundante dedução nas redes de relacionamento. Espalhe boa energia e naturalmente os egoístas ficarão longe de você. Para isso, não precisamos da rede social. Nós nascemos donos de discernimento e bom senso.

6) Indiretas: Com a possibilidade de mandar um recado discreto para quem desejar, vejo as pessoas trocando farpas insinuantes na rede social. Onde estão aqueles tempos nos quais, quando a pessoa se sentia incomodada, ligava para a outra e deixava isso muito claro? A rede social oferece o perigoso recurso de tornar as pessoas com pouca coragem de dizer o que lhes incomoda diretamente. Então ela briga, por exemplo, com o marido, acessa a rede social e coloca um post: “eu detesto pessoas que não me entendem”. Percebem onde podemos chegar? Em alguns anos, se não mudarmos a nossa postura, sempre que nos ofenderem iremos diretamente para a rede social, como se esta fosse advogada, psicóloga e quem sabe até uma líder espiritual.

7) Intolerância religiosa: De que adianta ficar lutando por suas crenças religiosas na rede social? A pessoa não migrará para a sua religião apenas porque você falou mal da crença dela. Vivemos em um país de liberdade religiosa, de modo que cada um segue o caminho que desejar ou até nenhum caminho, se o ateísmo assim lhe parecer ideal. Nada tenho contra qualquer ordem religiosa, por outro lado não posso dizer que é justo ofender semelhantes por conta da intolerância social-religiosa. Deixemos isso para países nos quais culturalmente as pessoas dão as suas vidas em prol do que acreditam. Vamos respeitar a pluralidade religiosa. Esteja à vontade para divulgar pontos de sua religião que considera legais, não estamos insinuando que não pode fazê-lo. Apenas não aja em detrimento de outras pessoas e seus respectivos credos.

8) Intolerância cultural: É chegado o momento de respeitar o gosto alheio pelo lazer e entretenimento. Vejo verdadeiras campanhas formadas e até várias comunidades contra reality-show, por exemplo. Se algumas pessoas gostam deste tipo de programa e você não, guarde para si a sua opinião ao invés de postar na rede social “esta pessoa aqui não é burra para ficar assistindo BBB”, como se todas as demais pessoas fossem desprovidas de inteligência só porque elegeram o programa como fonte de sua diversão. O mesmo vale para o futebol de quartas e domingos, para a novela diária e outras formas de entretenimento televisivo. Chega de se sentir superior porque lê a Divina Comédia enquanto outras pessoas assistem à televisão. Defendo muito a necessidade da cultura literária, só não podemos fazê-lo goela abaixo de ninguém. Cada um traça as suas escolhas e colhe seus resultados, sem precisar que você seja o juiz cultural de suas vidas.

9) Imagem profissional: Você é um profissional de regime CLT e usa a rede social por que a sua empresa assim o permite? Não vejo nenhum problema, desde que você não abra mão de suas tarefas para fazê-lo. Pense: você é patrão ou líder. Então entra na rede social e decide dar uma investigada no comportamento dos funcionários. Seleciona o João como objeto de sua investigação. Histórico:
Há uma hora: João curtiu a página “Meu time favorito”.
Há duas horas: João está jogando Fattoria Felice.
Há três horas: João criou o álbum de fotos “Churrasco no domingão com os amigos” .
O João é um candidato ao desemprego, senhoras e senhores. Se você é seu próprio patrão, nada muda. Quem vai fechar negócios com uma pessoa que fica 24 horas no ar usando a rede social? Automaticamente, a pessoa pensa: “se ela passa o dia inteiro na rede social, não vai ter tempo para produzir o que combinarmos”.

10) Vício: É mera questão de tempo para se criarem grupos de “usuários da rede social anônimos”, tal qual já existe com os toxicômanos. Se você se encaixa neste perfil, lembre-se que a poesia da vida prazerosa requer relacionamentos menos virtuais e mais presenciais. Ao reclamar que seu filho não lê um único livro, se ele lhe responder: “você também não lê, fica o dia inteiro no facebook” observe que é chegado o momento de avaliar suas escolhas. Os filhos, cônjuges e amigos querem lhe dar carinho e atenção, bem como esperam o seu. Pare um instante e reflita como andam as suas relações com as pessoas mais próximas. Se você tem acompanhado a vida de seus melhores amigos apenas pela rede social, desligue o computador e vá até eles oferecer o seu melhor abraço.

Esse texto foi escrito por Edilson Menezes para a E-zine da Revista Liderança.

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

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Ler The Startup of You do Reid Hoffman é uma obrigação muito mais que agradável.



Estou a ler este livro e é fantástico, incrível e fabuloso!

Reid Hoffman é CEO e co-Founder do LinkedIn e ele é “o cara”! Se você não tem ideia de quem ele é, leia aqui.

Se tem alguém que pode nos ensinar sobre networking é ele!  As suas experiências Silicon Valley e não só são altamente inspiradoras e desafiadoras!

O livro The Startup of You é incrível! Trata-se de um manual da vida profissional e um apelo ao empreendedorismo!

O foco está na networking e menosprezar a sua rede de contatos é um erro imaturo e fatal! Nela está a solução que precisa, por isso, abra os olhos e principalmente a sua mente!

Vou “destrinchar” mais esse assunto em um outro post, mas por agora acompanhe esse vídeo com o Reid a fazer-nos uma apresentação do seu livro! Enjoy!

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O ‘Águia Poderosa’ dos ANGRY BIRD


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Não foi a produção de um 1° jogo que fez de Peter Vesterbacka o ‘Águia Poderosa’ e a sua empresa, alcançarem literalmente o espaço sideral (com uma ajudinha da NASA, claro!). Mas foi ao produzir o seu 52° jogo (incrível isso), o famoso e viciante ‘ANGRY BIRD’, que os lançou em órbita!

Esse cara tem muito o que dizer e ensinar e a malta já despertou para isso! Eu já escrevi algo sobre eles aqui no blog <<Marketing: Angry Birds querem dominar o mundo>>, mas vale a pena esse adendo especial, concorda?

Dá só uma olhada como ele explica a sua estratégia de marketing:

“Quando não se tem milhões para atirar à televisão tem de se ser esperto. Somos uma empresa de 300 pessoas de um país pequeno. Por necessidade, temos de fazer as coisas de forma diferente e com uma maior inteligência. Marketing não é sobre dinheiro.” Peter Vesterbacka ‘Águia Poderosa’ – criador do Angry Birds em entrevista para o Jornal Metro.

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ARREBENTA!

@fottoni

Digital MKT in the wall


Passo todos os dias a caminho do trabalho em frente a um talho (açougue) no centro de Lisboa. Parecia um talho normal, até que hoje reparei em algo que chamou minha atenção! Literalmente… digital mkt in the wall!

Por mais que não seja talvez a melhor e a mais eficaz forma de divulgar a page do facebook da empresa, comigo funcionou e fui lá conferir…não tem nada demais e está desactualizada (erro mais comum do que se imagina), mas o potencial deste empreendedor é grande e merece respeito. Não sei quem é, mas vou fazer questão de conhecê-lo (depois publico aqui o resultado disso), pois tem iniciativa e está atento a evolução do mercado e a necessidade de adaptar-se ao mesmo.

#ARREBENTA

@fottoni

Classe Facebook – A treinar os empresários do futuro


Mark Zuckerberg quê? Na Universidade de Stanford, os alunos aprendem a criar empresas de sucesso. Os licenciados criaram companhias que valem milhões. “Vocês devem ter a capacidade de criar uma ideia de negócio e torná-la viável em apenas 40 minutos”, diz um dos professores.

A empresa fundada e gerida por Evan Reas tem dez trabalhadores e 6 milhões de dólares de fundos já investidos. O conceito do negócio é simples: No site lal.com há “flirt” entre os alunos. Ao que parece, os universitários dos EUA não “flirtam” o suficiente na vida real: milhares já visitaram o site.

O autor do site tem apenas 26 anos é um dos super-empresários treinados pela “Classe Facebook” da Universidade de Stanford. “A disciplina foi dada de uma forma extremamente prática”, diz Reas. “O professor Bj Fogg ensinou-nos o empreendedorismo na teoria, mas queria que o usássemos no mundo real, e que testássemos com pequenas experiências do que tínhamos aprendido.”

A disciplina, fundada por Foog e Dave MacClure em 2007, não criou apenas Reas e o lal.com. Na verdade, o seu grande resultado foi uma nova geração de empresa que fazem dinheiro através das aplicações do Facebook. Os alunos do primeiro ano criaram”apps” que têm já 16 milhões de utilizadores.

“O conceito é pioneiro”, explica o professor Fogg. “Os alunos controem algo real e põem-no a funcionar. Disse-lhes logo para desistirem se não gostassem de desafios. Cinquenta desistiram, 75 ficaram comigo.” Este curso é um treino para as futuras estrelas de Silicom Valley. Muitos deles são agora milionários, pelo menos no papel.

“O que fazíamos eram protótipos e produtos simples”, explica Akshay Kothari, 25 anos, que frequentou esta turma em 2010. Kothari fundou a Pulse.me, uma aplicação que permite aos utilizadores criar um “mosaico” com os seus sites de notícias favoritos. Desde o lançamento, há 14 meses, o Puls já te 5 milhões de utilizadores. Segundo Fogg, começar uma empresa de sucesso é mais fácil do que parece. “O maior erro das empresas é pensar de mais”, afirma. “Fazem produtos muito complicados. As aplicações de sucesso são simples. Digo aos meus aluno que têm 40 minutos para criar uma ideia e executá-la.”

Stress, novo foco

Algumas semanas depois da classe de 2007 ter terminado, as aplicações dos alunos Facebook tinham 24 milhões de utilizadores.

“Mas os visitantes rapidamente se aborreceram”, diz o professor BJ Fogg. “Então temos de os guiar através de uma nova experiência”. Assim, muitos destes alunos venderam as suas ideias a companhias já existentes – ou fundaram empresas.

O próprio professor Fogg, que dirige o Stanford´s Persuasive Technology Lab, muda o objectivo da classe todos os anos. Este ano ele ensina como usar tecnologia para reduzir o stress das pessoas.

Por Elisabeth Braw Metro Word News