O que é ser um bom pai hoje?


“Esse foi um negócio de pai para filho.” Frase muitas vezes proferida por quem quer expressar que alguém ajudou outra pessoa de forma tão evidente, tão forte e diferenciada que só um pai faria pelo próprio filho. Me peguei pensando sobre o que descreveria uma relação de amor de um filho para com seu pai de forma tão amorosa e cuidadosa quanto.

O que um filho poderia dar como um grande e inesquecível presente para o pai no dia em que desejar comemorar o seu bem-sucedido (será que isso existe?) papel de pai? Ah! Está aí a resposta: o maior presente que um filho pode dar ao seu pai é mostrar que ele, o pai, foi bem-sucedido como pai. Se isso (o tal pai bem-sucedido no papel de pai) existe mesmo, quais seriam as evidências?

Pai bem-sucedido é aquele que conseguiu – com todos os percalços e dificuldades, alegrias e preocupações, acertos e erros – criar um filho que foi para a vida viver e aprender.

Pai bem-sucedido é aquele cujo filho por ele criado tem algo para lhe ensinar. Sim, é isso mesmo o que estou dizendo: pai bem-sucedido é o que tem um filho com o qual pode aprender. Que não permanece a vida toda como o senhor da verdade para um filho obediente, acovardado diante dos desafios da vida e impotente. Dependente de um Pai Todo-Poderoso que não é aquele que está no céu, mas um Rei Leão que não deixa suas crias crescerem.

Não pense você, pai, que seu papel hoje na pós-modernidade é fazer de conta que sabe tudo e que nunca erra para seus filhos “não perderem o respeito”. Isso era no seu tempo de ser filho. Hoje, no seu tempo de ser pai, o ser pai mudou de conceito, exatamente porque os tempos mudaram.

O que tem valor e constrói hoje não é mais o mesmo tipo de atitude que tinham nossos pais e que, no contexto de sua época, estava correto. Num mundo padronizado, pai bom era pai que fazia cumprir as regras e reproduzir o padrão. Sem culpados. Cada época produz seus ideais de comportamento.

Estamos numa época em que o que se pede das relações com os pais é outra coisa. Não mais que seja o dono da verdade, que será contestada e desmascarada na próxima esquina por alguém que também tem o poder de saber. Aliás, papai de hoje, não tenha medo de não saber, pois o que você não souber o seu filho pode descobrir, inventar, criar. E será dele o mérito e a segurança adquiridos. Que melhor presente pode ser, nas palavras do psicanalista francês Jacques Lacan, para definir o amor: “Dar o que não se tem”?
Para Lacan, amar é dar o que não se tem. É oferecer ao outro sua falta, sua falha. E a falha, meu querido, é o terreno que – por estar vazio – pode receber as sementes novas que germinarão e produzirão as novas árvores e os novos frutos de uma outra vida que é a dos nossos filhos. O entulho do “eu sei tudo” impede as novas brotações.

Cena de filme ilustradora de pais (mães incluídas, é claro) que hoje são bons pais, quer dizer, bons parceiros de vida: a filha, aproveitando-se da ausência anunciada dos pais, resolve usar o chalé de inverno para hospedar três clientes para um curso intensivo de coaching. Um contratempo na viagem dos pais os traz de volta. Ao entrarem em casa e perceberem a “armação”, começam a fazer de conta diante dos clientes e do chefe da filha que são dois outros clientes marcados para o curso.

A partir daí, todo tipo de situações cômicas é vivida pelos três cúmplices. Sim, porque os pais se tornaram cúmplices da manobra não ortodoxa da filha para crescer na carreira, e, ao invés de censurá-la por ter se apossado da casa, assumem a posição de companheiros de luta e avalizam a escolha da filha, construindo com ela uma solução inusitada.

Pais que podem aprender com os filhos, que podem viajar em suas histórias como felizes coadjuvantes e não os donos da bola, são os pais bem-sucedidos.

Esse artigo foi escrito (e muito bem!) pela Psicanalista Luciene Godoy para o Divã do Popular

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Isso é meu? Questione o pensamento popular. #FogonaPauta*


*Esse artigo foi escrito durante o treinamento Fogo na Pauta: gestão, operação e criação de conteúdo. Dinâmica facilitada pela grande Renata Checha.

Com certeza todos já ouvimos o dito popular “Maria vai com as outras”, certo? Mas o que torna alguém “Maria vai com as outras”? Segundo o Dicionário Informal estamos falando de pessoas sem personalidade, caráter ou opinião própria que sempre concordam em tudo com o que lhe falam, mesmo não sendo a favor.

É fácil me perder em um pensamento popular e fazer com que esse pensamento faça parte do meu “eu” e impere, até o ponto de defendê-lo vivamente em uma roda de discussão. Mas esse pensamento é meu? Concordo totalmente com ele? O que valorizo realmente no final das contas? A popularidade ou a causa?

Há uma falta irritante de pessoas impopulares, pois até aquelas que impopulares eram, se tornaram populares. E populares no sentido de se travestirem de algo que não são, ou pensam, apenas pela fome e sede de um aplauso ou de um palco.

Li em um livro que já não me lembro qual (mas que gostei tanto ao ponto de copiar esse trecho), a definição de um pensamento popular :
“O pensamento popular é…
Demasiado mediano para compreender o valor do bom pensamento;
Demasiado inflexível para ter consciência do impacto da mudança;
Demasiado preguiçoso para dominar o processo do pensamento intencional;
Demasiado pequeno para ver a sabedoria do pensamento global;
Demasiado conformado para liberar o potencial da concentração de pensamento;
Demasiado tradicional para descobrir a alegria do pensamento criativo;
Demasiado ingênuo para reconhecer a importância do pensamento realista;
Demasiado indisciplinado para divulgar o poder do pensamento estratégico;
Demasiado limitador para sentir a energia do pensamento da possibilidade;
Demasiado moderno para adotar as lições do pensamento do pensamento reflexivo;
Demasiado fútil para questionar a aceitação do pensamento popular;
Demasiado orgulhoso para encorajar a participação no pensamento partilhado;
Demasiado egocêntrico para experienciar a satisfação do pensamento altruísta;
Demasiado descomprometido para usufruir do retorno do pensamento de base.”

Outro tipo de pessoa que está em extinção é aquela que tem mais perguntas do que respostas. No fim de tudo o que sobra é a consciência do nada, pois o “tudo” que você aprendeu, na verdade não é nada, mas que poderá vir a ser alguma coisa, se durante essa caminhada você reconhecer que não é nada.

“Não sou uma máquina de respostas, sou uma máquina de perguntas. Se temos todas as respostas, como é possível estarmos na confusão em que nos encontramos?” -Douglas Cardinal

A popularidade vai de encontro com o bom pensamento e o bom pensador. Pensar bem dá trabalho e muito! E a sociedade do hoje e do agora, não quer trabalho. Exige facilidade e futilidade. É a geração do sucesso instantâneo… da cultura BBB, da aplicação mínima de energia possível para sobreviver.

É preciso ouvir a voz que grita em nosso subconsciente: “Esses pensamentos são de falsas esperanças!”, “Isso não é bom, não está certo!”, “Isso é besteira pura”!

Quer limitar seu sucesso (no melhor sentido da palavra)? Então adote o pensamento popular!

“A dificuldade não reside tanto no desenvolvimento de novas idéias, mas sim na forma como escapar às idéias velhas.” -John Keynes.

Alguns passos para questionar o pensamento popular:

  1. Valorize os pensamentos diferentes do seu (mas não se prostitua);
  2. Pense antes de agir e antes de seguir (simplesmente pense);
  3. Faça coisas novas de maneiras novas (sempre);
  4. E por fim, acostume-se com o desconfortável (não tanto para que não se torne confortável).

Grande abraço, bons pensamentos e boa revolução!

Fabrício Ottoni
@fottoni

Não basta ser gestor, tem de participar


lideranca-compartilhada-veraResultados, reuniões, indicadores, orçamento são palavras muito comuns nos corredores do mundo corporativo. Nesta dinâmica, muitos gestores se veem pressionados pelo negócio e caem na armadilha da falta de tempo, na busca incansável de suas metas e se esquecem de suas equipes, que participam deste corre-corre, muitas vezes não compreendendo os objetivos corporativos e como podem contribuir.

Mas será que a equipe conhece estas metas? Sabe o que é esperado do time? Recebe um retorno sobre seu trabalho? “Não tenho tempo e tempo é dinheiro”, muitos gestores pensam. Outros acreditam que os funcionários que não estão informados e não entendem o ritmo corporativo, possuem falta de comprometimento e baixa performance.

Esta pode ser uma variável importante, mas antes o gestor deve se perguntar: Será que estou fazendo meu papel? Não basta ser gestor, tem de participar.

Para um processo de gestão efetivo, o gestor deve avaliar se está exercendo o kit básico da liderança de pessoas: conhecer sua equipe, estabelecer metas claras, definir métricas e formas de acompanhamento, saber ouvir e dar / receber feedback. São 5 atitudes que fazem a diferença para uma equipe comprometida e com ótimos resultados.

O gestor que conhece sua equipe extrai as potencialidades de cada integrante de forma a agregar para as atividades e projetos realizados, desenvolvendo um plano de ação efetivo e consistente para melhoria de competências essenciais para o negócio e seus objetivos de carreira.

Um gestor que conhece sua equipe pode desenvolver metas desafiadoras em parceria com seu time criando comprometimento, alinhamento e clareza. Todos conhecem suas metas organizacionais e caminham para o mesmo lugar e podem como equipe se apoiar. Muitos gestores não comunicam as metas para sua equipe, acreditando que estes possuem informação e clareza onde ao invés, estão perdidos e muitas vezes com foco em atividades não produtivas. Se eu conheço o que preciso alcançar, o caminho terá mais foco.

Metas claras precisam de indicadores alinhados, pois assim o gestor co-participa e co-responsabiliza sua equipe, desenvolvendo um planejamento eficaz, com atividades e prazos desafiadores e tangíveis. Com sua equipe no caminho certo, o gestor pode dar foco em ações estratégicas e acompanhar a performance de sua equipe.

Através de um bom acompanhamento, o gestor atua com feedbacks pontuais e claros ao colaborador ao invés de aguardar apenas duas vezes ao ano, a avaliação de desempenho para pontuar melhorias e ajustes, surpreendendo o colaborador que entendia que sua performance estava bem. O feedback é uma poderosa ferramenta no processo de gestão. É um retorno de como a performance, metas e comportamentos estão; um alinhamento entre duas partes – gestor e liderado, uma ajuste e revisão de planos onde o gestor alimenta o colaborador com pontos que caminham bem e ajustes e o próprio gestor se retroalimenta, recebendo observações em sua liderança e reforça pontos importantes do seu exemplo para a equipe.

Para que este processo de gestão possa fluir, a atitude de saber ouvir é essencial, pois cria uma via de mão dupla como um oxigênio, uma vez que constrói confiança, respeito, sinergia e parceria.

O kit básico da gestão de pessoas apresenta atitudes importantes para que o gestor crie sua identidade fortalecida e com proximidade de sua equipe, assim como um pai e seus filhos, que oferece de forma consciente e pertinente o que o colaborador precisa para se desenvolver, crescer na empresa e não apenas o que cada colaborador gostaria individualmente. É uma relação de ganha-ganha onde ambos crescem, se apoiam e geram valor para sua carreiras e resultados na organização.
Portanto, não basta ser gestor, tem de participar.

Por: Aline Gomes- Executive coach
Via: Blog Hunter
Imagem Fonte: Reprodução

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@fottoni

5 formas de usar mídias sociais para vender mais


Costumo ler e gosto bastante das Revistas e Newsletters da Venda Mais e da Revista da Liderança (mesmo grupo). O Raúl Candeloro é um grande palestrante, consultor, autor, editor chefe, CEO, empreendedor e acima de tudo vendedor. Ele resolveu então, com certeza não teria como deixar de falar, escrever um artigo com dicas de Social Media para se vender mais. Como o cara é “o cara” das vendas, é claro que a gente presta atenção. E eu resolvi postar aqui no blog as dicas que ele deu. Na minha opinião estão na corrente do assunto e de forma simples, prática e direta ele deixou excelentes dicas para o pessoal. E aqui vão elas:

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1) Infográficos no Pinterest/Facebook/Linkedin: uma coisa simples que pode ser muito melhor trabalhada pelas empresas são infográficos. (Uma busca rápida por “Como fazer um infográfico” no Google vai lhe dar excelentes ideias).

Minha sugestão aqui é fazer um infográfico de “7 coisas que você precisa saber/perguntar antes de comprar… (seu produto ou serviço)”. Ou seja, 7 (ou 5, ou 10) perguntas que todo cliente deveria fazer ANTES de comprar.

Sugestões parecidas poderiam ser “X coisas que você deve tomar cuidado ao comprar…”, “X maiores erros ao comprar…” e coisas do estilo.

A ideia aqui é EDUCAR os compradores, e fazer isso de maneira visualmente atraente. Infográficos são ótimos para isso.

Você então cria uma lista de coisas que o comprador deveria fazer/saber, cria o infográfico e posta nas suas redes sociais (Pinterest é perfeito para isso, assim como Facebook. Pode ser aproveitado também no Linkedin).

Esse infográfico post deveria levar a uma página do seu site em que a pessoa pode:

a) fazer um teste rápido (respondendo se o seu fornecedor atual tem essas 7 coisas, por exemplo) ou
b) ler um artigo mais completo sobre o assunto, com mais dicas.

Essa página do site termina sempre com um chamado à ação: deixe seus dados para que nós entremos em contato, clique e compre, etc.

2) Twitter + hashtags: a hashtag (símbolo #) virou uma mania entre os twitteiros, que a usam às vezes de maneira errada e exagerada (esta paródia do Justin Timberlake e Jimmy Fallon tira um ‘sarro’ desse exagero: http://www.youtube.com/watch?v=57dzaMaouXA).

Mas quando usada corretamente, a hashtag pode ser bem eficiente. Uma ideia criativa aqui é criar uma campanha de vendas com a sua própria hashtag, mas com um toque social.

Você cria uma hashtag promocional e coloca um contador no seu site. Cada vez que alguém twitta ou retwitta uma mensagem com a sua # promocional, o contador avança +1. Quando o contador chega a 1000, dispara automaticamente a promoção (20% de desconto, por exemplo).

Um outro pró desta promoção é que, como a pessoa tem que usar a hashtag para receber o benefício, essa hashtag acaba servindo como código de controle – você sabe exatamente de onde esse cliente veio.

Note que a ideia toda é fazer com que as pessoas participando, principalmente as mais ativas e mais interessadas, queiram divulgar a promoção. Afinal de contas, ela só passa a valer quando chegar-se a um número mínimo.

A mesma lógica pode ser usada no Facebook (usando likes/compartilhamentos), Youtube (likes/compartilhamentos), etc.

3) A 3ª ideia é mais simples, mas como vejo que nunca é utilizada, vou falar sobre ela. É simplesmente uma questão de organização e foco.

Nas suas mensagens em mídias sociais, recomendo que você categorize os posts. Assim fica fácil as pessoas filtrarem melhor o que querem, sem irritá-las com material desnecessário (o que faz com que elas acabem parando de seguir você ou descadastrem seu e-mail).

A melhor forma de fazer isso é usando palavras-chave no começo da mensagem, de preferência no título. Funciona muito bem em mídias sociais.

Exemplos de categoria de post/informação que você pode usar:

– [Pré-venda]
– [Lançamento]
– [Novidades]
– [Assista/Vídeo]
– [Brinde]
– [Sorteio/Promoção]
– [Cupom de desconto]
– [Oferta especial]
– [Artigo]

Esse tipo de categorização faz com que, na média, sua taxa de abertura/leitura de mensagens melhore.

4) Ofertas especiais: Crie uma promoção no Facebook só para quem dá ‘likes’ na sua página.

A melhor maneira de fazer isso é criando o que se chama de ‘landing page’, uma página inicial customizada que as pessoas encontram quando visitam sua página no Facebook pela primeira vez. Ao dar o ‘like’, ela pode receber um cupom, um e-book, um brinde, etc.

5) Kit surpresa: A 5ª ideia é uma das que mais gosto e que uso com frequência. É o uso de pesquisas entre clientes usando mídias sociais como ferramenta de divulgação.

Exemplo que usei recentemente com sucesso foi a pesquisa que fiz sobre os maiores erros cometidos pelos vendedores (na opinião dos próprios vendedores). O resultado da pesquisa virou um artigo, um vídeo e vários posts no FB/twitter. Também usei os resultados no e-mail marketing que vendia o curso on-line Alta Performance em Vendas. O resultado foi um sucesso: chegamos a 700 inscritos.

Você também pode fazer o mesmo: basta fazer uma pesquisa rápida com seus clientes sobre algum tema relacionado à sua área (maiores dificuldades é sempre um tema que repercute) e depois você posta resultados nas mídias sociais.

Isso posiciona você como expert , mas para realmente provocar vendas (ou pelo menos geração de leads/prospects qualificados) você precisa ir um passo além: oferecer algo para download que permita que você capture o nome/e-mail (e, se possível, telefone de contato) dos interessados. Isso entra num ‘funil de vendas’ onde se faz o follow-up com uma sequência de contatos (geralmente via e-mail).

Isso pode ser feito oferecendo para download/baixar um check-list em pdf, por exemplo, ou uma planilha, uma apresentação em slides, um vídeo, um e-book… enfim, qualquer coisa que ajude o cliente a saber mais (educando o cliente, mais uma vez) ou que ele/ela valorize.

Essas são 5 ideias rápidas e simples para vender mais usando mídias sociais po Raúl Candeloro da Venda Mais.

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

Fonte imagem: Reprodução

Sabedoria para uma liderança eficaz


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Você é um líder ou almeja uma posição de liderança? Liderar pessoas não é a função mais fácil do mundo, mas às vezes fazemos parecer mais complicado do que realmente é. Uma parte bem grande do sucesso de um líder se deve a questões básicas e de senso comum, mas que podem passar despercebidas e acabar sendo ignoradas. Vamos atentar para algumas coisas que todo líder deve saber?

Não existe atalho para ser líder. Se você acha que conhecer aquele amigo do seu tio que pode te colocar em um cargo de chefia na empresa dele vai te transformar em líder, é melhor rever seus conceitos. Liderar exige treinamento, preparo e capacidade para lidar com pessoas, além de conhecer cada etapa dos processos envolvidos. Se você vai liderar um time de vendedores, por exemplo, ter experiência própria em vendas, saber como é estar no lugar deles, vai te ajudar a ir muito mais longe.

Para liderar, é preciso seguir. Se você quer que as pessoas lhe sigam, deve ter sido, você mesmo, um seguidor. A experiência como liderado fará você conhecer bem as necessidades e anseios de quem está liderando, ajudando a lidar melhor com essas pessoas nas mais diversas situações. Aprimore o que sabe que funciona e conserte aquilo que não dá tão certo. Antes de liderar, você deve aprender a seguir.

Fórmula mágica? Esqueça. Não existe segredo para ser um bom líder. A liderança é uma competência desenvolvida com o tempo e a vontade de ajudar pessoas a darem o seu melhor através do incentivo, feedback e exemplo.

Você já sabe liderar. Mas hein? Como assim? Lembra de quando falamos ali em cima sobre a importância de seguir antes de liderar? Desde criança você tem sido liderado, seja por questões hierárquicas, como professor e aluno, ou por escolha sua, como idolatrar aquele super herói que sempre salva o dia. Ao longo de sua vida você aprendeu, observando os outros, quem é um bom líder e como faz para sê-lo. Tenha isso em mente.

Ser líder não é ser chefe e ser chefe não é ser líder. Isso você provavelmente já cansou de ver por aí. Mas ainda que um não seja o outro, ambos os trabalhos devem se integrar. Pouco adianta saber inspirar as pessoas se você não canalizar essa habilidade para que elas sejam produtivas, cumpram metas e superem expectativas. Da mesma forma, não é nada eficaz cobrar trabalhos e prazos se você não souber dar exemplo e reconhecer as realizações de seus liderados. Encontre o equilíbrio entre gestão e liderança.

Liderar não te torna especial. Se você acha que ser líder faz de você uma pessoa melhor que as outras, baixe a bola. Todos têm o mesmo grau de importância em uma empresa ou projeto. Qual é a vantagem de ser líder se não houver quem siga? Um bom líder não deixa de lado a humildade e sabe que ninguém é melhor que ninguém.

Liderança não deve ser um trabalho. Um salário mais alto é tudo que você almeja ao buscar a liderança? Se a resposta for “sim”, você provavelmente não é um líder muito bom. A liderança é uma vocação e deve vir de dentro. Você pode aprimorá-la com técnicas, cursos e treinamentos, mas pessoas não podem ser compradas, apenas conquistadas. Não seja a pessoa que está atrás de uma conta bancária gorda. Seja a pessoa que inspira e faz a diferença – para melhor – na vida de quem te cerca. Ser líder é deixar de lado a individualidade e buscar o crescimento coletivo.

Via: Salada Cultural

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@fottoni

Professor vai a nado para a escola há 20 anos na Índia


Para chegar à escola local todos os dias, o professor pega uma boia, coloca as roupas em uma sacola e nada de uma margem à outra do rio, em uma verdadeira demonstração de dedicação ao ensino. Quando chega à outra margem, ainda tem de caminhar 10 minutos por uma colina. O professor trabalha na escola há duas décadas e afirma que usa o exemplo para ensinar aos alunos a importância do meio ambiente.


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Via Catraca Livre

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@fottoni

CEO na @iBasicDigital

Monitorar hábitos para alcançar suas metas


shutterstock_124000780-660x440Para alcançar nossos sonhos, é sabido que precisamos ter metas. Metas de vida, metas profissionais. E quando se pensa nesse assunto, o primeiro item que vem à cabeça é o estabelecimento de um plano de ação. Como vou chegar lá, de que maneira, que recursos vou precisar, em que prazo, costuma ser o pontapé inicial quando se pensa em alcançar objetivos. No entanto, um dos caminhos mais interessantes, que tenho utilizado com muitos clientes e no meu dia a dia de coach, é o monitoramento de hábitos, de competências comportamentais.

O que se percebe é que ao estabelecer a meta, identifica-se uma série de freios que impedem as pessoas de chegarem onde querem. São comportamentos novos, que se precisa adquirir. São exemplos, disciplina, coragem, ousadia, iniciativa, capacidade de dar feedback, paciência, resiliência, entre tantos outros. Cada indivíduo, por sua trajetória, é impactado por diferentes amarras, que só serão soltas quando novos hábitos forem incorporados.

Mas como desenvolver esses novos hábitos? Uma técnica que tem total aprovação e resultado é a seguinte. Em qualquer meio, seja uma folha de papel, uma planilha no computador, mesmo um pedaço de papel de pão – para ser simples – vá escrevendo os novos hábitos que você precisa adotar para alcançar suas metas. Vamos tomar como exemplo um gerente de vendas. Para alcançar determinado faturamento, ele estabelece no plano de ação que ele precisa conhecer o mercado, contratar novos representantes para determinadas áreas, melhorar o feedback, entre outros. Mas internamente ele percebe que falta ousadia para conquistar novos clientes, coragem para dar feedback, paciência para recrutar vendedores, etc.

Listar estas capacidades a serem desenvolvidas, e, diariamente, olhar para elas e atribuir uma nota de 0 a 10 de qual foi o seu nível de satisfação naquele dia faz com que seja acionado no nosso cérebro o conceito de referência. Não importa a nota em si, e sim que ao atribuí-la, inconscientemente, você pensa no 10. E você, mesmo sem se dar conta, vai criar uma imagem daquele ideal, de você se comportando daquela maneira, seja com paciência, com coragem, com organização.  Automaticamente a sua cabeça começa a criar maneiras de como você vai chegar lá.

É simples assim. Tudo na vida começa com uma imagem mental, na cabeça de alguém. E qualquer mudança começa com você criando uma imagem de como você quer ser no futuro. Esse monitoramento de comportamentos vai te dar consciência, você vai resgatando o significado do que você está fazendo e as mudanças vão acontecendo.

cap3_me_pic2Experimente. Monitorar nossas competências comportamentais faz com que nossas metas sejam alcançadas de maneira mais eficiente, conscientemente e com presença total do que se está fazendo.

Via E-zine da Revista Liderança

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CEO @iBasicDigital

Liderança que gera resultados


Os resultados passam diretamente pela liderança.

Dicas importantes de Graham Waller, analista do Gartner, sobre como alcançar uma liderança diferenciada para extrair o máximo da equipe.

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1) O comprometimento deve vir sempre em primeiro lugar, o resto vem depois:

A liderança deve ser abraçada como papel principal, criando postura criativa e ambiente propício ao sucesso, assim, a grande preocupação do CEO deve ser lidar primeiro com pessoas, e depois com o resto, sabendo motivar e incentivar o time. “Grandes líderes devem desencadear força para dar energia a toda equipe”, disse.

2) Lidere de forma diferente do que você pensa. Pense analiticamente e aja de forma colaborativa:

Pessoas com grande desempenho querem resultados e têm estilo de pensamento analítico, entretanto, para ser bem-sucedido tem que esquecer o modelo de trabalho baseado em cumprir tarefas. É preciso estar lado a lado, trabalhando em conjunto e fazendo com que o trabalho funcione. “O modelo de executar tarefas pode trazer problemas no trabalho, mas também com as pessoas. Por isso é preciso mudar o estilo de trabalho criando maneiras em conjunto que sejam mais fluídas”, revelou.

3) Adote postura mais suave, mas sem deixar de ser você mesmo:

Um grande poder pode ser desencadeado quando se faz conexão com pessoas. Neste caso é preciso entender quais tarefas você desempenha bem e qual o seu talento, mas também, é importante fazer com que as pessoas entendam suas fraquezas. “Quando a pessoa é verdadeira consegue respeito, consegue conectar pessoas criando bases sólidas de relacionamento”, explicou.

4) Estabelecer relações diretas leva a resultados diretos:

Neste caso, Waller alerta para criar relacionamentos de trabalho priorizando o relacionamento à estratégia. “O trabalho deve ser planejado e realizado em conjunto, para dessa forma conseguir melhores resultados”, disse.

5) Manter comunicação sempre e de todas as formas:

“A comunicação deve ser feita com entusiasmo para motivar o outro a executar tarefas com entusiasmo” revelou. Mas, também relembrou a importância de simplificar a complexidade dos problemas. Se for o caso, explique de forma didática, use metáforas, histórias pessoais e, dessa forma, vai se aproximar da equipe conseguindo extrair o melhor de cada um.

6) Inspire pessoas:

Neste item, Waller citou Steve Jobs para falar da importância de motivar pessoas. “É preciso fazer com que as pessoas acreditem que é possível, que tenha aspirações, só assim você vai extrair o melhor da sua equipe”, disse.

7) Construa pessoas, não sistemas:

É importante identificar e focar em talentos aumentando a capacidade da companhia em desencadear o poder das pessoas dentro da organização e na entrega de resultados. “O melhor funcionário é aquele que é treinado dentro da companhia, por isso, investir em pessoas pode ser muito mais produtivo”, concluiu.

Graham Waller é analista do Gartner. (www.gartner.com)

Fonte imagem: Reprodução

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Saia da zona de conforto e seja proativo


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 Entrevista da jornalista Diana Araujo, que foi publicada na revista Liderança Digital, com Cristiano Kanashiro. Ele é CEO e fundador da Kanamobi com mais de 14 anos de experiência nos mercados de publicidade, telecomunicações e tecnologia. Ele já atendeu clientes como Nestlé, Unilever, HBO, Mastercard, Itaú, Globo entre outros. Na entrevista, Kanashiro falou sobre como liderar e motivar seus colaboradores com criatividade e inovação.

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1. Como você se define?

Um profissional arrojado e decidido. Acordo todos os dias de manhã com vontade de trabalhar, amo o que faço e isso é fundamental em qualquer segmento. Trabalhar por prazer, o dinheiro ou reconhecimento é a consequência de um bom desempenho. Procuro sempre buscar o melhor de mim e a cada não que recebo, é uma grande oportunidade para aprender, entender e aprimorar o trabalho.

 2. Você acredita que só motivar-se por algo resolve?

Isso é bem relativo. Quando falamos de motivação de uma empresa em relação aos seus colaboradores não podemos tratar como único ou generalizado, é pessoal. Agora, quando tratamos da nossa motivação por algo, eu acredito que vamos fazer o máximo para desempenhar o melhor trabalho e assim tentar alcançar os nossos objetivos.

3. Em sua opinião, o que é mais importante para se superar?

Saia da zona de conforto e seja proativo. Os pontos mais importantes para você se superar é a motivação por algo pessoal ou profissional, percepção de como está o seu desempenho e de como pode melhorar, seja crítico consigo mesmo.

4. Como você define o seu perfil de liderança?

Procuro ouvir mais os colaboradores independente da hierarquia, não preciso saber todas as respostas, mas preciso fazer todas as perguntas. Procuro conhecer as pessoas e respeitar as diferenças culturais. Faz parte do meu perfil delegar boa parte das atividades, pois é desta forma que podemos dar a oportunidade para que os profissionais cresçam e se sintam motivados com as novas responsabilidade adquiridas.

5. Qual é a melhor estratégia para motivar uma equipe?

A melhor estratégia para motivar uma equipe ou profissional e conhecendo-os. Saber quem são e o que buscam. Procuro desenvolver um plano de incentivo e reconhecimento de acordo com a area de atuação.

6. Como você estabelece as metas para os trabalhos que lidera?

Primeiramente as metas estabelecidas devem ser factíveis, procuro apresentar os cenários e sempre discutir com os colaboradores. Por exemplo, toda empresa busca um faturamento arrojado, mas não adianta você planejar uma meta que esteja fora do alcance do profissional, a pressão pela busca do resultado irá gerar um desconforto. É importante analisar a condição mercadológica e habilidade do profissional para cada meta definida.

7. As empresas precisam inovar para continuar crescendo no mercado. Qual é a importância das equipes estarem atentas à necessidade de novas estratégias?

As empresas precisam inovar para continuar crescendo, entretanto, quando falamos de inovar não é somente no desenvolvimento de um novo produto ou tecnologia. As empresas devem inovar em tudo, na forma do atendimento, no processo interno, inovar em novos modelos de negócios e condições de trabalho. O conjunto da inovação agrega valor a empresa e traz grandes resultados.

8. Como você escolhe os seus desafios?

Quando penso em desafio, logo vem em minha cabeça algo que pretendo contribuir ou agregar a empresa. Geralmente os desafios são definidos dentro de um plano no qual desejo alavancar os negócios da empresa, inovar ou reestruturar. Em cima de um objetivo definido podem surgir inúmeros desafios o qual escolho sempre o que me trará retorno recorrente e não pontual.

9. É possível liderar com criatividade?

Entendo como liderança criativa a forma do líder interagir com as pessoas e se relacionar de forma diferenciada. O meu pensamento e atitude em relação aos profissionais é a seguinte: eles ficam mais tempo na empresa do que em casa com a sua família, logo, o ambiente que proporcionarmos deve permitir um clima onde se sintam felizes, motivados  e vejam a empresa não apenas como um emprego, e sim um local de crescimento onde possam contribuir e ser reconhecidos profissionalmente, realizados pessoalmente e/ou financeiramente.

10. Qual a importância da inovação na liderança?

Inovar na liderança é fundamental para encontrar novos caminhos para motivar, engajar e aproveitar ao máximo a produção da equipe de forma diferenciada.

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Fonte imagem: Reprodução Internet

Nunca pare de mudar


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Barbara Walters estava entrevistando o bilionário Bill Gates e lhe perguntou: “Agora que você é o homem mais rico do mundo e pode desejar qualquer coisa que quiser, o que mais você poderia desejar?”

Gates respondeu: “Nunca parar de mudar. Qualquer coisa que eu faça hoje, amanhã será considerado história. Eu preciso ter certeza de nunca parar de criar e de que eu estou sempre mudando.”

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