1º Encontro Vida Boa de Pai


Quem acompanha o projeto Vida Boa de Pai sabe que ele não nasceu para ser algo apenas virtual, mas para que através da nossa conexão, possamos nos despertar para temas importantes e relevantes na construção de uma sociedade melhor. Acreditamos que a paternidade é fundamental para isso!

É com muita satisfação que teremos o nosso 1º encontro no mês de Agosto, logo após o Dia dos Pais! Será em Goiânia e com a grande parceria da ONG Total Educação e Cultura.

Quem vai falar pra gente é o Paulo Júnior, que é um paizão e coordenador da Total Educação e Cultura. Ele vai falar sobre “A paternidade e os dias de hoje”, um tema urgente e relevante para nós amigos!

Será um encontro inédito de homens (pais ou não) que entendem a importância de se conversar sobre família e principalmente PATERNIDADE nos dias de hoje. Quais são os nossos maiores dilemas e desafios? Como enfrentá-los? Qual o nosso papel, como homem e pai, na construção de uma sociedade mais justa, saudável e sustentável?

Teremos um coffee break e outras surpresas, por isso será cobrado uma pequena taxa de R$ 20,00 para cobrir as despesas, mas se tivermos mais entradas financeiras todas elas serão revertidas para a ONG Total. Bom demais né paizão!?

Vamos participar, divulgar e engajar nessa causa que é a nossa!! PATERNIDADE saudável, participativa e inteligente!

VIDA BOA DE PAI

Entendemos que o pai tem o poder de moldar o caráter de seus filhos. E assim esses cidadãos “moldados” causam impactos, sejam eles positivos ou negativos, em sua geração. Vivemos uma realidade desafiadora para os homens (pais), pois liderar uma família em meio ao caos reinante na sociedade atual, para muitos tem sido como nadar de forma incessante sem encontrar uma praia sequer para descansar os seus braços cansados.

O termo “Vida Boa de Pai” não foi criado com a ilusão de que a paternidade envolve apenas momentos bons. Em sua totalidade vivemos mais com o coração na mão do que dentro do peito! Mas ele vem da inspiração do ‘todo’, de que ser pai é muito bom em todos os sentidos! E que não são os momentos ruins ou os desafios que parecem invencíveis que nos fará desanimar nessa “missão”! Por isso a ideia de andar junto com outros pais, equipando, ouvindo e aprendendo.

A PATERNIDADE E OS DIAS DE HOJE

Em uma sociedade globalizada e repleta de desafios contemporâneos, precisamos exercer a arte do diálogo e da troca de experiências entre nós mesmos. Como afirma o médico, cientista e escritor Augusto Cury: “Nossas crianças e adolescentes estão sendo saturadas de informação. Uma criança de sete anos tem mais informação do que um Imperador Romano tinha no auge de Roma.” Diante dessa realidade a pergunta é: E nós os pais? Como reagimos a essa nova realidade?

Para o também médico Içami Tiba os filhos são como navios. E eles foram feitos para singrar os mares e a maior segurança para os navios está no porto. Quando começamos a identificar navios sem rumo, deficientes e sem noção de papel e propósito, só podemos entender que estamos em uma época de poucos e capacitados portos para eles. Os desafios dos mares são enormes, não podemos como pais terceirizar o nosso papel ou simplesmente sermos omissos nessa jornada.

Pesquisadores da Universidade de Connecticut (EUA) estudaram o poder da rejeição e esse novo estudo sugere que a figura paterna na infância pode ser mais importante para a criança do que a materna! Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Paulo Borges Júnior é casado com Lana Borges e pai de cinco filhos. Preside a Total Educação e Cultura, uma instituição educacional sem fins lucrativos, que tem o propósito de cooperar com a transformação da sociedade. Com projetos e serviços que operam junto à iniciativa privada, a Total Educação e Cultura promove princípios e valores de coparticipação e responsabilidade mútua das pessoas físicas, jurídicas e públicas para uma vida melhor para todos. Também é escritor e pastor, sendo um dos fundadores e coordenador do Ministério Sal da Terra.

*Teremos coffee break durante o evento.
**Vagas limitadas.

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Blog Vida Boa de Pai


Pensei no nome Vida Boa de Pai no exato momento que tirei essa foto dos meus filhos Ana Clara (8) e David (5). Na época morávamos em Lisboa – Portugal e eu sempre pratiquei a cultura de ir ao parque com eles. Tínhamos, ou melhor, temos um lema “Sábado é dia de parque”! E pensei… “como eles voam”! E logo depois… “tenho que ser grato, pois ser pai torna a minha vida muito boa! Eu tenho uma vida boa de pai” #vidaboadepai.

vida boa de pai

Sou marido apaixonado e um pai babão! Amo minha família com toda a força do meu coração! Só quem é pai sabe do que estou falando. Como essa nova etapa mexe com a gente! Não tem homem, por mais durão que seja, que não encha os olhos de água e o coração de alegria quando vê pela primeira vez o seu filho ou filha na maternidade.
Mas o que fazer a partir de agora? Como agir? Como prosseguir?

 
O blog Vida Boa de Pai nasceu para conversarmos, partilharmos e aprendermos mais sobre paternidade. Por lá você vai encontrar artigos, depoimentos, histórias, dicas, eventos, vídeos, produtos e muito mais coisas para nós os ‘Pais’. Acredito piamente que “Ser pai é a melhor coisa do mundo!”

O termo “Vida Boa de Pai” não foi criado com a ilusão de que a paternidade envolve apenas momentos bons. Em sua totalidade vivemos mais com o coração na mão do que dentro do peito! Mas ele vem da inspiração do ‘todo’, de que ser pai é muito bom em todos os sentidos! E que não são os momentos ruins ou os desafios que parecem invencíveis que nos fará desanimar nessa “missão”!

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O blog busca inspirar pais e futuros pais, conectar pessoas, resgatar elos quebrados e porque não ajudar famílias inteiras… Acredito que “Ser pai é a melhor coisa do mundo!” Junte-se a nós na comunidade #vidaboadepai e se você tem interesse em compartilhar momentos especiais, inspirar outros pais, contar histórias ou fazer um depoimento, quero te incentivar a nos enviar um e-mail para: eutenho@vidaboadepai.com.br.

[TED] Amy Cuddy: Sua linguagem corporal molda quem você é.


A linguagem corporal afeta a maneira como os outros nos vêem, mas também pode mudar a maneira como nos vemos. A psicóloga social Amy Cuddy nos mostra como “fazer poses de poder” — ficar numa postura confiante, mesmo quando não nos sentimos confiantes — pode afetar os níveis de testosterona e cortisol no cérebro, e pode até ter um impacto nas nossas chances de sucesso.

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

@fottoni

Por que o feedback é tão importante?


A jornalista da revista Liderança Digital, Diana Araújo, entrevistou vários especialistas sobre Feedback e Feedforward. Matéria bem legal que vale a pena conferir.feedback-heads1

De acordo com a reportagem, o feedback quando utilizado pela gestão, é o retorno de informação sobre o desempenho realizado por um colaborador, com o objetivo de reorientar ou estimular comportamentos futuros. É também, uma atividade executada com a finalidade de maximizar o desempenho de um indivíduo ou de um grupo.

O feedback é um importante recurso, pois permite saber como está nosso desempenho e como somos vistos pelos outros. É sobre um comportamento passado, que vai gerar uma modificação ou um resultado mais adequado no futuro.

Segundo o especialista em Comportamento Organizacional, Bernardo Leite, a prática do feedback é uma rua de mão dupla, “de um lado o subordinado está em uma posição difícil ao ter que ouvir sobre suas deficiências (não é muito comum gostar disso), do outro lado nós também estaremos recebendo feedback. E se não estivermos preparados para ouvir comentários não muito agradáveis, como esperar que o outro esteja? Pior do que ser avaliado negativamente é não saber o que está acontecendo”, explica.

Para Leite, toda ação de feedback procura conduzir para um redirecionamento, objetivando o desenvolvimento do subordinado, da relação e dos próprios resultados organizacionais. “Consultores e gestores creem que o feedback sozinho não dá resultados, para que ele funcione, precisa de um feedforward. Pois enquanto o feedback é olhar para trás, o feedforward olha para frente, e busca resultados sempre olhando para o futuro”, comenta.

feedbackO diretor da MOT, Alfredo Castro, afirma que quando a gente vai dar um feedback para alguém, deveríamos dar um feedforward também. “Deveríamos informar os colaboradores que o que ele faz hoje é bom ou não para o futuro. O ruim do feedback sozinho é que ele foca somente no passado, e não dá visão de como melhorar ou mudar no futuro.”

As empresas possuem uma excessiva orientação para resultados. O foco sempre é em números e retornos, e isso é importante, mas os líderes deveriam cobrar também e sugerir como atingir esses números. O bom líder, ao cobrar e dar feedback, foca não somente nos resultados, mas também no desenvolvimento do seu colaborador.

“Resultados, comportamentos e crença. Comparando com uma árvore, a crença é a raiz, o tronco são os comportamentos e os resultados são os frutos. Eu quando olho para um colaborador, eu vejo os comportamentos dele. Quanto mais o tronco e os galhos estiverem bonitos, mais o colaborador terá resultados. No feedback, um líder precisa focar no tronco da pessoa, em seus comportamentos. O erro do líder, é querer mudar a raiz do seu colaborador”, diz Alfredo Castro.

O líder moderno acha que ao falar alguma coisa já é suficiente, mas isso não é verdade. O líder precisa perceber comportamentos, conhecer o liderado, para que o feedback seja efetivo.

O feedback não é, necessariamente, do líder ao liderado. O feedback pode ser feito de forma inversa. O bom líder é aquele que sabe escutar críticas e elogios, e que consegue enxergar o feedback não como um elogio ou uma forma de bajulação, mas sim como uma forma de retorno de como está o seu trabalho.

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Dicas para ter sucesso ao dar feedback

Bernardo Leite acredita firmemente que cada profissional deve adotar a forma que melhor se adapte ao seu estilo de conduta. No entanto, para orientação, o consultor gosta de apresentar um checklist para colocar o Feedback em ação. O chamado sistema LASER é constituído de cinco passos iniciando com as cinco letras da palavra.

  1. Levantar dados e informações: municie-se de fatos! Nada melhor para esclarecer comportamentos que, geralmente, os nossos subordinados não percebem que praticam. Procure saber a opinião de outros profissionais da empresa sobre o subordinado. É importante que ele conheça a imagem que a empresa lhe tem.
  2. Analise os dados, não se contente com os resultados sem análise, agende e reserve um horário para a reunião de feedback (não atenda telefones ou outras pessoas). Dê foco e importância para esta situação. “Esse cuidado, às vezes, vale tanto quanto o próprio assunto em si!”
  3. Separe o enfoque emocional da reunião. É normal que aflore, por isso reforce o lado profissional e deixe claro o objetivo (de ambos). Faça-o perceber que você tem dados e que se preparou para a reunião. Se precisar pergunte: “o que você queria com essa atitude?”. Questione as razões e poderá ter uma boa oportunidade de checar percepções. Aliás, o feedback é um jogo de percepções (auto e hetero percepção).
  4. Estabeleça alternativas e um Plano de Ação conjunto (isto é, de comum acordo) e não se esqueça do FOCO, esta é uma palavra mágica. Trabalhe com dados e prazos. E, principalmente, COLOQUE TUDO NO PAPEL. Releiam os compromissos e definam pontos de controle.
  5. Resultados! Esse é o objetivo! Esta é uma relação de compromisso, portanto acompanhe. O alvo prioritário é o funcionário. A empresa virá como consequência dos resultados da ação. E você também ganhará muito com isso.

Fonte: E-zine da Revista Liderança Digital

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

@fottoni

Palestra Motivacional


Palestras Motivacionais

“Uma palestra de motivação tem o poder de reforçar a auto-estima das equipas, de conscientizar as pessoas de uma organização da necessidade imperiosa para a busca de relacionamentos interpessoais sadios, para a integração das pessoas nas equipas, para a melhoria do clima organizacional, de empenhar todo o time para enfrentar novos desafios, de despertar em cada pessoa o melhor de si para o todo, de vislumbrar nas pessoas as possibilidades de realização e proporcionar uma imagem mental do êxito, de comprometer equipas com metas, de trabalhar o emocional e o psicológico para a superação de obstáculos e a conquista de resultados!” Prof. Massaru Ogata.

Quem é o Orador (Palestrante) Motivacional?

Não é apenas o orador que deixa o público animado nos primeiros 5 minutos e durante toda a palestra! Não é apenas o orador que deixa o público entusiasmado depois da palestra! Não é apenas o orador que tem boa dicção, conteúdo e sabe comunicar-se e interagir com o público!

Então quem é o profissional que exerce a função de Orador (palestrante ) Motivacional?

O Orador Motivacional, que actua como Orador (Palestrante) Organizacional, além do que foi citado acima, é principalmente aquele que comunica o conteúdo de forma contextualizada para atender uma necessidade mercadológica específica da organização. Contextos e necessidades estas que devem ser discutidas previamente no briefing. E quando num evento, o contexto apresentado deve estar sinérgico com os outros temas apresentados, obedecendo uma seqüência lógica e emocional que contribua com o processo de assimilação da mensagem transmitida e produza implementos de atitude positiva ou mudanças de comportamento, sempre com foco para os elementos psicológicos que conduzam ao aumento da produtividade.

Certamente para que se cumpra um trabalho excepcional o orador motivacional precisa de vivência com os diversos públicos das organizações e nos vários segmentos em que elas actuam, pois a mensagem tem que ser comunicada com os elementos do universo diário de cada público. Pois melhor do que falar de um conteúdo que foi treinado usando telas do power point, é comunicar com a propriedade de quem vivenciou e vivencia no dia a dia o conteúdo transmitido nas diversas nuances que se pode ter na jornada de uma vida profissional. Pois esta é a forma mais profunda de congruência!

O Orador Motivacional, que viveu e vive o conteúdo que transmite, que comunica em níveis psicológicos mais profundos, mesmo que com uma competência inconsciente, geralmente é aquele que tornou-se orador (palestrante) depois de adquirir vasta experiência profissional actuando em seu segmento de mercado como funcionário ou como profissional liberal, pois este orador (palestrante) organizacional irá transmitir o que está registrado em sua mente, pois irá evocar o que está cravado em sua alma! E não apenas em sua memória lógica.

Ficou interessado? Fale comigo!

Sucesso e #ARREBENTA

@fottoni

Formação Profissional


Formação Profissional

Formar é um trabalho de profissional que apesar de acarretar consigo uma certa parte de intuição e arte, também exige, para ser eficaz, competências específicas. Formar é uma profissão que assenta em actos técnicos, compreendendo uma parte que pode ser descrita, operacionalizada e aprendida.
Cada vez mais, a variedade e complexidade das situações de formação exigem do formador uma grande capacidade de adaptação, dando-lhe a possibilidade de explorar as suas especificidades através de decisões adaptadas. O formador, quer exerça essa actividade a tempo inteiro ou não, desempenha e regula o processo de aprendizagem de uma forma sistemática, visando proporcionar com esse exercício a transmissão e aquisição de competências profissionais que confiram, aos indivíduos em formação, o domínio de um conjunto de técnicas fundamentais, que lhes permitam o seu sucesso num mercado de trabalho cada vez mais competitivo, num mundo tecnológico em permanente mudança.

O formador é um facilitador da aprendizagem. O formador é um animador, isto é, um líder e gestor da dinâmica formativa. O formador deverá centrar-se nas pessoas e no grupo; criar uma dinâmica de grupo; provocar a discussão, o trabalho individual e o trabalho em equipa; criar um clima de confiança sem competitividade; utilizar a pedagogia do sucesso e não as práticas do erro; valorizar as experiências e os desempenhos; ter conhecimento e poder agir nas diversas fases do sistema de formação.

Competências do Formador

A) Ser capaz de compreender e integrar-se no contexto técnico em que exerce a sua actividade:

  • a população activa;
  • o mundo do trabalho e os sistemas de formação;
  • o domínio técnico-científico e/ou tecnológico, objecto da formação;
  • a família profissional da formação;
  • o papel e o perfil do formador;
  • os processos de aprendizagem e a relação pedagógica;
  • a concepção e a organização de cursos ou acções de formação.

B) Ser capaz de adaptar-se a diferentes contextos organizacionais e a diferentes grupos de formandos.

C) Ser capaz de planificar e preparar as sessões de formação, nomeadamente:

  • analisar o contexto específico das sessões – objectivos, programa, perfis de entrada e de saída, condições de realização da acção;
  • conceber planos das sessões;
  • definir objectivos pedagógicos;
  • analisar e estruturar os conteúdos de formação;
  • seleccionar os métodos e as técnicas pedagógicas;
  • conceber e elaborar os suportes didácticos;
  • conceber e elaborar os instrumentos de avaliação.

D) Ser capaz de conduzir/mediar o processo de formação/aprendizagem no grupo de formação, nomeadamente:

  • desenvolver os conteúdos de formação;
  • desenvolver a comunicação no grupo;
  • motivar os formandos;
  • gerir os fenómenos de relacionamento interpessoal e de dinâmica de grupo;
  • gerir os tempos e os meios materiais necessários à formação;
  • utilizar os métodos, as técnicas, os instrumentos e os auxiliares didácticos.

E) Ser capaz de gerir a progressão na aprendizagem dos formandos, nomeadamente:

  • efectuar a avaliação formativa informal;
  • efectuar a avaliação formativa formal;
  • efectuar a avaliação final ou sumativa.

F) Ser capaz de avaliar a eficiência da formação, nomeadamente:

  • avaliar o processo formativo;
  • participar na avaliação do impacto da formação nos desempenhos profissionais.

Ficou interessado? Fale comigo!

Sucesso e #ARREBETA

@fottoni

Palestra Corporativa – Clínica Dentária Popular


Algumas imagens da Palestras Corporativa e Motivacional realizada em 2010, com os colaboradores das Clínicas Dentárias Popular, Supermercados 100% e também com todo o staff da Sara Nossa Terra Portugal, instituição religiosa que nos cedeu gentimelmente o seu espaço para a realização desta acção. Foi muito cativante, iteractivo e agregou imenso valor profissional com o tema “Atitude”!

Obrigado equipa e sucesso!
@fottoni

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Alzheimer Portugal – Nobre causa!


Tenho o privilégio de conhecer e interagir com certos grupos e pessoas especiais. Um desses grupos é a Associação Alzheimer Portugal e algumas dessas pessoas é toda a malta que trabalha ou que são voluntários desta causa. Colaboram para a sensibilização e formação de uma sociedade que entende e apoia pessoas com demência e seus cuidadores. Gostei de uma frase de urgência no site da Associação: “Chegou o momento de agir! A doença de Alzheimer deve ser considerada uma prioridade da saúde pública e de política social.”

Realizei em 2010 uma acção de formação (em formato de palestra motivacional) com essa equipa e a resposta não poderia ser melhor! Parabéns a todos e obrigado pelo privilégio de poder colaborar de alguma forma com esta causa. Agradecimentos especiais à Dra. Maria do Rosário Zincke dos Reis e ao Dr. António Oliveira Costa, líderes desta equipa mais que especial!

@fottoni