Um “mix” de Natal


Segue um pouco daquilo que li e ouvi nesses dias e que me edificou bastante. Certeza que também te fará muito bem!

Na capa acima a linda arte feita em quadro negro e giz de escola pelo brother Alexandre Gonzaga durante o Adventus. São muitos detalhes a serem observados e admirados…
Parte do que Mayron Pereira compartilhou
Não deixemos que as dificuldades da vida diária nos desmotive em relação ao Natal! Facilmente, pela quantidade de dificuldades e catástrofes que enfrentamos em 2015, escolheríamos não ver motivos para Celebrar! Mas existe sim!!! O Natal foi instaurado justamente no pior desastre que a humanidade já viveu: a separação de Deus! Foi nesse exato momento que o Redentor foi prometido! Natal é para ser Relembrado com o Sentimento de Esperança – que quem entende que é possível caminhar firme diante das mais severas ameaças porque há uma Redenção conquistada pelo menino Jesus, o filho de Deus!
Parte da newsletter da Editora Ultimato
Ao lermos e meditarmos atentamente nos versos que contam a história do nascimento de Jesus, talvez uma forte sensação de espanto tomará conta de nós. Uma virgem que engravida, um noivo que aceita esta condição e permanece fiel, anjos que anunciam o mistério a conhecidos e desconhecidos, os primeiros visitantes são pastores e não familiares, o homem mais poderoso sentindo-se ameaçado por um bebê.

Que espanto saber que este garoto é o Cristo concedido por Deus para ser nosso! É o Verbo que não tem início nem fim!

Que incrível saber que o Menino cresceria, cumpriria sua missão e morreria para nos reconciliar com Deus! Que assombro saber que este bebê nasceu por mim e por você! E que posso crer, pois Deus nos chama a isto!
Nesta época tão especial, que o espanto – o bom e santo espanto – seja a tônica em nossos corações. Que o espanto nos prepare para a celebração e adoração do “Verbo feito carne”, do Deus-homem que veio salvar o mundo.
Parte do sermão de Natal, ministrado pelo Marcos Rocha na Sal da Terra 90.
Deus deliberadamente e soberanamente decide entrar na humanidade no mais profundo do ser humano. O Salvador é concebido não pela vontade humana, não pelo acerto humano, não pela motivação humana, mas sim pelo amor. O amor do Pai celestial ao homem, a você e a mim, a nossa família. O Deus Emanuel, o Deus conosco é gerado por uma semente santa, um DNA perfeito dentro de uma estrutura humana. E esse é o mistério! E o mistério é que Ele é 100% Deus e 100% humano.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha pernas. Ganha pernas para nos encontrar na distância da nossa solidão, pernas que correm ao nosso encontro.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha braços. Braços para nos amparar em cada tropeção, braços que nos acolhem em nossos momentos de confusão. Braços que nos levantam a lugares mais altos do que nunca imaginamos alcançar.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha olhos, olhos que enxergam cada detalhe de quem somos, olhar sereno e terno, que nos acalma no meio da tempestade.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha ouvidos para discernir o suspirar da nossa alma, ouvidos pacientes para ser o nosso maior confidente.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha mãos, para nos conduzir bem de perto no caminho que nós devemos andar. Mão de graça para nos resgatar das enrascadas que nos metemos na vida.
  • Em Cristo o amor do Pai ganha voz, para nos aconselhar em toda verdade. Voz que nos adverte do mal e nos incentiva ao bem.
  • Em Cristo o amor do Pai habita em nosso meio e nos revela toda a sua glória. Cristo em nós é a esperança de toda glória!
Partes escritas pelo Igor Miguel
… Definitivamente nenhum ser humano poderia “inventar” a narrativa e o evento natalino, ele vai de encontro a nossa obstinação polarizada entre o misticismo ou o materialismo. A encarnação consegue conciliar transcendência e imanência, céu e terra na pessoa de Jesus Cristo, em um único evento.
Enfim, o natal significa que cristãos insistem em lembrar, ou deveriam fazê-lo, ano após ano, durante milênios que “o Verbo se fez carne e habitou entre nós”. Anunciamos e lembramos que Deus se intrometeu em nosso mundo, história e realidade, para inaugurar um novo mundo, uma nova história e uma nova realidade em Jesus. Por isso, o natal não é uma festa pagã de maneira alguma. É uma festa radical, típica e fundamentalmente cristã.
Celebremos com a santa mulher, Maria, mãe de Jesus, que cantou após o menino saltar em seu ventre: “A minha alma engradece ao Senhor, e o meu espírito se alegra em Deus, meu Salvador!”.
… Finalmente, você tem todo direito de não celebrar o natal, obviamente, a data não é uma ordenança bíblica. Mas você considerar ou acusar de pagão ou neopagão cristãos reunidos em família para celebrar e agradecer a Deus pelo que João disse: “O Verbo se fez carne e habitou entre nós.” Isto sim é pagão, muito pagão, é a mais pura perda de discernimento histórico e da noção de que Deus deu riquezas às nações, e que o cristianismo teve o poder de redimir seu sentido para Cristo.

“Esta noite, em Belém, a cidade de David, nasceu o Salvador – sim, o Cristo, o Senhor. É assim que o reconhecerão: encontrarão a criancinha envolvida em panos e deitada numa manjedoura. E eis que, de repente, se juntou outro grande grupo de anjos, louvando Deus: Glória ao Senhor, no mais alto dos céus, paz na Terra aos homens a quem Deus quer bem.” São Lucas

Um Natal diferente e prática da nossa missão. Lindo o engajamento de jovens de vários movimentos, como o Movimento Mosaico, tornando a ceia de Natal de moradores de rua de Goiânia mais humano e cheio do amor de Cristo na prática. Clica no link e saca só: http://g1.globo.com/goias/videos/t/…

GENTILEZA VIROU FRAQUEZA


“Estou sempre fora de moda. Querendo falar de gentileza, imaginem vocês! Pura rebeldia. Sair por aí exibindo minhas vulnerabilidades e, em ato de pura desobediência civil, esperar alguma cumplicidade”

Ser gentil é um ato de rebeldia. Você sai às ruas e insiste, briga, luta para se manter gentil. O motorista quase te mata de susto buzinando e te xingando porque você usou a faixa de pedestres quando o sinal estava fechado para ele. Você posta um pensamento gentil nas redes sociais apesar de ler dezenas de comentários xenofóbicos, homofóbicos, irônicos e maldosos sobre tudo e todos. Inclusive você. Afinal, você é obviamente um idiota gentil. Você se recusa a participar de uma daquelas conversas tolas de gente que fala – mal – de quem nunca viu na vida. Você entende que as pessoas nem sempre têm tempo, ou disposição ou estão muito preocupadas consigo mesmas para reparar na sua tristeza. Você se mantém gentil com elas.

Elas avançam o sinal e ferem você. Porque sendo gentil você está sendo vulnerável. E é tão fácil bater em alguém frágil.

Não é de hoje que a psicanálise, a filosofia e as religiões tratam da dicotomia entre o egoísmo da autopreservação e a gentileza do amor que liberta.

Há teorias evolucionistas que defendem que as sociedades com maior número de pessoas altruístas sobreviveram por mais tempo por serem mais capazes de manter a coesão. Pesquisadores da atualidade dizem, baseados em estudos, que gestos de gentileza liberam substâncias que proporcionam prazer e felicidade. Mas também há Freud, para quem o prazer sexual e a gentileza seriam antagônicos. Aí eu penso: mas nas sociedades contemporâneas, tão moralmente liberais, isso ainda faz sentido? E se Freud não mais explica, por que não somos gentis? E, mais do que isso, por que louvamos a ausência de gentileza?

Gentileza virou fraqueza. É preciso ser macho pacas para ser gentil nos dias de hoje. Só consigo associar a aversão à gentileza à profunda necessidade de ser – ou parecer ser – invencível e bem-sucedido. Nossas fragilidades seriam uma vergonha social. Um empecilho à carreira, ao acúmulo de dinheiro.

O sucesso vira capa de revista. A gentileza pela gentileza não. E daí que cada uma das pessoas com a qual você cruza todos os dias carregue uma história única de dor? E que esteja ali, sendo quem deve ser a partir dessas circunstâncias? Ser gentil com cada uma delas seria um gesto de compreensão da limitação alheia e, portanto, da nossa própria.

Quem quer isso? Como disse William Shakespeare, “O egoísmo unifica os insignificantes”. Mas e daí se ninguém descobrir e mapear nossas fraquezas?

Não ter tempo para gentilezas é bonito. É justificável diante da eterna ambivalência humana: queremos ser bons, mas temos medo. Não dizer bom-dia significa que você é muito importante. Ou muito ocupado. Humilhar os que não concordam com suas ideias é coisa de gente forte. E que está do lado certo. Como se houvesse um lado errado. Porque se nenhum de nós abrir a boca, ninguém vai reparar que no nosso modelo de felicidade tem alguém chorando ali no canto. Porque ser gentil abala sua autonomia. Enfim, ser gentil está fora de moda. Estou sempre fora de moda. Querendo falar de gentileza, imaginem vocês! Pura rebeldia. Sair por aí exibindo minhas vulnerabilidades e, em ato de pura desobediência civil, esperar alguma cumplicidade. Deve ser a idade.

Ana Paula Padrão é jornalista e empresária e esse artigo saiu primeiro na ISTOÉ independente

5 coisas que pessoas bem sucedidas fazem ao acordar…


Melhores Dicas e Artigos - BloG/Nunes !

 Você acha que as pessoas bem sucedidas acordam e vão direto para o trabalho? Está enganado.

Aqui estão algumas coisas que elas fazem assim que acordam

Levante e faça ! O tempo de manhã se tornou seu novo melhor amigo. Utilizar as horas da manhã, antes do trabalho pode ser a chave para uma vida bem sucedida e saudável.

Levantar cedo é um traço comum encontrado em muitos CEOs, funcionários do alto escalão e pessoas influentes. Margaret Thatcher acordava todos os dias às 5h da manhã. Frank Lloyd Wright às 4h e Robert Iger, CEO da Disney acorda às 4:30h. Isso só pra citar alguns exemplos.Exercícios são uma ótima maneira de começar o dia.

Eu sei que você está pensando que trabalha melhor à noite. Não pense assim. As parte da manhã é o período em que as pessoas tendem a ser mais proativas e produtivas.

Além disso, existem benefícios para a saúde das pessoas que têm uma…

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Os ciclos universais de mudança


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Nós podemos aprender muito sobre nós mesmos observando a vida das células, o crescimento das árvores, as ondas do oceano, juntamente com os outros padrões universais e biológicos do crescimento e da própria criação. A natureza é a nossa grande professora. Como os seres humanos fazem parte da natureza e o nosso universo tem 15 bilhões de anos, parece óbvio que exista algum tipo de conexão entre os padrões externos e os padrões inconscientes que residem dentro de nós.

Os ciclos universais de mudança são um processo contínuo que acontece no nosso universo por cerca de 15 bilhões de anos, sendo por isso um modelo realmente antigo. Nós observamos sete ciclos universais de mudança que ocorrem em todos os sistemas vivos como as plantas, as árvores, as estrelas, as células e os animais. Você também pode ver esses mesmos ciclos ocorrendo na maioria dos sistemas inanimados como carros, casas, computadores e a economia.

Abaixo temos uma descrição mais detalhada dos ciclos universais de mudança para ajudá-lo a identificar em que ciclo você pode estar:

Criação — esse ciclo é sobre novos começos. Tudo tem um ponto de partida, e tipicamente esse ponto começa com uma ideia, uma ação ou um projeto. Os exemplos são começar um negócio, ter um filho, investir no seu primeiro fundo de ações, criar a ideia sobre um livro ou uma pintura, construir sua primeira casa, casar, comprar um carro novo, plantar as sementes para uma horta, etc.

Crescimento — quando o sistema começa a crescer e se desenvolver, ele também se torna “auto-organizado.” Isso significa que a criação inicial começa a tomar contorno e forma. Novos padrões de comportamento começam a se desenvolver, e o sistema se auto-organiza em torno da criação original. Por exemplo, um novo negócio desenvolve um ótimo plano de marketing, a ação que você investiu começa a subir de preço, a pequena muda que você plantou começa a mostrar sinais de crescimento, você instalou calotas extravagantes e novas capas no assento do seu carro, ou o seu filho fala pela primeira vez e dá seus primeiros passos.

Complexidade para a maturidade — quando um sistema toma contorno e forma através de crescimento contínuo, ele se torna mais complexo até o ponto onde atinge o “estado estabilizado.” Um sistema opera na sua plenitude quando está num estado estabilizado. Como exemplo de estado estabilizado podemos citar quando as coisas estão excepcionalmente bem no seu trabalho, quando um atleta entra no circuito profissional, quando a árvore que você plantou começa a brotar suas folhas, quando o seu casamento está transcorrendo muito bem, o carro que você comprou está funcionando as mil maravilhas, a ação que você investiu deu um grande salto na direção certa ou quando você está se sentindo bem com você mesmo e com tudo na sua vida.

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Turbulência-feedback — quando o sistema se torna muito complexo no seu crescimento e desenvolvimento, os problemas começam a se desenvolver e a turbulência aparece. A turbulência é considerada como o feedback do ambiente de que o estado complexo do sistema não pode ser mais sustentado – e que algo precisa ser reorganizado, mudado ou jogado fora. Por exemplo: você pode ter contratado alguém para trabalhar com você e essa pessoa não está correspondendo, você nota alguns problemas sérios de comunicação no seu casamento que estão afetando a sua saúde pessoal e seu bem-estar, as folhas da árvore que você plantou começaram a mudar de cor, você pode ter investido numa ação e o preço dela começou a cair, apareceu um pequeno sintoma físico que o está perturbando, você notou sinais de depressão ou de insatisfação na sua vida, seu carro começou a fazer uns barulhos estranhos.

Caos — isso é quando o sistema começa a se despedaçar e o caos se inicia. Por exemplo: as folhas da árvore ficaram marrons e secas, o empregado problemático age de tal modo que o bem-estar de toda a organização fica ameaçada, o preço da ação que você comprou despenca, o seu casamento está desmoronando, você fica seriamente doente ou o estranho barulho que o seu carro estava fazendo se transforma num problema de combustão e uma fumaça escura começa a sair pelo escapamento.

Jogando fora e reorganizando — algumas vezes a vida se torna tão complexa que o caos começa e você tem que jogar fora alguma coisa para ajudar o sistema a recuperar o seu equilíbrio total. Por exemplo, quando a cobra troca a pele ou as folhas caem da árvore – essas coisas são consideradas como jogar fora. Mesmo trocar uma peça no seu carro é uma forma de jogar fora ou uma forma de reorganização. A fim de se mover para frente por causa de um desafio difícil na vida, você muitas vezes precisa abandonar uma crença limitante, uma relação disfuncional, mudar um comportamento ou reorganizar como você enxerga o mundo, fazendo assim espaço na sua vida para criar algo novo e fantástico. Todas as formas de vida no universo como as árvores, as cobras e mesmo as estrelas permitem que ocorra esse ciclo natural de jogar fora, bem como as formas inanimadas como os computadores e suas lixeiras. O propósito da lixeira é liberar espaço no disco rígido com informações que estão na máquina sem necessidade. Os seres humanos são os únicos que resistem a esse ciclo natural de mudança.

Meditação e dormência — a maneira de um sistema recuperar o seu equilíbrio é jogar fora alguma coisa. Então durante a fase da dormência ele pode se rejuvenescer, permitindo que ele mesmo se recicle de volta para um novo ciclo evolucionário de criação. Do mesmo modo que a árvore permanece sem folhas durante o inverno, nós às vezes precisamos ir para um local de meditação e de silêncio interior. Pode ser desconfortável por um tempo, mas pode ser muito saudável para alguém aquietar a mente ou se acalmar por um tempo. Antes de você conseguir se mover para frente, você precisa se dar um tempo para se renovar e rejuvenescer. Uma vez feito isso, você pode se tornar criativo de novo. Você terá jogado fora tudo aquilo que o estava segurando. Porém, você ainda tem todo o conhecimento e a sabedoria que obteve de toda a experiência. Isso estabelece a melodia de todo um novo ciclo de criatividade e crescimento.

Por Kristine Hallbom para a E-zine da Revista da Liderança

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

‘The Woman I Love’ de Jason Mraz, para a mulher que eu amo


A Mulher Que Eu Amo

Talvez eu te perturbe com as minhas escolhas
Bem, você também me perturba as vezes com a sua voz
Mas isso não é suficiente para mim
Sair e seguir em frente
Vou te amar como a mulher que amo

Não temos que nos apressar
Você pode demorar quanto tempo quiser
Estou aguentando firme
Meu coração está em casa
Com a minha mão atrás de você
Vou te segurar se você cair
Yeah, vou te amar como a mulher que amo

As vezes o mundo pode te fazer se sentir
Que você não é mais bem-vinda
E você se derruba
Você se deixa enlouquecer
E naqueles momentos que você para de amar
Aquela pessoa que adoro
Você pode relaxar
Porque, querida, te protejo
Te protejo

Ei

Não quero mudá-la
Você tem tudo sobre controle
Você acorda todo dia diferente
Uma outra razão para mim aguentar firme
E não estou apegado de maneira alguma, você está se mostrando
Vou te amar como a mulher que amo
Yeah, vou te amar, oh yeah
Yeah, vou te amar
Você é a mulher que amo

Especial para a minha eterna namorada… Te amo Sú!

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A propaganda que não custa nada


Dica de Liderança

Uma empresa estava quase falida, então os diretores chamaram um consultor caríssimo para ajudá-los a resolver a situação. O consultor estudou a empresa, e finalmente apresentou numa reunião as suas recomendações:

“Comecem a fazer propaganda”, aconselhou ele. “E usem três formas de mídia: rádio, marketing direto e cortesia. As duas primeiras vão custar algum dinheiro. A cortesia é grátis, mas é a mais importante“. – Henry O. Dormann

Fonte: Crescimento Pessoal & Motivação®

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Inspiração, motor propulsor para a ação?


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“Devíamos ser ensinados a não esperar por inspiração para começar algo. Ação sempre gera inspiração. Inspiração raramente gera ação”. – Frank Tibolt

É preciso estar inspirado para agir? Esse é um dos erros, que transforma a espera por inspiração, em procrastinação. Gosto e preciso de inspiração, mas que esse não seja mais, o motor da minha ação!

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

@fottoni

Quem me dera…


Quem me dera que eu fosse o pó da estrada
E que os pés dos pobres me estivessem pisando…

Quem me dera que eu fosse os rios que correm
E que as lavadeiras estivessem à minha beira…

Quem me dera que eu fosse os choupos à margem do rio
E tivesse só o céu por cima e a água por baixo…

Quem me dera que eu fosse o burro do moleiro
E que ele me batesse e me estimasse…

Antes isso que ser o que atravessa a vida
Olhando para trás de si e tendo pena…

Fernando Pessoa em Poemas Completos de Alberto Caeiro