Superação para 2015 – você pode!


Por Craig Ballantyne

“Saiba que a mudança positiva na sua vida É POSSÍVEL. Em qualquer idade, em qualquer situação, em qualquer área da sua vida.

Apesar de poder parecer que está piorando ou você sentir-se soterrado/a, apesar de todos os obstáculos, você PODE SUPERAR essas dificuldades.

As coisas vão melhorar, acredite.

Flores podem crescer em pequenos buracos na calçada ou na parede. Pessoas em situações bem piores do que a sua foram capazes de superar e ter sucesso.

Então… chega de desculpas!

Você consegue, você é capaz.

Mesmo que seja um pequeno passo, avance.

Siga em frente. Um passo por vez, um passo para a frente.

Comece hoje.

Comece agora.

Não importa tudo que já aconteceu. Importa o que VOCÊ vai fazer AGORA.

Olhe para a frente.

Tome a decisão certa.

Procure o apoio das pessoas certas.

Busque as metas e objetivos certos.

Faça o que é certo. Faça o que pode.

Você pode.

Eu acredito em você!”

Recebi esse pequeno (mas excelente!) texto na E-zine da Venda Mais que o Raul Candeloro prepara todas as semanas. Espero que gostem!

Idiota à brasileira. Com vocês o “PIB”…


Ele fura fila. Ele estaciona atravessado. Acha que pertence a uma casta privilegiada. Anda de metrô – mas só no exterior. Conheça o PIB (Perfeito Idiota Brasileiro). E entenda como ele mantém puxado o freio de mão do nosso país.

Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. Se puder, atrapalha quem pega no pesado. Trata-se de uma tradição lusitana, ibérica, reproduzida aqui na colônia desde os tempos em que os negros carregavam em barris, nos ombros, a toilete dos seus proprietários, e eram chamados de “tigres” – porque os excrementos lhes caíam sobre as costas, formando listras. O Perfeito Idiota Brasileiro, ou PIB, também não ajuda em casa. Influência da mamãe, que nunca deixou que ele participasse das tarefas – nem mesmo pôr ou tirar uma mesa, nem mesmo arrumar a própria cama. Ele atira suas coisas pela casa, no chão, em qualquer lugar, e as deixa lá, pelo caminho. Não é com ele. Ele foi criado irresponsável e inconsequente. É o tipo de cara que pede um copo d¿água deitado no sofá. E não faz nenhuma questão de mudar. O PIB é especialista em não fazer, em fazer de conta, em empurrar com a barriga, em se fazer de morto. Ele sabe que alguém fará por ele. Então ele se desenvolveu um sujeito preguiçoso. Folgado. Que se escora nos outros, não reconhece obrigações e adora levar vantagem. Esse é o seu esporte predileto – transformar quem o cerca em seus otários particulares.

O tempo do Perfeito Idiota Brasileiro vale mais que o das demais pessoas. É a mãe que fura a fila de carros no colégio dos filhos. É a moça que estaciona em vaga para deficientes no shopping. É o casal que atrasa uma hora para um jantar com amigos. As regras só valem para os outros. O PIB não aceita restrições. Para ele, só privilégios e prerrogativas. Um direito divino – porque ele é melhor que os outros. É um adepto do vale-tudo social, do cada um por si e do seja o que Deus quiser. Só tem olhos para o próprio umbigo e os únicos interesses válidos são os seus.

O PIB é o parâmetro de tudo. Quanto mais alguém for diferente dele, mais errado esse alguém estará. Ele tem preconceito contra pretos, pardos, pobres, nordestinos, baixos, gordos, gente do interior, gente que mora longe. E ele é sexista para caramba. Mesma lógica: quem não é da sua tribo, do seu quintal, é torto. E às vezes até quem é da tribo entra na moenda dos seus pré-julgamentos e da sua maledicência. A discriminação também é um jeito de você se tornar externo, e oposto, a um padrão que reconhece em si, mas de que não gosta. É quando o narigudo se insurge contra narizes grandes. O PIB adora isso.

O PIB anda de metrô. Em Paris. Ou em Manhattan. Até em Buenos Aires ele encara. Aqui, nem a pau. Melhor uma hora de trânsito e R$ 25 de estacionamento do que 15 minutos com a galera do vagão. É que o Perfeito Idiota tem um medo bizarro de parecer pobre. E o modo mais direto de não parecer pobre é evitar ambientes em que ele possa ser confundido com um despossuído qualquer. Daí a fobia do PIB por qualquer forma de transporte coletivo.

Outro modo de nunca parecer pobre é pagar caro. O PIB adora pagar caro. Faz questão. Não apenas porque, para ele, caro é sinônimo de bom. Mas, principalmente, porque caro é sinônimo de “cheguei lá” e “eu posso”. O sujeito acha que reclamar dos preços, ou discuti-los, ou pechinchar, ou buscar ofertas, é coisa de pobre. E exibe marcas como penduricalhos numa árvore de natal. É assim que se mostra para os outros. Se pudesse, deixaria as etiquetas presas ao que veste e carrega. O PIB compra para se afirmar. Essa é a sua religião. E ele não se importa em ficar no vermelho – preocupação com ter as contas em dia, afinal, é coisa de pobre.

O PIB também é cleptomaníaco. Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer produto que esteja sendo ofertado numa degustação no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PIB gosta de pagar caro, mas ama uma boca-livre.

E o PIB detesta ler. Então este texto é inútil, já que dificilmente chegará às mãos de um Perfeito Idiota Brasileiro legítimo, certo? Errado. Qualquer um de nós corre o risco de se comportar assim. O Perfeito Idiota é muito mais um software do que um hardware, muito mais um sistema ético do que um determinado grupo de pessoas.

Um sistema ético que, infelizmente, virou a cara do Brasil. Ele está na atitude da magistrada que bloqueou, no bairro do Humaitá, no Rio, um trecho de calçada em frente à sua casa, para poder manobrar o carro. Ele está no uso descarado dos acostamentos nas estradas. E está, principalmente, na luz amarela do semáforo. No Brasil, ela é um sinal para avançar, que ainda dá tempo – enquanto no Japão, por exemplo, é um sinal para parar, que não dá mais tempo. Nada traduz melhor nossa sanha por avançar sobre o outro, sobre o espaço do outro, sobre o tempo do outro. Parar no amarelo significaria oferecer a sua contribuição individual em nome da coletividade. E isso o PIB prefere morrer antes de fazer.

Na verdade, basta um teste simples para identificar outras atitudes que definem o PIB: liste as coisas que você teria que fazer se saísse do Brasil hoje para morar em Berlim ou em Toronto ou em Sidney. Lavar a própria roupa, arrumar a própria casa. Usar o transporte público. Respeitar a faixa de pedestres, tanto a pé quanto atrás de um volante. Esperar a sua vez. Compreender que as leis são feitas para todos, inclusive para você. Aceitar que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e os mesmo deveres – não há cidadãos de primeira classe e excluídos. Não oferecer mimos que possam ser confundidos com propina. Não manter um caixa dois que lhe permita burlar o fisco. Entender que a coisa pública é de todos – e não uma terra de ninguém à sua disposição para fincar o garfo. Ser honesto, ser justo, não atrasar mais do que gostaria que atrasassem com você. Se algum desses códigos sociais lhe parecer alienígena em algum momento, cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus do PIB. Reaja, porque enquanto não erradicarmos esse mal nunca vamos ser uma sociedade para valer.

Esse artigo foi escrito por Adriano Silva e li na SuperInteressante.

A FIFA não é dona do futebol!


A maioria das pessoas se esquece que a democracia brasileira tem apenas 25 anos, e dentro de sua história essa é a primeira vez, desde o impeachment do Collor, que o povo brasileiro questiona que tipo de país quer habitar. E dessa forma, nos tornamos conhecedores de nossos direitos, definidos na Constituição de 1988.

E é o povo brasileiro, não a FIFA(Copa), tampouco o próprio futebol, que deixa um legado inédito para o mundo, visto que somos a primeira nação que realmente decidiu questionar qual o benefício de sediar uma FIFA(Copa) – por isso a pergunta “Copa pra quem?”.

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A resposta para essa pergunta está no relatório oficial de prestação de contas do mega evento pelo governo brasileiro, Matriz de Responsabilidade http://bit.ly/TNeBzW, veja os números você mesmo!

Todos os brasileiros acreditaram que a FIFA (Copa) deixaria benefícios infraestrurais que tanto necessitam os trabalhadores que acordam as 5 da manhã para pegar o ônibus e ir para a labuta; os que necessitam do sistema público da coleta de lixo; os que dependem da polícia para sua segurança; os que não têm saneamento básico; e ainda, os usuários do sistema público de saúde.

Pois bem. Em 2007, em uma cerimônia de celebração do Brasil sede da FIFA(Copa), com a presença do presidente do Brasil, Lula, o então presidente da CBF Ricardo Teixeira afirmou: “A Copa é um evento privado. Portanto, o maior benefício de sediar uma FIFA(Copa) é o fato de este ser o evento que menos usa dinheiro público”. Entretanto, mais de 85% dos fundos vieram, até agora, de cofres públicos, e quase metade desse dinheiro foi investido no Rio, SP e BH.

Agora, para aqueles que acham que o Brasil, e por Brasil eu me refiro ao povo brasileiro, irá se beneficiar com a FIFA (Copa) está na hora de rever os seus conceitos do que desenvolvimento social significa, principalmente em um país onde os indicadores sociais assustam de tão baixos.

A FIFA (Copa) não é dona do esporte futebol, nunca foi, e nunca será! Ademais, não serão os últimos a tirar vantagem de uma paixão do ser humano para benefício próprio. Portanto, protestar durante a copa não quer dizer que deixamos de ser loucos por futebol. Quer dizer, apenas, que não queremos nosso suor nas mãos de uma máfia corrupta que decidiu se apropriar de uma de nossas maiores paixões para seu benefício.

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Giselle Barboza é Antropóloga e produtora de mídia em Londres.
Atualmente, lidera a mídia da campanha www.itsapenalty.com.

15 coisas que você precisa abandonar para ser feliz


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1. Desista da sua necessidade de estar sempre certo

Há tantos de nós que não podem suportar a ideia de estarem errados – querem ter sempre razão – mesmo correndo o risco de acabar com grandes relacionamentos ou causar estresse e dor, para nós e para os outros. E não vale a pena, mesmo. Sempre que você sentir essa necessidade “urgente” de começar uma briga sobre quem está certo e quem está errado, pergunte a si mesmo: “Eu prefiro estar certo ou ser gentil?” (Wayne Dyer) Que diferença fará? Seu ego é mesmo tão grande assim?

2. Desista da sua necessidade de controle

Estar disposto a abandonar a sua necessidade de estar sempre no controle de tudo o que acontece a você e ao seu redor – situações, eventos, pessoas, etc. Sendo eles entes queridos, colegas de trabalho ou apenas estranhos que você conheceu na rua – deixe que eles sejam. Deixe que tudo e todos sejam exatamente o que são e você verá como isso irá o fazer se sentir melhor.

“Ao abrir mão, tudo é feito. O mundo é ganho por quem se desapega, mas é necessário você tentar e tentar. O mundo está além da vitória.” Lao Tzu

3. Pare de culpar os outros

Desista desse desejo de culpar as outras pessoas pelo que você tem ou não, pelo que você sente ou deixa de sentir. Pare de abrir mão do seu poder e comece a se responsabilizar pela sua vida.

4. Abandone as conversinhas auto-destrutivas

Quantas pessoas estão se machucando por causa da sua mentalidade negativa, poluída e repetidamente derrotista? Não acredite em tudo o que a sua mente está te dizendo – especialmente, se é algo pessimista. Você é melhor do que isso.

“A mente é um instrumento soberbo, se usado corretamente. Usado de forma errada, contudo, torna-se muito destrutiva.” Eckhart Tolle

5. Deixe de lado as crenças limitadoras sobre quem você pode ou não ser, sobre o que é possível e o que é impossível. De agora em diante, não está mais permitido deixar que as suas crenças restritivas te deixem empacado no lugar errado. Abra as asas e voe!

“Uma crença não é uma ideia realizada pela mente, é uma ideia que segura a mente.” Elly Roselle

6. Pare de reclamar

Desista da sua necessidade constante de reclamar daquelas várias, várias, váaaarias coisas – pessoas, momentos, situações que te deixam infeliz ou depressivo. Ninguém pode te deixar infeliz, nenhuma situação pode te deixar triste ou na pior, a não ser que você permita. Não é a situação que libera esses sentimentos em você, mas como você escolhe encará-la. Nunca subestime o poder do pensamento positivo.

7. Esqueça o luxo de criticar

Desista do hábito de criticar coisas, eventos ou pessoas que são diferentes de você. Nós somos todos diferentes e, ainda assim, somos todos iguais. Todos nós queremos ser felizes, queremos amar e ser amados e ser sempre entendidos. Nós todos queremos algo e algo é desejado por todos nós.

8. Desista da sua necessidade de impressionar os outros

Pare de tentar tanto ser algo que você não é só para que os outros gostem de você. Não funciona dessa maneira. No momento em que você pára de tentar com tanto afinco ser algo que você não é, no instante em que você tira todas as máscaras e aceita quem realmente é, vai descobrir que as pessoas serão atraídas por você – sem esforço algum.

9. Abra mão da sua resistência à mudança

Mudar é bom. Mudar é o que vai te ajudar a ir de A a B. Mudar vai melhorar a sua vida e também as vidas de quem vive ao seu redor. Siga a sua felicidade, abrace a mudança – não resista a ela.

“Siga a sua felicidade e o mundo abrirá portas para você onde antes só havia paredes” Joseph Campbell

10. Esqueça os rótulos

Pare de rotular aquelas pessoas, coisas e situações que você não entende como se fossem esquisitas ou diferentes e tente abrir a sua mente, pouco a pouco. Mentes só funcionam quando abertas.

“A mais extrema forma da ignorância é quando você rejeita algo sobre o que você não sabe nada” Wayne Dyer

11. Abandone os seus medos

Medo é só uma ilusão, não existe – você que inventou. Está tudo em sua cabeça. Corrija o seu interior e, no exterior, as coisas vão se encaixar.

“A única coisa de que você deve ter medo é do próprio medo” Franklin D. Roosevelt

12. Desista de suas desculpas

Mande que arrumem as malas e diga que estão demitidas. Você não precisa mais delas. Muitas vezes nos limitamos por causa das muitas desculpas que usamos. Ao invés de crescer e trabalhar para melhorar a nós mesmos e nossas vidas, ficamos presos, mentindo para nós mesmos, usando todo tipo de desculpas – desculpas que, 99,9% das vezes, não são nem reais.

13. Deixe o passado no passado

Eu sei, eu sei. É difícil. Especialmente quando o passado parece bem melhor do que o presente e o futuro parece tão assustador, mas você tem que levar em consideração o fato de que o presente é tudo que você tem e tudo o que você vai ter. O passado que você está desejando – o passado com o qual você agora sonha – foi ignorado por você quando era presente. Pare de se iludir. Esteja presente em tudo que você faz e aproveite a vida. Afinal, a vida é uma viagem e não um destino. Enxergue o futuro com clareza, prepare-se, mas sempre esteja presente no agora.

14. Desapegue do apego

Este é um conceito que, para a maioria de nós é bem difícil de entender. E eu tenho que confessar que para mim também era – ainda é -, mas não é algo impossível. Você melhora a cada dia com tempo e prática. No momento em que você se desapegar de todas as coisas, (e isso não significa desistir do seu amor por elas – afinal, o amor e o apego não têm nada a ver um com o outro; o apego vem de um lugar de medo, enquanto o amor… bem, o verdadeiro amor é puro, gentil e altruísta, onde há amor não pode haver medo e, por causa disso, o apego e o amor não podem coexistir), você irá se acalmar e se virá a se tornar tolerante, amável e sereno… Você vai alcançar um estado que te permita compreender todas as coisas, sem sequer tentar. Um estado além das palavras.

15. Pare de viver a sua vida segundo as expectativas das outras pessoas

Pessoas demais estão vivendo uma vida que não é delas. Elas vivem suas vidas de acordo com o que outras pessoas pensam que é o melhor para elas, elas vivem as próprias vidas de acordo com o que os pais pensam que é o melhor para elas, ou o que seus amigos, inimigos, professores, o governo e até a mídia pensa que é o melhor para elas. Elas ignoram suas vozes interiores, suas intuições. Estão tão ocupadas agradando todo mundo, vivendo as suas expectativas, que perdem o controle das próprias vidas. Isso faz com que esqueçam o que as faz feliz, o que elas querem e o que precisam – e, um dia, esquecem também delas mesmas. Você tem a sua vida – essa vida agora – você deve vivê-la, dominá-la e, especialmente, não deixar que as opiniões dos outros te distraiam do seu caminho.

Fonte: Guia Ingresse

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Gentileza gera gentileza


insp_630Um sorriso, um toque, uma palavra de conforto ou até mesmo o menor gesto pode iluminar um dia escuro ou apagar um fardo pesado. A organização americana Life Vest Inside sem fins lucrativos criou um vídeo dedicado a espalhar bondade para ajudar as pessoas a encontrarem os seus potenciais e a autoestima.

Apesar de ser difícil perceber que ainda existam valores, como por exemplo, a ética na formação do caráter nos dias atuais, ainda assim há algumas razões para continuarmos acreditando num mundo melhor. O movimento busca mostrar que um pequeno gesto de generosidade pode transformar a vida de outras pessoas e isso retorna para você.

Entretanto trata-se, sobretudo do desejo de contribuir com um mundo mais humano, pois para se tornar uma pessoa mais gentil, é preciso que cada um faça uma reflexão consigo mesmo sobre o exemplo que queremos passar adiante. Como diria o Mahatma Gandhi: “Seja a mudança que você quer ver no mundo“.

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Fonte

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Sabedoria para uma liderança eficaz


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Você é um líder ou almeja uma posição de liderança? Liderar pessoas não é a função mais fácil do mundo, mas às vezes fazemos parecer mais complicado do que realmente é. Uma parte bem grande do sucesso de um líder se deve a questões básicas e de senso comum, mas que podem passar despercebidas e acabar sendo ignoradas. Vamos atentar para algumas coisas que todo líder deve saber?

Não existe atalho para ser líder. Se você acha que conhecer aquele amigo do seu tio que pode te colocar em um cargo de chefia na empresa dele vai te transformar em líder, é melhor rever seus conceitos. Liderar exige treinamento, preparo e capacidade para lidar com pessoas, além de conhecer cada etapa dos processos envolvidos. Se você vai liderar um time de vendedores, por exemplo, ter experiência própria em vendas, saber como é estar no lugar deles, vai te ajudar a ir muito mais longe.

Para liderar, é preciso seguir. Se você quer que as pessoas lhe sigam, deve ter sido, você mesmo, um seguidor. A experiência como liderado fará você conhecer bem as necessidades e anseios de quem está liderando, ajudando a lidar melhor com essas pessoas nas mais diversas situações. Aprimore o que sabe que funciona e conserte aquilo que não dá tão certo. Antes de liderar, você deve aprender a seguir.

Fórmula mágica? Esqueça. Não existe segredo para ser um bom líder. A liderança é uma competência desenvolvida com o tempo e a vontade de ajudar pessoas a darem o seu melhor através do incentivo, feedback e exemplo.

Você já sabe liderar. Mas hein? Como assim? Lembra de quando falamos ali em cima sobre a importância de seguir antes de liderar? Desde criança você tem sido liderado, seja por questões hierárquicas, como professor e aluno, ou por escolha sua, como idolatrar aquele super herói que sempre salva o dia. Ao longo de sua vida você aprendeu, observando os outros, quem é um bom líder e como faz para sê-lo. Tenha isso em mente.

Ser líder não é ser chefe e ser chefe não é ser líder. Isso você provavelmente já cansou de ver por aí. Mas ainda que um não seja o outro, ambos os trabalhos devem se integrar. Pouco adianta saber inspirar as pessoas se você não canalizar essa habilidade para que elas sejam produtivas, cumpram metas e superem expectativas. Da mesma forma, não é nada eficaz cobrar trabalhos e prazos se você não souber dar exemplo e reconhecer as realizações de seus liderados. Encontre o equilíbrio entre gestão e liderança.

Liderar não te torna especial. Se você acha que ser líder faz de você uma pessoa melhor que as outras, baixe a bola. Todos têm o mesmo grau de importância em uma empresa ou projeto. Qual é a vantagem de ser líder se não houver quem siga? Um bom líder não deixa de lado a humildade e sabe que ninguém é melhor que ninguém.

Liderança não deve ser um trabalho. Um salário mais alto é tudo que você almeja ao buscar a liderança? Se a resposta for “sim”, você provavelmente não é um líder muito bom. A liderança é uma vocação e deve vir de dentro. Você pode aprimorá-la com técnicas, cursos e treinamentos, mas pessoas não podem ser compradas, apenas conquistadas. Não seja a pessoa que está atrás de uma conta bancária gorda. Seja a pessoa que inspira e faz a diferença – para melhor – na vida de quem te cerca. Ser líder é deixar de lado a individualidade e buscar o crescimento coletivo.

Via: Salada Cultural

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Professor vai a nado para a escola há 20 anos na Índia


Para chegar à escola local todos os dias, o professor pega uma boia, coloca as roupas em uma sacola e nada de uma margem à outra do rio, em uma verdadeira demonstração de dedicação ao ensino. Quando chega à outra margem, ainda tem de caminhar 10 minutos por uma colina. O professor trabalha na escola há duas décadas e afirma que usa o exemplo para ensinar aos alunos a importância do meio ambiente.


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Via Catraca Livre

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CEO na @iBasicDigital

Como a geração Y influencia na redefinição de políticas de uso de mídias sociais


geracaoY_redes-sociaisDois terços dos funcionários da Geração Y utilizam dispositivos ou aplicações pessoais no trabalho, diz estudo. A política de uso de mídias sociais de sua organização está preparada?

A geração Millenium é digital. Esses jovens cresceram rodeados pela tecnologia e são dependentes delas, e as mídias sociais não são exceção. Esses hábitos são construídos antes mesmo de entrarem no mercado de trabalho, e é muito improvável que sejam abandonados quando estão trabalhando.

Segundo recente estudo “Estudo das Gerações na Tecnologia e seu Impacto no Ambiente de Trabalho”, conduzido pela CompTIA, quase dois terços dos trabalhadores da Geração Y usam um dispositivo ou aplicação pessoal para fins de trabalho, enquanto apenas um terço dos baby boomers fazem o mesmo.

Além disso, cerca de 90% dos funcionários na casa dos 20 anos usam o Facebook para fins pessoais e de trabalho. É possível que a geração Millenium esteja contornando toda a política organizacional de sua empresa, mas é mais provável que esses jovens não estejam tão conscientes assim sobre a gravidade do assunto – ou talvez até mesmo sobre a existência de uma política específica.

Erros comuns

As empresas podem cometer uma série de erros na elaboração e aplicação de políticas de uso de mídia social. Aqui estão os três casos mais recorrentes:

Concentrar na perda de produtividade, ao invés de considerar os benefícios: 64% dos funcionários que participaram do estudo concordaram que o uso de mídias sociais no trabalho para fins pessoais era uma ameaça à produtividade, no entanto, ignorar os benefícios da mídia social pode parar o crescimento global da empresa. Uma pesquisa produzida pela  Harvard Business Review descobriu que quase 80% das organizações estão usando ou pretendem usar plataformas sociais como ferramentas de negócios. E esse número ainda deve crescer muito.

Estabelecer uma política para todos: cada funcionário tem um papel ou uma função diferente e, provavelmente, tem acesso exclusivo a informações corporativas confidenciais. No entanto, muitas empresas criam apenas uma política de mídia social. As organizações deveriam ter cláusulas sociais separadas para os empregados com base no acesso que possuem a informações importantes e em suas responsabilidades.

Ignorar implicações de TI: a política de mídia social, como a maioria das políticas de TI, deve proteger os dados corporativos de sua empresa. As mídias sociais são ferramentas orientadas para o consumo, por isso o comportamento tido nelas pode ser muito mais informal do que no e-mail e em outras tarefas online de trabalho. Mas uma certa displicência pode colocar dados corporativos e a reputação da marca em risco.

Para promover um comportamento melhor nas mídia sociais, estabeleça um programa de treinamento que acompanhe uma política bem trabalhada. O objetivo da política deve ser evitar os erros descritos acima. Assim, gostamos de recomendar uma abordagem em duas vertentes. Comece com uma política com base na responsabilidade de trabalho e acesso a dados sensíveis. Isso significa segmentar os funcionários em grupos e desenvolver uma política que reflete com precisão as necessidades de cada um. Então, para proteger os dados da sua empresa, certifique-se de que seus funcionários sabem exatamente o que é esperado deles e como usar as plataformas sociais de acordo com as definições da política de uso.

Quando as empresas falham ao colocar em prática todos as diretrizes de uso de mídias sociais, os empregados podem acabar abusando do uso tecnologia. Isso poderia resultar em problemas de produtividade, lacunas de segurança, e até mesmo em problemas de reputação da marca.

geracao-yOs responsáveis pela política de mídia social devem voltar atrás e entender como cada plataforma é usada dentro da empresa e como funciona o controle de segurança referente a cada uma. Por exemplo, se o seu CFO está no LinkedIn, será importante ter orientações ou até mesmo um processo de aprovação para se certificar de que nenhuma informação proprietária seja liberada antes de tornar pública. Por outro lado, o uso do Pinterest pelo departamento de marketing para fins de relações públicas ou de recrutamento interno pode não precisar de tanta regulamentação.

Ajustar a política de mídia social com muita frequência pode dificultar a educação dos funcionários sobre os procedimentos de mudança. Mas esperar muito tempo entre as avaliações de políticas pode colocar sua empresa em risco de perder uma nova tendência ou, até mesmo, expor vulnerabilidades dentro do mundo social.

Uma abordagem equilibrada é revisitar a política de mídia social a cada seis meses. Não é nececessário fazer mudanças radicais (ou alguma mudança) em cada ponto de verificação. No entanto, é inteligente tornar essas avaliações regulares um hábito.

Via: InformationWeek Brasil

Fonte imagens: Reprodução

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