Diversos atalhos para você usar as redes sociais de forma mais rápida [INFOGRÁFICO]


Se você é um dos mais de 1 bilhão de usuários da maior rede social do mundo, o Facebook, provavelmente deve passar um bom tempo bisbilhotando a vida dos seus amigos, publicando fotos, atualizando seu status ou até mesmo procurando o amor da sua vida.

E para facilitar a sua vida, a empresa de análises Quintly elaborou uma infográfico bem bacana com diversos atalhos para você usar as redes sociais de modo mais rápido e intenso. As dicas são para Facebook, Twitter, YouTube e Google Plus.

Por exemplo, se você quer mandar uma nova mensagem na rede de Zuckerberg, basta apertar ctrl + alt + m para quem tem Mac e alt + m para quem usa Windows. No YouTube, além do tradicional esc para fechar um vídeo maximizado, é possível apertar a letra F no decorrer do vídeo e maximizá-lo, sem a necessidade de ficar procurando pelo “quadradinho” para aumentar a tela.

Confiram essas e outras dicas no infográfico abaixo:

QuintlyShortcutsInfographic

 

Via: BlogMidia8.com

Digital MKT in the wall


Passo todos os dias a caminho do trabalho em frente a um talho (açougue) no centro de Lisboa. Parecia um talho normal, até que hoje reparei em algo que chamou minha atenção! Literalmente… digital mkt in the wall!

Por mais que não seja talvez a melhor e a mais eficaz forma de divulgar a page do facebook da empresa, comigo funcionou e fui lá conferir…não tem nada demais e está desactualizada (erro mais comum do que se imagina), mas o potencial deste empreendedor é grande e merece respeito. Não sei quem é, mas vou fazer questão de conhecê-lo (depois publico aqui o resultado disso), pois tem iniciativa e está atento a evolução do mercado e a necessidade de adaptar-se ao mesmo.

#ARREBENTA

@fottoni

Classe Facebook – A treinar os empresários do futuro


Mark Zuckerberg quê? Na Universidade de Stanford, os alunos aprendem a criar empresas de sucesso. Os licenciados criaram companhias que valem milhões. “Vocês devem ter a capacidade de criar uma ideia de negócio e torná-la viável em apenas 40 minutos”, diz um dos professores.

A empresa fundada e gerida por Evan Reas tem dez trabalhadores e 6 milhões de dólares de fundos já investidos. O conceito do negócio é simples: No site lal.com há “flirt” entre os alunos. Ao que parece, os universitários dos EUA não “flirtam” o suficiente na vida real: milhares já visitaram o site.

O autor do site tem apenas 26 anos é um dos super-empresários treinados pela “Classe Facebook” da Universidade de Stanford. “A disciplina foi dada de uma forma extremamente prática”, diz Reas. “O professor Bj Fogg ensinou-nos o empreendedorismo na teoria, mas queria que o usássemos no mundo real, e que testássemos com pequenas experiências do que tínhamos aprendido.”

A disciplina, fundada por Foog e Dave MacClure em 2007, não criou apenas Reas e o lal.com. Na verdade, o seu grande resultado foi uma nova geração de empresa que fazem dinheiro através das aplicações do Facebook. Os alunos do primeiro ano criaram”apps” que têm já 16 milhões de utilizadores.

“O conceito é pioneiro”, explica o professor Fogg. “Os alunos controem algo real e põem-no a funcionar. Disse-lhes logo para desistirem se não gostassem de desafios. Cinquenta desistiram, 75 ficaram comigo.” Este curso é um treino para as futuras estrelas de Silicom Valley. Muitos deles são agora milionários, pelo menos no papel.

“O que fazíamos eram protótipos e produtos simples”, explica Akshay Kothari, 25 anos, que frequentou esta turma em 2010. Kothari fundou a Pulse.me, uma aplicação que permite aos utilizadores criar um “mosaico” com os seus sites de notícias favoritos. Desde o lançamento, há 14 meses, o Puls já te 5 milhões de utilizadores. Segundo Fogg, começar uma empresa de sucesso é mais fácil do que parece. “O maior erro das empresas é pensar de mais”, afirma. “Fazem produtos muito complicados. As aplicações de sucesso são simples. Digo aos meus aluno que têm 40 minutos para criar uma ideia e executá-la.”

Stress, novo foco

Algumas semanas depois da classe de 2007 ter terminado, as aplicações dos alunos Facebook tinham 24 milhões de utilizadores.

“Mas os visitantes rapidamente se aborreceram”, diz o professor BJ Fogg. “Então temos de os guiar através de uma nova experiência”. Assim, muitos destes alunos venderam as suas ideias a companhias já existentes – ou fundaram empresas.

O próprio professor Fogg, que dirige o Stanford´s Persuasive Technology Lab, muda o objectivo da classe todos os anos. Este ano ele ensina como usar tecnologia para reduzir o stress das pessoas.

Por Elisabeth Braw Metro Word News

Estudo: 57% das empresas portuguesas cotadas sem página de Facebook


Barómetro de Reputação Online concluiu que presença nos meios digitais “é consideravelmente reduzida”.

As 50 maiores empresas cotadas em Portugal assumem uma presença «consideravelmente reduzida» nos principais espaços online, em comparação com os seus referentes internacionais. As conclusões são do 1º Barómetro de Reputação Online, uma iniciativa da Imago – Llorente & Cuenca apoiada pela Euronext Lisbon.

De facto, 57% das empresas não têm página oficial de Facebook, 24% têm um canal próprio no YouTube, e 73% ainda não integram o Twitter. O estudo analisou a presença das 50 maiores empresas cotadas na Euronext Lisbon e os seus gestores no ambiente da Web, em comparação a 40 referentes internacionais de sectores de actividade que vão desde as telecomunicações e tecnologias de informação aos media, energia, banca indústria, infra-estruturas e construção, distribuição automóvel e desporto, entre outras. Para a concretização do estudo, a Imago analisou a visibilidade e a notoriedade das empresas, de acordo com o volume e a qualidade das referências sobre estas entidades no Google, YouTube, Facebook e Twitter.

No ranking global das empresas analisadas, tanto a nível nacional como internacional, num total de 90 entidades, destacaram-se as SAD do Futebol Clube do Porto e do Sporting, posicionadas entre as 20 empresas com melhor reputação online.

Enquanto que 37% das empresas portuguesas se vêem atingidas por ameaças à reputação institucional no Google, no que respeita aos seus empresários esse valor cresce para os 55%.

Os gestores do sector media são os que se encontram sujeitos a uma maior exposição, sobretudo no Facebook e no Twitter, ainda que o seu índice de popularidade seja metade daquele que apresentam os seus referentes internacionais.

Se no caso das equipas de futebol é a marca que se impõe no que toca à visibilidade, no caso do sector de media são os gestores que gozam de uma maior presença, em alguns casos, tornando-se superiores às da empresa que representam.

O estudo surge inserido no Observatório de Reputação Online da Imago – Llorente & Cuenca, departamento que engloba o acompanhamento contínuo da reputação das principais empresas cotadas em Bolsa em Espanha, América Latina e agora também em Portugal.

Via Marketeer