Sobre o tempo…


Tempo é uma oportunidade igual para todos. Todos os seres humanos têm exatamente a mesma quantidade de horas e minutos todos os dias. Os ricos não conseguem comprar mais horas. Cientistas não conseguem inventar novos minutos. E você não pode guardar tempo para utilizá-lo um outro dia. Mesmo assim, o tempo é extremamente justo e generoso. Não importa quanto tempo se perdeu no passado, ainda temos um amanhã inteiro. O sucesso depende de usarmos com sabedoria — planejando e estabelecendo prioridades. O fato é que o tempo vale mais que dinheiro e ao se matar o tempo, estamos matando nossas chances de sucesso.

Denis Waitley
The Joy of Working

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O que é ser um bom pai hoje?


“Esse foi um negócio de pai para filho.” Frase muitas vezes proferida por quem quer expressar que alguém ajudou outra pessoa de forma tão evidente, tão forte e diferenciada que só um pai faria pelo próprio filho. Me peguei pensando sobre o que descreveria uma relação de amor de um filho para com seu pai de forma tão amorosa e cuidadosa quanto.

O que um filho poderia dar como um grande e inesquecível presente para o pai no dia em que desejar comemorar o seu bem-sucedido (será que isso existe?) papel de pai? Ah! Está aí a resposta: o maior presente que um filho pode dar ao seu pai é mostrar que ele, o pai, foi bem-sucedido como pai. Se isso (o tal pai bem-sucedido no papel de pai) existe mesmo, quais seriam as evidências?

Pai bem-sucedido é aquele que conseguiu – com todos os percalços e dificuldades, alegrias e preocupações, acertos e erros – criar um filho que foi para a vida viver e aprender.

Pai bem-sucedido é aquele cujo filho por ele criado tem algo para lhe ensinar. Sim, é isso mesmo o que estou dizendo: pai bem-sucedido é o que tem um filho com o qual pode aprender. Que não permanece a vida toda como o senhor da verdade para um filho obediente, acovardado diante dos desafios da vida e impotente. Dependente de um Pai Todo-Poderoso que não é aquele que está no céu, mas um Rei Leão que não deixa suas crias crescerem.

Não pense você, pai, que seu papel hoje na pós-modernidade é fazer de conta que sabe tudo e que nunca erra para seus filhos “não perderem o respeito”. Isso era no seu tempo de ser filho. Hoje, no seu tempo de ser pai, o ser pai mudou de conceito, exatamente porque os tempos mudaram.

O que tem valor e constrói hoje não é mais o mesmo tipo de atitude que tinham nossos pais e que, no contexto de sua época, estava correto. Num mundo padronizado, pai bom era pai que fazia cumprir as regras e reproduzir o padrão. Sem culpados. Cada época produz seus ideais de comportamento.

Estamos numa época em que o que se pede das relações com os pais é outra coisa. Não mais que seja o dono da verdade, que será contestada e desmascarada na próxima esquina por alguém que também tem o poder de saber. Aliás, papai de hoje, não tenha medo de não saber, pois o que você não souber o seu filho pode descobrir, inventar, criar. E será dele o mérito e a segurança adquiridos. Que melhor presente pode ser, nas palavras do psicanalista francês Jacques Lacan, para definir o amor: “Dar o que não se tem”?
Para Lacan, amar é dar o que não se tem. É oferecer ao outro sua falta, sua falha. E a falha, meu querido, é o terreno que – por estar vazio – pode receber as sementes novas que germinarão e produzirão as novas árvores e os novos frutos de uma outra vida que é a dos nossos filhos. O entulho do “eu sei tudo” impede as novas brotações.

Cena de filme ilustradora de pais (mães incluídas, é claro) que hoje são bons pais, quer dizer, bons parceiros de vida: a filha, aproveitando-se da ausência anunciada dos pais, resolve usar o chalé de inverno para hospedar três clientes para um curso intensivo de coaching. Um contratempo na viagem dos pais os traz de volta. Ao entrarem em casa e perceberem a “armação”, começam a fazer de conta diante dos clientes e do chefe da filha que são dois outros clientes marcados para o curso.

A partir daí, todo tipo de situações cômicas é vivida pelos três cúmplices. Sim, porque os pais se tornaram cúmplices da manobra não ortodoxa da filha para crescer na carreira, e, ao invés de censurá-la por ter se apossado da casa, assumem a posição de companheiros de luta e avalizam a escolha da filha, construindo com ela uma solução inusitada.

Pais que podem aprender com os filhos, que podem viajar em suas histórias como felizes coadjuvantes e não os donos da bola, são os pais bem-sucedidos.

Esse artigo foi escrito (e muito bem!) pela Psicanalista Luciene Godoy para o Divã do Popular

A FIFA não é dona do futebol!


A maioria das pessoas se esquece que a democracia brasileira tem apenas 25 anos, e dentro de sua história essa é a primeira vez, desde o impeachment do Collor, que o povo brasileiro questiona que tipo de país quer habitar. E dessa forma, nos tornamos conhecedores de nossos direitos, definidos na Constituição de 1988.

E é o povo brasileiro, não a FIFA(Copa), tampouco o próprio futebol, que deixa um legado inédito para o mundo, visto que somos a primeira nação que realmente decidiu questionar qual o benefício de sediar uma FIFA(Copa) – por isso a pergunta “Copa pra quem?”.

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A resposta para essa pergunta está no relatório oficial de prestação de contas do mega evento pelo governo brasileiro, Matriz de Responsabilidade http://bit.ly/TNeBzW, veja os números você mesmo!

Todos os brasileiros acreditaram que a FIFA (Copa) deixaria benefícios infraestrurais que tanto necessitam os trabalhadores que acordam as 5 da manhã para pegar o ônibus e ir para a labuta; os que necessitam do sistema público da coleta de lixo; os que dependem da polícia para sua segurança; os que não têm saneamento básico; e ainda, os usuários do sistema público de saúde.

Pois bem. Em 2007, em uma cerimônia de celebração do Brasil sede da FIFA(Copa), com a presença do presidente do Brasil, Lula, o então presidente da CBF Ricardo Teixeira afirmou: “A Copa é um evento privado. Portanto, o maior benefício de sediar uma FIFA(Copa) é o fato de este ser o evento que menos usa dinheiro público”. Entretanto, mais de 85% dos fundos vieram, até agora, de cofres públicos, e quase metade desse dinheiro foi investido no Rio, SP e BH.

Agora, para aqueles que acham que o Brasil, e por Brasil eu me refiro ao povo brasileiro, irá se beneficiar com a FIFA (Copa) está na hora de rever os seus conceitos do que desenvolvimento social significa, principalmente em um país onde os indicadores sociais assustam de tão baixos.

A FIFA (Copa) não é dona do esporte futebol, nunca foi, e nunca será! Ademais, não serão os últimos a tirar vantagem de uma paixão do ser humano para benefício próprio. Portanto, protestar durante a copa não quer dizer que deixamos de ser loucos por futebol. Quer dizer, apenas, que não queremos nosso suor nas mãos de uma máfia corrupta que decidiu se apropriar de uma de nossas maiores paixões para seu benefício.

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Giselle Barboza é Antropóloga e produtora de mídia em Londres.
Atualmente, lidera a mídia da campanha www.itsapenalty.com.

Isso é meu? Questione o pensamento popular. #FogonaPauta*


*Esse artigo foi escrito durante o treinamento Fogo na Pauta: gestão, operação e criação de conteúdo. Dinâmica facilitada pela grande Renata Checha.

Com certeza todos já ouvimos o dito popular “Maria vai com as outras”, certo? Mas o que torna alguém “Maria vai com as outras”? Segundo o Dicionário Informal estamos falando de pessoas sem personalidade, caráter ou opinião própria que sempre concordam em tudo com o que lhe falam, mesmo não sendo a favor.

É fácil me perder em um pensamento popular e fazer com que esse pensamento faça parte do meu “eu” e impere, até o ponto de defendê-lo vivamente em uma roda de discussão. Mas esse pensamento é meu? Concordo totalmente com ele? O que valorizo realmente no final das contas? A popularidade ou a causa?

Há uma falta irritante de pessoas impopulares, pois até aquelas que impopulares eram, se tornaram populares. E populares no sentido de se travestirem de algo que não são, ou pensam, apenas pela fome e sede de um aplauso ou de um palco.

Li em um livro que já não me lembro qual (mas que gostei tanto ao ponto de copiar esse trecho), a definição de um pensamento popular :
“O pensamento popular é…
Demasiado mediano para compreender o valor do bom pensamento;
Demasiado inflexível para ter consciência do impacto da mudança;
Demasiado preguiçoso para dominar o processo do pensamento intencional;
Demasiado pequeno para ver a sabedoria do pensamento global;
Demasiado conformado para liberar o potencial da concentração de pensamento;
Demasiado tradicional para descobrir a alegria do pensamento criativo;
Demasiado ingênuo para reconhecer a importância do pensamento realista;
Demasiado indisciplinado para divulgar o poder do pensamento estratégico;
Demasiado limitador para sentir a energia do pensamento da possibilidade;
Demasiado moderno para adotar as lições do pensamento do pensamento reflexivo;
Demasiado fútil para questionar a aceitação do pensamento popular;
Demasiado orgulhoso para encorajar a participação no pensamento partilhado;
Demasiado egocêntrico para experienciar a satisfação do pensamento altruísta;
Demasiado descomprometido para usufruir do retorno do pensamento de base.”

Outro tipo de pessoa que está em extinção é aquela que tem mais perguntas do que respostas. No fim de tudo o que sobra é a consciência do nada, pois o “tudo” que você aprendeu, na verdade não é nada, mas que poderá vir a ser alguma coisa, se durante essa caminhada você reconhecer que não é nada.

“Não sou uma máquina de respostas, sou uma máquina de perguntas. Se temos todas as respostas, como é possível estarmos na confusão em que nos encontramos?” -Douglas Cardinal

A popularidade vai de encontro com o bom pensamento e o bom pensador. Pensar bem dá trabalho e muito! E a sociedade do hoje e do agora, não quer trabalho. Exige facilidade e futilidade. É a geração do sucesso instantâneo… da cultura BBB, da aplicação mínima de energia possível para sobreviver.

É preciso ouvir a voz que grita em nosso subconsciente: “Esses pensamentos são de falsas esperanças!”, “Isso não é bom, não está certo!”, “Isso é besteira pura”!

Quer limitar seu sucesso (no melhor sentido da palavra)? Então adote o pensamento popular!

“A dificuldade não reside tanto no desenvolvimento de novas idéias, mas sim na forma como escapar às idéias velhas.” -John Keynes.

Alguns passos para questionar o pensamento popular:

  1. Valorize os pensamentos diferentes do seu (mas não se prostitua);
  2. Pense antes de agir e antes de seguir (simplesmente pense);
  3. Faça coisas novas de maneiras novas (sempre);
  4. E por fim, acostume-se com o desconfortável (não tanto para que não se torne confortável).

Grande abraço, bons pensamentos e boa revolução!

Fabrício Ottoni
@fottoni

Não basta ser gestor, tem de participar


lideranca-compartilhada-veraResultados, reuniões, indicadores, orçamento são palavras muito comuns nos corredores do mundo corporativo. Nesta dinâmica, muitos gestores se veem pressionados pelo negócio e caem na armadilha da falta de tempo, na busca incansável de suas metas e se esquecem de suas equipes, que participam deste corre-corre, muitas vezes não compreendendo os objetivos corporativos e como podem contribuir.

Mas será que a equipe conhece estas metas? Sabe o que é esperado do time? Recebe um retorno sobre seu trabalho? “Não tenho tempo e tempo é dinheiro”, muitos gestores pensam. Outros acreditam que os funcionários que não estão informados e não entendem o ritmo corporativo, possuem falta de comprometimento e baixa performance.

Esta pode ser uma variável importante, mas antes o gestor deve se perguntar: Será que estou fazendo meu papel? Não basta ser gestor, tem de participar.

Para um processo de gestão efetivo, o gestor deve avaliar se está exercendo o kit básico da liderança de pessoas: conhecer sua equipe, estabelecer metas claras, definir métricas e formas de acompanhamento, saber ouvir e dar / receber feedback. São 5 atitudes que fazem a diferença para uma equipe comprometida e com ótimos resultados.

O gestor que conhece sua equipe extrai as potencialidades de cada integrante de forma a agregar para as atividades e projetos realizados, desenvolvendo um plano de ação efetivo e consistente para melhoria de competências essenciais para o negócio e seus objetivos de carreira.

Um gestor que conhece sua equipe pode desenvolver metas desafiadoras em parceria com seu time criando comprometimento, alinhamento e clareza. Todos conhecem suas metas organizacionais e caminham para o mesmo lugar e podem como equipe se apoiar. Muitos gestores não comunicam as metas para sua equipe, acreditando que estes possuem informação e clareza onde ao invés, estão perdidos e muitas vezes com foco em atividades não produtivas. Se eu conheço o que preciso alcançar, o caminho terá mais foco.

Metas claras precisam de indicadores alinhados, pois assim o gestor co-participa e co-responsabiliza sua equipe, desenvolvendo um planejamento eficaz, com atividades e prazos desafiadores e tangíveis. Com sua equipe no caminho certo, o gestor pode dar foco em ações estratégicas e acompanhar a performance de sua equipe.

Através de um bom acompanhamento, o gestor atua com feedbacks pontuais e claros ao colaborador ao invés de aguardar apenas duas vezes ao ano, a avaliação de desempenho para pontuar melhorias e ajustes, surpreendendo o colaborador que entendia que sua performance estava bem. O feedback é uma poderosa ferramenta no processo de gestão. É um retorno de como a performance, metas e comportamentos estão; um alinhamento entre duas partes – gestor e liderado, uma ajuste e revisão de planos onde o gestor alimenta o colaborador com pontos que caminham bem e ajustes e o próprio gestor se retroalimenta, recebendo observações em sua liderança e reforça pontos importantes do seu exemplo para a equipe.

Para que este processo de gestão possa fluir, a atitude de saber ouvir é essencial, pois cria uma via de mão dupla como um oxigênio, uma vez que constrói confiança, respeito, sinergia e parceria.

O kit básico da gestão de pessoas apresenta atitudes importantes para que o gestor crie sua identidade fortalecida e com proximidade de sua equipe, assim como um pai e seus filhos, que oferece de forma consciente e pertinente o que o colaborador precisa para se desenvolver, crescer na empresa e não apenas o que cada colaborador gostaria individualmente. É uma relação de ganha-ganha onde ambos crescem, se apoiam e geram valor para sua carreiras e resultados na organização.
Portanto, não basta ser gestor, tem de participar.

Por: Aline Gomes- Executive coach
Via: Blog Hunter
Imagem Fonte: Reprodução

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@fottoni

5 formas de usar mídias sociais para vender mais


Costumo ler e gosto bastante das Revistas e Newsletters da Venda Mais e da Revista da Liderança (mesmo grupo). O Raúl Candeloro é um grande palestrante, consultor, autor, editor chefe, CEO, empreendedor e acima de tudo vendedor. Ele resolveu então, com certeza não teria como deixar de falar, escrever um artigo com dicas de Social Media para se vender mais. Como o cara é “o cara” das vendas, é claro que a gente presta atenção. E eu resolvi postar aqui no blog as dicas que ele deu. Na minha opinião estão na corrente do assunto e de forma simples, prática e direta ele deixou excelentes dicas para o pessoal. E aqui vão elas:

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1) Infográficos no Pinterest/Facebook/Linkedin: uma coisa simples que pode ser muito melhor trabalhada pelas empresas são infográficos. (Uma busca rápida por “Como fazer um infográfico” no Google vai lhe dar excelentes ideias).

Minha sugestão aqui é fazer um infográfico de “7 coisas que você precisa saber/perguntar antes de comprar… (seu produto ou serviço)”. Ou seja, 7 (ou 5, ou 10) perguntas que todo cliente deveria fazer ANTES de comprar.

Sugestões parecidas poderiam ser “X coisas que você deve tomar cuidado ao comprar…”, “X maiores erros ao comprar…” e coisas do estilo.

A ideia aqui é EDUCAR os compradores, e fazer isso de maneira visualmente atraente. Infográficos são ótimos para isso.

Você então cria uma lista de coisas que o comprador deveria fazer/saber, cria o infográfico e posta nas suas redes sociais (Pinterest é perfeito para isso, assim como Facebook. Pode ser aproveitado também no Linkedin).

Esse infográfico post deveria levar a uma página do seu site em que a pessoa pode:

a) fazer um teste rápido (respondendo se o seu fornecedor atual tem essas 7 coisas, por exemplo) ou
b) ler um artigo mais completo sobre o assunto, com mais dicas.

Essa página do site termina sempre com um chamado à ação: deixe seus dados para que nós entremos em contato, clique e compre, etc.

2) Twitter + hashtags: a hashtag (símbolo #) virou uma mania entre os twitteiros, que a usam às vezes de maneira errada e exagerada (esta paródia do Justin Timberlake e Jimmy Fallon tira um ‘sarro’ desse exagero: http://www.youtube.com/watch?v=57dzaMaouXA).

Mas quando usada corretamente, a hashtag pode ser bem eficiente. Uma ideia criativa aqui é criar uma campanha de vendas com a sua própria hashtag, mas com um toque social.

Você cria uma hashtag promocional e coloca um contador no seu site. Cada vez que alguém twitta ou retwitta uma mensagem com a sua # promocional, o contador avança +1. Quando o contador chega a 1000, dispara automaticamente a promoção (20% de desconto, por exemplo).

Um outro pró desta promoção é que, como a pessoa tem que usar a hashtag para receber o benefício, essa hashtag acaba servindo como código de controle – você sabe exatamente de onde esse cliente veio.

Note que a ideia toda é fazer com que as pessoas participando, principalmente as mais ativas e mais interessadas, queiram divulgar a promoção. Afinal de contas, ela só passa a valer quando chegar-se a um número mínimo.

A mesma lógica pode ser usada no Facebook (usando likes/compartilhamentos), Youtube (likes/compartilhamentos), etc.

3) A 3ª ideia é mais simples, mas como vejo que nunca é utilizada, vou falar sobre ela. É simplesmente uma questão de organização e foco.

Nas suas mensagens em mídias sociais, recomendo que você categorize os posts. Assim fica fácil as pessoas filtrarem melhor o que querem, sem irritá-las com material desnecessário (o que faz com que elas acabem parando de seguir você ou descadastrem seu e-mail).

A melhor forma de fazer isso é usando palavras-chave no começo da mensagem, de preferência no título. Funciona muito bem em mídias sociais.

Exemplos de categoria de post/informação que você pode usar:

– [Pré-venda]
– [Lançamento]
– [Novidades]
– [Assista/Vídeo]
– [Brinde]
– [Sorteio/Promoção]
– [Cupom de desconto]
– [Oferta especial]
– [Artigo]

Esse tipo de categorização faz com que, na média, sua taxa de abertura/leitura de mensagens melhore.

4) Ofertas especiais: Crie uma promoção no Facebook só para quem dá ‘likes’ na sua página.

A melhor maneira de fazer isso é criando o que se chama de ‘landing page’, uma página inicial customizada que as pessoas encontram quando visitam sua página no Facebook pela primeira vez. Ao dar o ‘like’, ela pode receber um cupom, um e-book, um brinde, etc.

5) Kit surpresa: A 5ª ideia é uma das que mais gosto e que uso com frequência. É o uso de pesquisas entre clientes usando mídias sociais como ferramenta de divulgação.

Exemplo que usei recentemente com sucesso foi a pesquisa que fiz sobre os maiores erros cometidos pelos vendedores (na opinião dos próprios vendedores). O resultado da pesquisa virou um artigo, um vídeo e vários posts no FB/twitter. Também usei os resultados no e-mail marketing que vendia o curso on-line Alta Performance em Vendas. O resultado foi um sucesso: chegamos a 700 inscritos.

Você também pode fazer o mesmo: basta fazer uma pesquisa rápida com seus clientes sobre algum tema relacionado à sua área (maiores dificuldades é sempre um tema que repercute) e depois você posta resultados nas mídias sociais.

Isso posiciona você como expert , mas para realmente provocar vendas (ou pelo menos geração de leads/prospects qualificados) você precisa ir um passo além: oferecer algo para download que permita que você capture o nome/e-mail (e, se possível, telefone de contato) dos interessados. Isso entra num ‘funil de vendas’ onde se faz o follow-up com uma sequência de contatos (geralmente via e-mail).

Isso pode ser feito oferecendo para download/baixar um check-list em pdf, por exemplo, ou uma planilha, uma apresentação em slides, um vídeo, um e-book… enfim, qualquer coisa que ajude o cliente a saber mais (educando o cliente, mais uma vez) ou que ele/ela valorize.

Essas são 5 ideias rápidas e simples para vender mais usando mídias sociais po Raúl Candeloro da Venda Mais.

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Fonte imagem: Reprodução

Sabedoria para uma liderança eficaz


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Você é um líder ou almeja uma posição de liderança? Liderar pessoas não é a função mais fácil do mundo, mas às vezes fazemos parecer mais complicado do que realmente é. Uma parte bem grande do sucesso de um líder se deve a questões básicas e de senso comum, mas que podem passar despercebidas e acabar sendo ignoradas. Vamos atentar para algumas coisas que todo líder deve saber?

Não existe atalho para ser líder. Se você acha que conhecer aquele amigo do seu tio que pode te colocar em um cargo de chefia na empresa dele vai te transformar em líder, é melhor rever seus conceitos. Liderar exige treinamento, preparo e capacidade para lidar com pessoas, além de conhecer cada etapa dos processos envolvidos. Se você vai liderar um time de vendedores, por exemplo, ter experiência própria em vendas, saber como é estar no lugar deles, vai te ajudar a ir muito mais longe.

Para liderar, é preciso seguir. Se você quer que as pessoas lhe sigam, deve ter sido, você mesmo, um seguidor. A experiência como liderado fará você conhecer bem as necessidades e anseios de quem está liderando, ajudando a lidar melhor com essas pessoas nas mais diversas situações. Aprimore o que sabe que funciona e conserte aquilo que não dá tão certo. Antes de liderar, você deve aprender a seguir.

Fórmula mágica? Esqueça. Não existe segredo para ser um bom líder. A liderança é uma competência desenvolvida com o tempo e a vontade de ajudar pessoas a darem o seu melhor através do incentivo, feedback e exemplo.

Você já sabe liderar. Mas hein? Como assim? Lembra de quando falamos ali em cima sobre a importância de seguir antes de liderar? Desde criança você tem sido liderado, seja por questões hierárquicas, como professor e aluno, ou por escolha sua, como idolatrar aquele super herói que sempre salva o dia. Ao longo de sua vida você aprendeu, observando os outros, quem é um bom líder e como faz para sê-lo. Tenha isso em mente.

Ser líder não é ser chefe e ser chefe não é ser líder. Isso você provavelmente já cansou de ver por aí. Mas ainda que um não seja o outro, ambos os trabalhos devem se integrar. Pouco adianta saber inspirar as pessoas se você não canalizar essa habilidade para que elas sejam produtivas, cumpram metas e superem expectativas. Da mesma forma, não é nada eficaz cobrar trabalhos e prazos se você não souber dar exemplo e reconhecer as realizações de seus liderados. Encontre o equilíbrio entre gestão e liderança.

Liderar não te torna especial. Se você acha que ser líder faz de você uma pessoa melhor que as outras, baixe a bola. Todos têm o mesmo grau de importância em uma empresa ou projeto. Qual é a vantagem de ser líder se não houver quem siga? Um bom líder não deixa de lado a humildade e sabe que ninguém é melhor que ninguém.

Liderança não deve ser um trabalho. Um salário mais alto é tudo que você almeja ao buscar a liderança? Se a resposta for “sim”, você provavelmente não é um líder muito bom. A liderança é uma vocação e deve vir de dentro. Você pode aprimorá-la com técnicas, cursos e treinamentos, mas pessoas não podem ser compradas, apenas conquistadas. Não seja a pessoa que está atrás de uma conta bancária gorda. Seja a pessoa que inspira e faz a diferença – para melhor – na vida de quem te cerca. Ser líder é deixar de lado a individualidade e buscar o crescimento coletivo.

Via: Salada Cultural

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Professor vai a nado para a escola há 20 anos na Índia


Para chegar à escola local todos os dias, o professor pega uma boia, coloca as roupas em uma sacola e nada de uma margem à outra do rio, em uma verdadeira demonstração de dedicação ao ensino. Quando chega à outra margem, ainda tem de caminhar 10 minutos por uma colina. O professor trabalha na escola há duas décadas e afirma que usa o exemplo para ensinar aos alunos a importância do meio ambiente.


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Via Catraca Livre

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CEO na @iBasicDigital

Monitorar hábitos para alcançar suas metas


shutterstock_124000780-660x440Para alcançar nossos sonhos, é sabido que precisamos ter metas. Metas de vida, metas profissionais. E quando se pensa nesse assunto, o primeiro item que vem à cabeça é o estabelecimento de um plano de ação. Como vou chegar lá, de que maneira, que recursos vou precisar, em que prazo, costuma ser o pontapé inicial quando se pensa em alcançar objetivos. No entanto, um dos caminhos mais interessantes, que tenho utilizado com muitos clientes e no meu dia a dia de coach, é o monitoramento de hábitos, de competências comportamentais.

O que se percebe é que ao estabelecer a meta, identifica-se uma série de freios que impedem as pessoas de chegarem onde querem. São comportamentos novos, que se precisa adquirir. São exemplos, disciplina, coragem, ousadia, iniciativa, capacidade de dar feedback, paciência, resiliência, entre tantos outros. Cada indivíduo, por sua trajetória, é impactado por diferentes amarras, que só serão soltas quando novos hábitos forem incorporados.

Mas como desenvolver esses novos hábitos? Uma técnica que tem total aprovação e resultado é a seguinte. Em qualquer meio, seja uma folha de papel, uma planilha no computador, mesmo um pedaço de papel de pão – para ser simples – vá escrevendo os novos hábitos que você precisa adotar para alcançar suas metas. Vamos tomar como exemplo um gerente de vendas. Para alcançar determinado faturamento, ele estabelece no plano de ação que ele precisa conhecer o mercado, contratar novos representantes para determinadas áreas, melhorar o feedback, entre outros. Mas internamente ele percebe que falta ousadia para conquistar novos clientes, coragem para dar feedback, paciência para recrutar vendedores, etc.

Listar estas capacidades a serem desenvolvidas, e, diariamente, olhar para elas e atribuir uma nota de 0 a 10 de qual foi o seu nível de satisfação naquele dia faz com que seja acionado no nosso cérebro o conceito de referência. Não importa a nota em si, e sim que ao atribuí-la, inconscientemente, você pensa no 10. E você, mesmo sem se dar conta, vai criar uma imagem daquele ideal, de você se comportando daquela maneira, seja com paciência, com coragem, com organização.  Automaticamente a sua cabeça começa a criar maneiras de como você vai chegar lá.

É simples assim. Tudo na vida começa com uma imagem mental, na cabeça de alguém. E qualquer mudança começa com você criando uma imagem de como você quer ser no futuro. Esse monitoramento de comportamentos vai te dar consciência, você vai resgatando o significado do que você está fazendo e as mudanças vão acontecendo.

cap3_me_pic2Experimente. Monitorar nossas competências comportamentais faz com que nossas metas sejam alcançadas de maneira mais eficiente, conscientemente e com presença total do que se está fazendo.

Via E-zine da Revista Liderança

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CEO @iBasicDigital