5 formas de usar mídias sociais para vender mais


Costumo ler e gosto bastante das Revistas e Newsletters da Venda Mais e da Revista da Liderança (mesmo grupo). O Raúl Candeloro é um grande palestrante, consultor, autor, editor chefe, CEO, empreendedor e acima de tudo vendedor. Ele resolveu então, com certeza não teria como deixar de falar, escrever um artigo com dicas de Social Media para se vender mais. Como o cara é “o cara” das vendas, é claro que a gente presta atenção. E eu resolvi postar aqui no blog as dicas que ele deu. Na minha opinião estão na corrente do assunto e de forma simples, prática e direta ele deixou excelentes dicas para o pessoal. E aqui vão elas:

6a00d83451bad569e2012876a6f53a970c-800wi

1) Infográficos no Pinterest/Facebook/Linkedin: uma coisa simples que pode ser muito melhor trabalhada pelas empresas são infográficos. (Uma busca rápida por “Como fazer um infográfico” no Google vai lhe dar excelentes ideias).

Minha sugestão aqui é fazer um infográfico de “7 coisas que você precisa saber/perguntar antes de comprar… (seu produto ou serviço)”. Ou seja, 7 (ou 5, ou 10) perguntas que todo cliente deveria fazer ANTES de comprar.

Sugestões parecidas poderiam ser “X coisas que você deve tomar cuidado ao comprar…”, “X maiores erros ao comprar…” e coisas do estilo.

A ideia aqui é EDUCAR os compradores, e fazer isso de maneira visualmente atraente. Infográficos são ótimos para isso.

Você então cria uma lista de coisas que o comprador deveria fazer/saber, cria o infográfico e posta nas suas redes sociais (Pinterest é perfeito para isso, assim como Facebook. Pode ser aproveitado também no Linkedin).

Esse infográfico post deveria levar a uma página do seu site em que a pessoa pode:

a) fazer um teste rápido (respondendo se o seu fornecedor atual tem essas 7 coisas, por exemplo) ou
b) ler um artigo mais completo sobre o assunto, com mais dicas.

Essa página do site termina sempre com um chamado à ação: deixe seus dados para que nós entremos em contato, clique e compre, etc.

2) Twitter + hashtags: a hashtag (símbolo #) virou uma mania entre os twitteiros, que a usam às vezes de maneira errada e exagerada (esta paródia do Justin Timberlake e Jimmy Fallon tira um ‘sarro’ desse exagero: http://www.youtube.com/watch?v=57dzaMaouXA).

Mas quando usada corretamente, a hashtag pode ser bem eficiente. Uma ideia criativa aqui é criar uma campanha de vendas com a sua própria hashtag, mas com um toque social.

Você cria uma hashtag promocional e coloca um contador no seu site. Cada vez que alguém twitta ou retwitta uma mensagem com a sua # promocional, o contador avança +1. Quando o contador chega a 1000, dispara automaticamente a promoção (20% de desconto, por exemplo).

Um outro pró desta promoção é que, como a pessoa tem que usar a hashtag para receber o benefício, essa hashtag acaba servindo como código de controle – você sabe exatamente de onde esse cliente veio.

Note que a ideia toda é fazer com que as pessoas participando, principalmente as mais ativas e mais interessadas, queiram divulgar a promoção. Afinal de contas, ela só passa a valer quando chegar-se a um número mínimo.

A mesma lógica pode ser usada no Facebook (usando likes/compartilhamentos), Youtube (likes/compartilhamentos), etc.

3) A 3ª ideia é mais simples, mas como vejo que nunca é utilizada, vou falar sobre ela. É simplesmente uma questão de organização e foco.

Nas suas mensagens em mídias sociais, recomendo que você categorize os posts. Assim fica fácil as pessoas filtrarem melhor o que querem, sem irritá-las com material desnecessário (o que faz com que elas acabem parando de seguir você ou descadastrem seu e-mail).

A melhor forma de fazer isso é usando palavras-chave no começo da mensagem, de preferência no título. Funciona muito bem em mídias sociais.

Exemplos de categoria de post/informação que você pode usar:

– [Pré-venda]
– [Lançamento]
– [Novidades]
– [Assista/Vídeo]
– [Brinde]
– [Sorteio/Promoção]
– [Cupom de desconto]
– [Oferta especial]
– [Artigo]

Esse tipo de categorização faz com que, na média, sua taxa de abertura/leitura de mensagens melhore.

4) Ofertas especiais: Crie uma promoção no Facebook só para quem dá ‘likes’ na sua página.

A melhor maneira de fazer isso é criando o que se chama de ‘landing page’, uma página inicial customizada que as pessoas encontram quando visitam sua página no Facebook pela primeira vez. Ao dar o ‘like’, ela pode receber um cupom, um e-book, um brinde, etc.

5) Kit surpresa: A 5ª ideia é uma das que mais gosto e que uso com frequência. É o uso de pesquisas entre clientes usando mídias sociais como ferramenta de divulgação.

Exemplo que usei recentemente com sucesso foi a pesquisa que fiz sobre os maiores erros cometidos pelos vendedores (na opinião dos próprios vendedores). O resultado da pesquisa virou um artigo, um vídeo e vários posts no FB/twitter. Também usei os resultados no e-mail marketing que vendia o curso on-line Alta Performance em Vendas. O resultado foi um sucesso: chegamos a 700 inscritos.

Você também pode fazer o mesmo: basta fazer uma pesquisa rápida com seus clientes sobre algum tema relacionado à sua área (maiores dificuldades é sempre um tema que repercute) e depois você posta resultados nas mídias sociais.

Isso posiciona você como expert , mas para realmente provocar vendas (ou pelo menos geração de leads/prospects qualificados) você precisa ir um passo além: oferecer algo para download que permita que você capture o nome/e-mail (e, se possível, telefone de contato) dos interessados. Isso entra num ‘funil de vendas’ onde se faz o follow-up com uma sequência de contatos (geralmente via e-mail).

Isso pode ser feito oferecendo para download/baixar um check-list em pdf, por exemplo, ou uma planilha, uma apresentação em slides, um vídeo, um e-book… enfim, qualquer coisa que ajude o cliente a saber mais (educando o cliente, mais uma vez) ou que ele/ela valorize.

Essas são 5 ideias rápidas e simples para vender mais usando mídias sociais po Raúl Candeloro da Venda Mais.

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

Fonte imagem: Reprodução

Anúncios

Como a geração Y influencia na redefinição de políticas de uso de mídias sociais


geracaoY_redes-sociaisDois terços dos funcionários da Geração Y utilizam dispositivos ou aplicações pessoais no trabalho, diz estudo. A política de uso de mídias sociais de sua organização está preparada?

A geração Millenium é digital. Esses jovens cresceram rodeados pela tecnologia e são dependentes delas, e as mídias sociais não são exceção. Esses hábitos são construídos antes mesmo de entrarem no mercado de trabalho, e é muito improvável que sejam abandonados quando estão trabalhando.

Segundo recente estudo “Estudo das Gerações na Tecnologia e seu Impacto no Ambiente de Trabalho”, conduzido pela CompTIA, quase dois terços dos trabalhadores da Geração Y usam um dispositivo ou aplicação pessoal para fins de trabalho, enquanto apenas um terço dos baby boomers fazem o mesmo.

Além disso, cerca de 90% dos funcionários na casa dos 20 anos usam o Facebook para fins pessoais e de trabalho. É possível que a geração Millenium esteja contornando toda a política organizacional de sua empresa, mas é mais provável que esses jovens não estejam tão conscientes assim sobre a gravidade do assunto – ou talvez até mesmo sobre a existência de uma política específica.

Erros comuns

As empresas podem cometer uma série de erros na elaboração e aplicação de políticas de uso de mídia social. Aqui estão os três casos mais recorrentes:

Concentrar na perda de produtividade, ao invés de considerar os benefícios: 64% dos funcionários que participaram do estudo concordaram que o uso de mídias sociais no trabalho para fins pessoais era uma ameaça à produtividade, no entanto, ignorar os benefícios da mídia social pode parar o crescimento global da empresa. Uma pesquisa produzida pela  Harvard Business Review descobriu que quase 80% das organizações estão usando ou pretendem usar plataformas sociais como ferramentas de negócios. E esse número ainda deve crescer muito.

Estabelecer uma política para todos: cada funcionário tem um papel ou uma função diferente e, provavelmente, tem acesso exclusivo a informações corporativas confidenciais. No entanto, muitas empresas criam apenas uma política de mídia social. As organizações deveriam ter cláusulas sociais separadas para os empregados com base no acesso que possuem a informações importantes e em suas responsabilidades.

Ignorar implicações de TI: a política de mídia social, como a maioria das políticas de TI, deve proteger os dados corporativos de sua empresa. As mídias sociais são ferramentas orientadas para o consumo, por isso o comportamento tido nelas pode ser muito mais informal do que no e-mail e em outras tarefas online de trabalho. Mas uma certa displicência pode colocar dados corporativos e a reputação da marca em risco.

Para promover um comportamento melhor nas mídia sociais, estabeleça um programa de treinamento que acompanhe uma política bem trabalhada. O objetivo da política deve ser evitar os erros descritos acima. Assim, gostamos de recomendar uma abordagem em duas vertentes. Comece com uma política com base na responsabilidade de trabalho e acesso a dados sensíveis. Isso significa segmentar os funcionários em grupos e desenvolver uma política que reflete com precisão as necessidades de cada um. Então, para proteger os dados da sua empresa, certifique-se de que seus funcionários sabem exatamente o que é esperado deles e como usar as plataformas sociais de acordo com as definições da política de uso.

Quando as empresas falham ao colocar em prática todos as diretrizes de uso de mídias sociais, os empregados podem acabar abusando do uso tecnologia. Isso poderia resultar em problemas de produtividade, lacunas de segurança, e até mesmo em problemas de reputação da marca.

geracao-yOs responsáveis pela política de mídia social devem voltar atrás e entender como cada plataforma é usada dentro da empresa e como funciona o controle de segurança referente a cada uma. Por exemplo, se o seu CFO está no LinkedIn, será importante ter orientações ou até mesmo um processo de aprovação para se certificar de que nenhuma informação proprietária seja liberada antes de tornar pública. Por outro lado, o uso do Pinterest pelo departamento de marketing para fins de relações públicas ou de recrutamento interno pode não precisar de tanta regulamentação.

Ajustar a política de mídia social com muita frequência pode dificultar a educação dos funcionários sobre os procedimentos de mudança. Mas esperar muito tempo entre as avaliações de políticas pode colocar sua empresa em risco de perder uma nova tendência ou, até mesmo, expor vulnerabilidades dentro do mundo social.

Uma abordagem equilibrada é revisitar a política de mídia social a cada seis meses. Não é nececessário fazer mudanças radicais (ou alguma mudança) em cada ponto de verificação. No entanto, é inteligente tornar essas avaliações regulares um hábito.

Via: InformationWeek Brasil

Fonte imagens: Reprodução

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

CEO na @iBasicDigital

Os 10 países que mais investem em publicidade digital


Globo0

Segundo um estudo do eMarketer,  divulgado nesta semana, a Noruega pode ser considerada lar dos anunciantes digitais. A pesquisa mapeou os 10 países que mais investem em publicidade digital do mundo, e a nação escandinava figura no topo da lista.

Na prática, a pesquisa considera uma estimativa de investimento em publicidade digital por usuário de internet em cada país. Com isso, os anunciantes digitais na Noruega investem, em média, US$ 209.

O resultado coloca o país a frente de outras grandes nações, como EUA (2º), Reino Unido (7 º) e Alemanha (10º).

Confira abaixo a lista completa:

2013_09_25_Ad_Spend_MAS1+(1)

Via: eMarketer

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

CEO @iBasicDigital

Sites de Descontos: um fenómeno de “Curto-Prazo”?


São conhecidos por diversos nomes: “Social Promotions”, Social Deals”, “Sites de Compra Colectiva”, ou de forma mais simples “Sites de Descontos”. Mas independentemente daquilo que lhes chamem, é inegável que são um dos mais recentes fenómenos de popularidade da Web. E são-no fundindo dois conceitos que há muito se tentam aproximar: Social Media e Comércio Electrónico.

Porque razão marcas fortes como o Google, Sapo ou Facebook resolveram apanhar este comboio e lançar ofertas deste tipo? Porque razão a Groupon ou a LivingSocial (Let’s Deal) se estão a tornar ‘household names”? E quais as vantagens e desvantagens que uma marca deve considerar na tomada de decisão se deverá oferecer os seus produtos neste tipo de sites?

São conhecidos por diversos nomes: “Social Promotions”, Social Deals”, “Sites de Compra Colectiva”, ou de forma mais simples “Sites de Descontos”. Mas independentemente daquilo que lhes chamem, é inegável que são um dos mais recentes fenómenos de popularidade da Web. E são-no fundindo dois conceitos que há muito se tentam aproximar: Social Media e Comércio Electrónico.

Porque razão marcas fortes como o Google, Sapo ou Facebook resolveram apanhar este comboio e lançar ofertas deste tipo? Porque razão a Groupon ou a LivingSocial (Let’s Deal) se estão a tornar ‘household names”? E quais as vantagens e desvantagens que uma marca deve considerar na tomada de decisão se deverá oferecer os seus produtos neste tipo de sites?
Como funciona o modelo de negócio

Apesar de poder haver entre sites diferenças no funcionamento, a sequência básica da oferta destes sites consiste primeiro na criação de parcerias com negócios locais, para a construção de um produto segmentado geograficamente oferecido com desconto.

O desconto é então promovido activamente pelo site de compra colectiva. Esta promoção é feita quer através do front end do site, quer via email para as suas bases de dados de utilizadores (que entretanto vai sendo criada).
Quando um utilizador adquire a oferta, ela não fica imediatamente disponível. O desconto só é activado quando o produto é comprado por um número mínimo de pessoas. Esta é a componente “social” do negócio, pelo que após a compra, cada utilizador é motivado a divulgar a oferta junto do seu grupo de amigos.

Só quando a massa crítica é atingida, é que o utilizador paga por aquilo que adquiriu e pode usar o desconto. Esse valor é depois partilhado entre o Site de Descontos e a empresa prestadora do serviço oferecido (no caso da Groupon esta divisão é de aproximadamente 50%).

Poderia ainda inferir-se que a base de dados de utilizadores podia ser também uma fonte de receitas, mas em 5 dos 7 sites analisados, é explícito que os dados recolhidos não serão utilizados para acções de marketing de terceiros. Um deles refere que poderão faze-lo mas só após permissão do utilizador, enquanto o outro é omisso nesta questão.

O motivo do crescimento

Em 2011 prevê-se que 47% dos utilizadores online americanos vão usar cupões de desconto online. É claro que ninguém, em qualquer situação vira a cara a uma boa oportunidade, mas em época de crise económica, a busca por este tipo de descontos tende a crescer. Mas independentemente desta questão, o aprofundar do comportamento do “shopping online” (a popularização da internet para obter informação mais ampla do produto que se pretende comprar), também acaba por beneficiar este tipo de oferta. E em 2 anos a Groupon passou de 150 000 utilizadores para 83 milhões.

Procura e Oferta de Deals

Segundo a Nielsen dois terços dos visitantes da Groupon e LivingSocial (os mais importantes players internacionais) são do sexo feminino. Este é o indicador que mais salta à vista e que por outro lado se relaciona com o tipo de oferta mais comum nestes sites. Tendem a ter um rendimento acima da média, e são ávidos utilizadores dos Social Media.

Do lado da Oferta a maior parte poderia ser catalogada como no sector das “Experiências”, sobretudo nas áreas de Beleza, Bem Estar e Turismo — tratamentos de beleza, sessões de yoga, fins de semana em hotéis, jantares, entradas em parques temáticos, entre outras.

Resultados para as marcas

Num estudo levado a cabo pela Rice University nos EUA sobre a Groupon entre Junho de 2009 e Agosto de 2010, concluiu-se que para um terço das empresas a oferta promovida não foi rentável, e 40% não deseja voltar a usar o canal.

O principal motivo do insucesso, está na baixa percentagem de consumidores dispostos a comprar produtos depois da utilização do desconto — apenas 20% o fazem, o que não é suficiente para rentabilizar o esforço do desconto inicial. O sector da restauração é o que mais dificuldade teve em obter retorno do canal (apenas 43,6% o tiveram).

Conclusão

Este tipo de sites pode ser uma oportunidade para as marcas, mas uns sectores são claramente mais ajustados que outros para a aproveitar. Apresentam sem dúvida uma vantagem porque basicamente atomizam o conceito de desconto de quantidade, reduzindo o risco de insucesso por uma compensação derivada das economias de escala. Por essa razão é mais indicado a negócios com custos fixos elevados.

Uma vez que a responsabilidade de promoção passa para o lado do intermediário e do utilizador final, também é uma oportunidade para aqueles negócios com custos altos de aquisição de clientes.

São também uma boa opção para aumentar a notoriedade do serviço, mas de acordo com os estudos não é expectável uma taxa de retenção elevada. Este tipo de consumidor é muito motivado pelo factor desconto (a maior parte deles são clientes novos para as empresas), e quer o cross seling, quer a venda repetida, tem sido acções difíceis de alcançar por parte das marcas.

O desafio passa então por como depreciar o preço de um produto sem depreciar o seu valor, e como montar uma oferta que potencie a criação de uma relação de longo prazo. O desconto deve ser uma entrada pontual num mercado que de outra forma seria difícil de atingir, mas cuja estratégia de ataque deve pensar além deste primeiro contacto. Quem não o fizer está apenas a esmagar as suas margens sem qualquer perspectiva de ganhos continuados no futuro.

O estudo acima referido oferece algumas ideias neste sentido:

. motivar os colaboradores com um incentivo que compense o esforço de afluxo extra de novos clientes numa curta duração de tempo (as empresas que afirmaram que o canal era rentável foram simultaneamente aquelas cujos próprios colaboradores estavam mais satisfeitos com a iniciativa, e melhor preparados para um novo tipo de cliente mais frugal e menos amigável);

. estruturar uma oferta assente num único desconto mas que oferecido de forma continuada em vez de distribuído totalmente numa só vez, para criar um hábito de multi-compra. Por exemplo em vez de um restaurante dar um desconto de 30 euros num jantar, dar um desconto de 10 euros ao longo de 3 jantares;

. estruturar a oferta para potenciar o cross selling de produtos mais rentáveis. Por exemplo em vez de oferecer um desconto de 25 euros sobre o valor total de serviços obtidos durante um dia num Spa, colocar a condição de consumo de um serviço específico.

Estas sugestões, e outras, poderão reduzir por certo o interesse do desconto junto do público, mas ajudarão a filtrar de raiz consumidores não-rentáveis, dando mais equilíbrio à relação entre o valor oferecido e o valor recebido. É a única forma de tornar sustentável a prazo este modelo de negócio.

Fonte: Marketing Tecnológico