5 formas de usar mídias sociais para vender mais


Costumo ler e gosto bastante das Revistas e Newsletters da Venda Mais e da Revista da Liderança (mesmo grupo). O Raúl Candeloro é um grande palestrante, consultor, autor, editor chefe, CEO, empreendedor e acima de tudo vendedor. Ele resolveu então, com certeza não teria como deixar de falar, escrever um artigo com dicas de Social Media para se vender mais. Como o cara é “o cara” das vendas, é claro que a gente presta atenção. E eu resolvi postar aqui no blog as dicas que ele deu. Na minha opinião estão na corrente do assunto e de forma simples, prática e direta ele deixou excelentes dicas para o pessoal. E aqui vão elas:

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1) Infográficos no Pinterest/Facebook/Linkedin: uma coisa simples que pode ser muito melhor trabalhada pelas empresas são infográficos. (Uma busca rápida por “Como fazer um infográfico” no Google vai lhe dar excelentes ideias).

Minha sugestão aqui é fazer um infográfico de “7 coisas que você precisa saber/perguntar antes de comprar… (seu produto ou serviço)”. Ou seja, 7 (ou 5, ou 10) perguntas que todo cliente deveria fazer ANTES de comprar.

Sugestões parecidas poderiam ser “X coisas que você deve tomar cuidado ao comprar…”, “X maiores erros ao comprar…” e coisas do estilo.

A ideia aqui é EDUCAR os compradores, e fazer isso de maneira visualmente atraente. Infográficos são ótimos para isso.

Você então cria uma lista de coisas que o comprador deveria fazer/saber, cria o infográfico e posta nas suas redes sociais (Pinterest é perfeito para isso, assim como Facebook. Pode ser aproveitado também no Linkedin).

Esse infográfico post deveria levar a uma página do seu site em que a pessoa pode:

a) fazer um teste rápido (respondendo se o seu fornecedor atual tem essas 7 coisas, por exemplo) ou
b) ler um artigo mais completo sobre o assunto, com mais dicas.

Essa página do site termina sempre com um chamado à ação: deixe seus dados para que nós entremos em contato, clique e compre, etc.

2) Twitter + hashtags: a hashtag (símbolo #) virou uma mania entre os twitteiros, que a usam às vezes de maneira errada e exagerada (esta paródia do Justin Timberlake e Jimmy Fallon tira um ‘sarro’ desse exagero: http://www.youtube.com/watch?v=57dzaMaouXA).

Mas quando usada corretamente, a hashtag pode ser bem eficiente. Uma ideia criativa aqui é criar uma campanha de vendas com a sua própria hashtag, mas com um toque social.

Você cria uma hashtag promocional e coloca um contador no seu site. Cada vez que alguém twitta ou retwitta uma mensagem com a sua # promocional, o contador avança +1. Quando o contador chega a 1000, dispara automaticamente a promoção (20% de desconto, por exemplo).

Um outro pró desta promoção é que, como a pessoa tem que usar a hashtag para receber o benefício, essa hashtag acaba servindo como código de controle – você sabe exatamente de onde esse cliente veio.

Note que a ideia toda é fazer com que as pessoas participando, principalmente as mais ativas e mais interessadas, queiram divulgar a promoção. Afinal de contas, ela só passa a valer quando chegar-se a um número mínimo.

A mesma lógica pode ser usada no Facebook (usando likes/compartilhamentos), Youtube (likes/compartilhamentos), etc.

3) A 3ª ideia é mais simples, mas como vejo que nunca é utilizada, vou falar sobre ela. É simplesmente uma questão de organização e foco.

Nas suas mensagens em mídias sociais, recomendo que você categorize os posts. Assim fica fácil as pessoas filtrarem melhor o que querem, sem irritá-las com material desnecessário (o que faz com que elas acabem parando de seguir você ou descadastrem seu e-mail).

A melhor forma de fazer isso é usando palavras-chave no começo da mensagem, de preferência no título. Funciona muito bem em mídias sociais.

Exemplos de categoria de post/informação que você pode usar:

– [Pré-venda]
– [Lançamento]
– [Novidades]
– [Assista/Vídeo]
– [Brinde]
– [Sorteio/Promoção]
– [Cupom de desconto]
– [Oferta especial]
– [Artigo]

Esse tipo de categorização faz com que, na média, sua taxa de abertura/leitura de mensagens melhore.

4) Ofertas especiais: Crie uma promoção no Facebook só para quem dá ‘likes’ na sua página.

A melhor maneira de fazer isso é criando o que se chama de ‘landing page’, uma página inicial customizada que as pessoas encontram quando visitam sua página no Facebook pela primeira vez. Ao dar o ‘like’, ela pode receber um cupom, um e-book, um brinde, etc.

5) Kit surpresa: A 5ª ideia é uma das que mais gosto e que uso com frequência. É o uso de pesquisas entre clientes usando mídias sociais como ferramenta de divulgação.

Exemplo que usei recentemente com sucesso foi a pesquisa que fiz sobre os maiores erros cometidos pelos vendedores (na opinião dos próprios vendedores). O resultado da pesquisa virou um artigo, um vídeo e vários posts no FB/twitter. Também usei os resultados no e-mail marketing que vendia o curso on-line Alta Performance em Vendas. O resultado foi um sucesso: chegamos a 700 inscritos.

Você também pode fazer o mesmo: basta fazer uma pesquisa rápida com seus clientes sobre algum tema relacionado à sua área (maiores dificuldades é sempre um tema que repercute) e depois você posta resultados nas mídias sociais.

Isso posiciona você como expert , mas para realmente provocar vendas (ou pelo menos geração de leads/prospects qualificados) você precisa ir um passo além: oferecer algo para download que permita que você capture o nome/e-mail (e, se possível, telefone de contato) dos interessados. Isso entra num ‘funil de vendas’ onde se faz o follow-up com uma sequência de contatos (geralmente via e-mail).

Isso pode ser feito oferecendo para download/baixar um check-list em pdf, por exemplo, ou uma planilha, uma apresentação em slides, um vídeo, um e-book… enfim, qualquer coisa que ajude o cliente a saber mais (educando o cliente, mais uma vez) ou que ele/ela valorize.

Essas são 5 ideias rápidas e simples para vender mais usando mídias sociais po Raúl Candeloro da Venda Mais.

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

Fonte imagem: Reprodução

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Comprar o que não se vê


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O setor de serviços cresce no Brasil e em boa parte dos países ditos industrializados. Estima-se que em 2014 nos EUA, de cada cinco novos empregos criados, quatro serão no setor de serviços.

No Brasil, o PIB em 2012 (IBGE – março/2013), atingiu R$4.403 trilhões, sendo o setor de serviços responsável por 68,4% do PIB total, dividindo os 31,6% restantes entre a indústria e o agronegócio. É uma importância e tanto!

Os serviços estão por toda parte em quase tudo do que realizamos. Não passamos uma hora sequer, sem consumir alguma modalidade de serviços.

Para avaliarmos melhor como funciona o marketing aplicado a serviços, é interessante entender que serviços, diferente de produtos – coisas físicas, palpáveis –, têm suas  características particulares.

Serviços são intangíveis, não conseguimos pegar, cheirar ou sentir o seu peso, ao passo que serviços são esforços, ações ou desempenhos e contam com a presença do usuário e a produção-consumo é simultânea.

A intangibilidade significa que serviços não podem ser tocados, cheirados ou experimentados antes do ato da compra. Os espectadores de uma peça de teatro, por exemplo, não tem a certeza de que sairão satisfeitos do espetáculo, antes de assisti-lo. Não conseguimos determinar o peso dessa sensação numa balança. Para reduzir a incerteza, vendedores de serviços devem criar cenários e as condições para transmitir sinais que sejam interpretados como indicadores de qualidade pelos potenciais clientes. Quem oferece serviços deve impressionar na tangibilização, por meio de instalações caprichadas, um site de fácil consulta, um folder bem elaborado, um depoimento, um testemunhal reconhecido pelo público-alvo ajudam na redução da incerteza.

A percepção do usuário deve ser tocada de forma que ele sinta que receberá algo alinhado com suas necessidades e expectativas.

Adquirir um serviço é antes de tudo acreditar numa promessa!

O que pretende demonstrar o médico que exibe nas paredes do seu consultório, os vários diplomas que obteve estudando ou participando de congressos e palestras da sua especialidade? Certamente pretende transmitir ao paciente a credibilidade de um profissional experiente e capaz, que vai tratar da sua saúde com zelo e perícia.

O marketing de serviços precisa focar a qualidade na execução, dispondo de pessoas que gostem de pessoas, treinadas na difícil tarefa de satisfazer as necessidades, as expectativas e os desejos do usuário ou cliente.

Atender clientes de serviços com qualidade depende de bom planejamento, conhecimento das etapas quando o serviço estará vulnerável, dispondo de atendentes treinados e engajados no processo.

Outra característica importante dos serviços é que não são estocáveis. Se numa empresa aérea, um voo tem metade dos assentos vagos, esses assentos não poderão ser aproveitados num voo futuro. A receita foi perdida para sempre, não é possível recuperá-la.

Os compradores de serviços precisam de uma promessa clara do serviço e não é difícil comprar “gato por lebre”. O bom vendedor de serviços em sua essência deve acima de tudo, saber o que prometer.

Por Gilberto Cavicchioli (http://www.profissionalsa.com.br) para a E-zine da revista Venda Mais.
Fonte imagem: Reprodução

Sucesso e ARREBENTA!

@fottoni

O ‘Águia Poderosa’ dos ANGRY BIRD


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Não foi a produção de um 1° jogo que fez de Peter Vesterbacka o ‘Águia Poderosa’ e a sua empresa, alcançarem literalmente o espaço sideral (com uma ajudinha da NASA, claro!). Mas foi ao produzir o seu 52° jogo (incrível isso), o famoso e viciante ‘ANGRY BIRD’, que os lançou em órbita!

Esse cara tem muito o que dizer e ensinar e a malta já despertou para isso! Eu já escrevi algo sobre eles aqui no blog <<Marketing: Angry Birds querem dominar o mundo>>, mas vale a pena esse adendo especial, concorda?

Dá só uma olhada como ele explica a sua estratégia de marketing:

“Quando não se tem milhões para atirar à televisão tem de se ser esperto. Somos uma empresa de 300 pessoas de um país pequeno. Por necessidade, temos de fazer as coisas de forma diferente e com uma maior inteligência. Marketing não é sobre dinheiro.” Peter Vesterbacka ‘Águia Poderosa’ – criador do Angry Birds em entrevista para o Jornal Metro.

Meu lema é ser útil, feliz e mudar alguns mundos por aí! Qual é o seu?

ARREBENTA!

@fottoni

Digital MKT in the wall


Passo todos os dias a caminho do trabalho em frente a um talho (açougue) no centro de Lisboa. Parecia um talho normal, até que hoje reparei em algo que chamou minha atenção! Literalmente… digital mkt in the wall!

Por mais que não seja talvez a melhor e a mais eficaz forma de divulgar a page do facebook da empresa, comigo funcionou e fui lá conferir…não tem nada demais e está desactualizada (erro mais comum do que se imagina), mas o potencial deste empreendedor é grande e merece respeito. Não sei quem é, mas vou fazer questão de conhecê-lo (depois publico aqui o resultado disso), pois tem iniciativa e está atento a evolução do mercado e a necessidade de adaptar-se ao mesmo.

#ARREBENTA

@fottoni

Estudo: 57% das empresas portuguesas cotadas sem página de Facebook


Barómetro de Reputação Online concluiu que presença nos meios digitais “é consideravelmente reduzida”.

As 50 maiores empresas cotadas em Portugal assumem uma presença «consideravelmente reduzida» nos principais espaços online, em comparação com os seus referentes internacionais. As conclusões são do 1º Barómetro de Reputação Online, uma iniciativa da Imago – Llorente & Cuenca apoiada pela Euronext Lisbon.

De facto, 57% das empresas não têm página oficial de Facebook, 24% têm um canal próprio no YouTube, e 73% ainda não integram o Twitter. O estudo analisou a presença das 50 maiores empresas cotadas na Euronext Lisbon e os seus gestores no ambiente da Web, em comparação a 40 referentes internacionais de sectores de actividade que vão desde as telecomunicações e tecnologias de informação aos media, energia, banca indústria, infra-estruturas e construção, distribuição automóvel e desporto, entre outras. Para a concretização do estudo, a Imago analisou a visibilidade e a notoriedade das empresas, de acordo com o volume e a qualidade das referências sobre estas entidades no Google, YouTube, Facebook e Twitter.

No ranking global das empresas analisadas, tanto a nível nacional como internacional, num total de 90 entidades, destacaram-se as SAD do Futebol Clube do Porto e do Sporting, posicionadas entre as 20 empresas com melhor reputação online.

Enquanto que 37% das empresas portuguesas se vêem atingidas por ameaças à reputação institucional no Google, no que respeita aos seus empresários esse valor cresce para os 55%.

Os gestores do sector media são os que se encontram sujeitos a uma maior exposição, sobretudo no Facebook e no Twitter, ainda que o seu índice de popularidade seja metade daquele que apresentam os seus referentes internacionais.

Se no caso das equipas de futebol é a marca que se impõe no que toca à visibilidade, no caso do sector de media são os gestores que gozam de uma maior presença, em alguns casos, tornando-se superiores às da empresa que representam.

O estudo surge inserido no Observatório de Reputação Online da Imago – Llorente & Cuenca, departamento que engloba o acompanhamento contínuo da reputação das principais empresas cotadas em Bolsa em Espanha, América Latina e agora também em Portugal.

Via Marketeer

SEO: Marketing de Busca Cada Vez Mais Forte


Como já vínhamos enfatizando em nosso curso sobre Marketing Digital, estar bem posicionado em sites de busca virou necessidade em empresas devido ao crescente número de compras feitas pela internet e uma boa estratégia de SEO é hoje em dia fundamental em qualquer Projeto de E-Commerce.

Que o Google é uma ferramenta considerada essencial nos dias de hoje todo mundo sabe. O que muitos não conhecem é que cresce cada vez mais a importância e os investimentos para que as empresas estejam bem posicionadas no ranking deste e dos demais sites de busca. É como uma loja dentro de um shopping. Cada marca quer o seu ponto-de-venda na melhor localização. Na internet, o melhor ponto é a primeira página do Google. O site é o mais visitado no Brasil, segundo o Alexa.

Para quem acha que os resultados aparecem de forma aleatória no Google, não é bem assim. O site tem um sistema complexo para rankear as páginas das marcas que aparecerão em determinadas posições e a grande luta das empresas é, não apenas aparecer na primeira página, mas em primeiro lugar. Um bom posicionamento na busca orgânica, ou natural – aquela que é feita espontaneamente pelo internauta – é o mais trabalhado pelas empresas e tem a ver com a “encontrabilidade” do site. Para alcançar esse objetivo, as marcas fazem um trabalho de otimização de seus portais para atender a exigências do Google.

“O Google é um robô que depende de regras para funcionar. Essas regras são bem claras e para aparecer bem posicionado é necessário apenas seguí-las. Ele vai dando uma pontuação de acordo com isso, quanto mais pontos, melhor posicionado o site estará”, afirma Conrado Adolpho, Diretor da agência Publiweb e autor do livro Google Marketing, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Qualidade dos sites também importa para o Google

A primeira dessas regras é analisar a quantidade de sites que têm links para o endereço de determinada empresa. Mas não é apenas quantidade que importa. O Google também analisa a qualidade dos sites em que estão esses links e se eles têm relação com o tema abordado. Dentro das páginas, o Google também analisa o tempo do domínio, mas o essencial é trabalhar com as palavras-chaves, as digitadas no momento da busca.

As empresas devem organizar seus sites de maneira que sua palavra-chave apareça uma certa quantidade de vezes. “Saber isso é essencial para as empresas porque o comportamento de busca tem tudo a ver com a intenção de compra”, afirma Conrado. Apesar de o Google ser um robô, ele tem um sistema inteligente que detecta quando esse processo é feito de forma desonesta. “A BMW já contratou um profissional que utilizou métodos ilícitos para reposicionar o site da marca”, lembra Conrado. “O Google detectou isso e chegou a banir o portal de seus rankings”, conta o especialista.

Os links patrocinados são outra opção para aparecer bem na página de busca. Eles são trabalhados de forma criativa e sedutora em um espaço reduzido. “Apesar de serem uma propaganda, os links patrocinados são discretos e se tornam naturais na página, por isso o público os aceita bem”, afirma Diego Ivo, Consultor de Marketing de busca da agência Primeiro Lugar.net.

Fnac e Tecnisa investem em links patrocinados

O trabalho com link patrocinado é um dos focos da Fnac no mundo virtual para aumentar as vendas. “Quando temos uma determinada meta para um produto, trabalhamos eles nos links patrocinados e temos os resultados esperados”, explica Thiago Cruz Santos, Designer de interfaces do site da Fnac.

Investir em links patrocinados é um trabalho conhecido pela Tecnisa, que se preocupa não só em comprar determinadas palavras ou expressões, mas também em pagar quando elas aparecem escritas de forma errada. “Muitas pessoas escrevem errado na hora da busca e ficamos de olho nisso também”, afirma Paulo Schiavon, Gerente de mídia on-line da construtora, em entrevista ao site. Assim, em 2008, um apartamento foi vendido após uma pessoa ter escrito gravidez com S. “Investimos na palavra gravidez porque ela representa um desejo de mudança de vida e também mudar de casa”, completa Schiavon.

Francisco Lourenço Junior, Diretor de Internet da Real Imobiliária, começou a trabalhar com o Marketing de Busca de forma independente e foi até certificado pelo Google com o GAP – Google advertising Professional. Hoje, o trabalho é dividido com a Publiweb e rende frutos. No último mês de março, a imobiliária registrou 60% de suas vendas pela internet. “Fizemos um novo site porque o antigo não era persuasivo”, explica Junior, durante a entrevista ao Portal. Hoje, a Real aparece na primeira página no Google em expressões como “Imóveis à venda”, “casas à venda”, “comprar apartamento” e “apartamentos Tatuapé”.

Já a Primeiro Lugar.net desenvolveu para seus clientes uma ferramenta que monitora todas as visitas no sites, informando detalhes como a duração e qual a palavra-chave utilizada. “Notamos que o site de um cliente tinha mais cliques em um produto que não era o principal, analisamos as visitas e percebemos que ele tinha uma linguagem muito técnica e mudamos isso”, conta Diego Ivo.

Embora as empresas procurem cada vez mais pelos serviços de Marketing de Busca, ainda faltam profissionais especializados e cursos de especialização na área. A maioria dos executivos aprendeu por conta própria ou a partir de livros. “As empresas buscam, mas as vezes temos que recusar clientes porque a demanda é muito maior do que a mão de obra especializada” completa Ivo. Agora, o Marketing de busca procura evoluir.

Fonte: Curso de E-Commerce

Dúvida: O que é o Google +?


A Google finalmente anunciou a plataforma Google + num esforço para competir na área das redes sociais, a qual brevemente passará da fase de teste e estará disponível para todos.

Basicamente, o Google + é um conjunto de variados serviços que actualmente já utilizamos, mas (e segundo a Google) muito melhores. Brevemente poderemos efectuar uma análise se realmente tal se confirma, mas por enquanto fica aqui o que pode obter com o Google +:

Os circulos do Google +Os circulos do Google são agrupamentos de pessoas que pode organizar por tópicos: Amigos, Família, Colegas, Conhecidos, etc. Pode utilizar os tópicos já existentes ou criar um novo seu. Através da página dos circulos clica e arrasta os seus contactos para cada um destes grupos, o que torna fácil quando se quer partilhar informação.

Sparks (pesquisa de conteúdo)

O serviço “Sparks” é semelhante ao Google Reader, com a diferença que lhe traz conteúdo de forma automática baseado nos seus interesses. Cada tópico (ciclismo, moda, filmes, etc) tem a sua própria página “Spark” e providencia links relacionados com artigos, videos, fotos, informação essa que poderá partilhar com os seus circulos de contactos.

Hangouts

O serviço Hangouts é constituido por salas virtuais onde pode conversar através de video comos contactos nos seus circulos. Basicamente é um serviço de conversa por video em tempo real e permite por exº a visualização em conjunto de videos do Youtube.

Huddle

O serviço Huddles possibilita o envio de mensagens para grupos de pessoas dentro dos seus circulos. Existe uma aplicação disponível para Android através da qual se pode enviar mensagens através do telemóvel. Só necessita de seleccionar o grupo e todos dentro dele podem conversar uns com os outros.

Upload de fotos

Duma forma muito simples, quando tira uma foto com o seu telemóvel Android, pode ser feito o upload automático para o Google +.

Como é que se acessa ao Google +?

Em breve a barra cinzenta no topo da página que visualiza quando está ligado ao Google irá transformar-se numa barra cinza transparente a qual será o seu portal de acesso a todos os serviços mencionados anteriormente. Obviamente, terá de se registar e ter uma conta Google para aceder ao Google +, caso ainda não a tenha.

Google + versus Facebook?

O Google + está a ser lançado como a maior ameaça ao gigante Facebook. Mark Zuckerberg já se registou na redes social e em termos de “espaço de mercado online” a Google tem uma parcela muito maior do que tem o Facebook, portanto será interessante assistir a como o Google + se desenvolve nos seus primeiros meses.

O Google +, ao contrário do Facebook, permite customizar a sua página de acordo com as suas preferências, como notificações e definições de conta entre outras coisas. Por outro lado, o sucesso do Facebook reside nos seus milhares de aplicações (tarot, jogos como o Farmville, etc), algo que pelo menos no presente o Google + não oferece.

Alguns dos serviços do Google + como o Sparks e o Hangouts requerem ligações de alta velocidade à internet para funcionarem na perfeição, o que pode ser algo raro em alguns países, como na India por exº, o que limita a acessibilidade do Google +.

Outra curiosidade actual do Google + é que não fornece um serviço de pesquisas como o Facebook que utiliza o Bing. Algo estranho para uma empresa que é a lider de mercado nas pesquisas online.

Será interessante seguir os primeiros passos do Google + a partir do dia 31 de Julho quando ficará disponível para todos os utilizadores e ver o desenrolar do mesmo e consequentemente as inovações do próprio Facebook.

Fonte: Digital Marketing

Marketing: Angry Birds querem dominar o mundo


Empresa responsável pelo jogo promete lançamento de livros e quer alcançar um bilhão de pessoas

Aspen, Estados Unidos – A empresa finlandesa Rovio, conhecida por seu popular jogo “Angry Birds”, em que pássaros irados são catapultados contra porcos verdes ladrões de ovos, sonha em destronar a Nokia, indicou um de seus criadores.

Peter Vesterbacka, diretor de marketing da Rovio, delineou as ambições globais de sua empresa na quinta-feira durante a conferência Fortune Brainstorm Tech, em uma estação de esqui no Colorado.

Vestindo um casaco de moleton vermelho brilhante com uma imagem de um “Angry Bird” na frente, Vesterbacka, cujo apelido é “Mighty Eagle” (Águia Poderosa), afirmou que os downloads do jogo viciante Angry Birds já atingiram 300 milhões.

“Este é um número bom, mas nosso objetivo é ser a primeira marca com um bilhão de fãs”, disse.

A Rovio lançou o Angry Birds como um aplicativo do iPhone em 2009, mas agora o jogo encontra-se disponível em muitos outros dispositivos, incluindo smartphones Android, iPad, PlayStation 3 e até mesmo através do buscador da web Google Chrome.

A empresa tem atualmente 120 milhões de usuários ativos em dispositivos móveis.

O Angry Birds resume-se a catapultar pássaros contra fortalezas construídas por porcos verdes ladrões de ovos, mas Vesterbacka afirma que a Rovio “não é uma empresa de games”.

“O que estamos construindo é uma franquia de entretenimento da próxima geração”, afirmou. “Acredito que somos a que mais cresce”.

Vesterbacka explicou que a Rovio adquiriu um estúdio de animação e começou a produzir curtas-metragens de dois minutos de duração do Angry Birds, além de um longa-metragem para daqui a dois ou três anos.

“Estamos trabalhando em novas experiências com o Angry Birds”, explicou. “Vamos mostrar um pouco mais da história do Angry Birds”.

O executivo da Rovio afirmou que o próximo projeto da empresa é seu primeiro livro.

“É o livro de receitas do Angry Birds”, afirmou.

“Teremos três diferentes livros sendo lançados neste ano”, disse Vesterbacka. “E estamos produzindo nós mesmos porque podemos”.

Quando perguntado por uma pessoa da plateia sobre quanto do sucesso do Angry Birds pode ser atribuído à “sorte”, Vesterbacka pareceu ficar um pouco… “Angry”.

“Em primeiro lugar, somos muito analíticos e o Angry Birds foi criado para ser um sucesso”, afirmou. “Tentamos eliminar a sorte em todos os estágios do processo”.

Em segundo, “criamos 51 jogos antes do Angry Birds, então não é como se fôssemos um sucesso da noite para o dia”, disse.

Vesterbacka também explicou que a Rovio expandiu a franquia Angry Birds do mundo virtual para o real, apesar de ter sido alertada por diversas vezes de que isso não funcionaria.

“Nos disseram várias vezes que não deveríamos fazer filmes, livros, brinquedos”, afirmou. “Vendemos cerca de oito milhões de brinquedos”.

Não é “ciência de foguetes”, ele continuou. “Se você é uma marca forte, se você tem um forte apoio de fãs você pode fazer qualquer coisa”.

Fonte: Exame
Foto e Vídeo: Rovio